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25.6.26

La folie des grandeurs (Gérard Oury, 1971)

REAL Gérard Oury ELENCO Yves Montand, Louis de Funès ARG inspirée de Ruy Blas

DVD Gaumont Vidéo 2008
Bonus: Doc La Folle heure des grandis (Stéphane Lerouge, Thibault Carterot, 2002, 39m)
DVDteca

27.4.26

Once a Clear Day You Can See Forever (Vincente Minnelli, 1970)

Once a Clear Day You Can See Forever reúne grandes nomes do cinema musical do passado (Minnelli, Alan Jay Lerner e Montand) com uma estrela em ascensão no final dos anos 60: Barbra Streisand. Sem fazer a mínima sombra aos clássicos do passado, Melinda (título alternativo) vê-se com bastante agrado precisamente pelos nomes envolvidos. Para mim, o melhor são as canções de Alan Jay Lerner (lyrics) e de Burton Lane (score), algumas ficaram mesmo no repertório até hoje (mas é verdade que na base do filme está o musical homónimo da Broadway). A história anda à volta da relação entre um psiquiatra (Montand) e uma jovem (Barbra) que, ao submeter-se a umas sessões de psiquiatria, descobre uma antiga encarnação. Sob hipnose, a jovem transforma-se numa aristocrata inglesa que protagoniza cenas oníricas de grande beleza plástica. Quando canta, Barbra é enorme, mas também há cenas em que o seu histrionismo é quase insuportável. Para além de Montand, aparece num pequeno papel Jack Nicholson, cool como sempre. VC agosto de 2017 3,5/5

4.4.21

Police Python 357 (Alain Corneau, 1976)

Police Python 357 (Alain Corneau, 1976)

Um bom polar dos anos 70, com Yves Montand, Simone Signoret, François Périer e Stefania Sandrelli. Um chefe de polícia e um dos seus melhores agentes têm a mesma mulher como amante. O chefe acaba por matá-la e tenta encontrar e incriminar o homem com quem ela anda, mas este faz tudo para destruir as provas que o incriminam. Melun 04.2021 TV 3/5

12.1.15

César et Rosalie (Claude Sautet, 1972)

Este foi o último de alguns filmes de Sautet que pude ver ou rever no último mês. A Cinemateca Francesa apresentou a integral de Sautet e o cinema Le Champo repôs cópias novas de quatro dos seus filmes mais famosos (todos dos anos 70). Pude então ver uma amostra significativa da obra do realizador francês. Vi todos os clássicos com Romy Schneider que o consagraram nos anos 1970 e os últimos com Emmanuelle Béart. E cheguei a esta conclusão interessante: os melhores filmes são os últimos.
Em César et Rosalie, Romy Schneider divide-se entre dois homens, Yves Montand e Sami Frey, que de inimigos e de personalidades opostas acabam por criar uma amizade inesperada, alimentada pelo amor pela mesma mulher, que abandona aliás um para ficar com o outro e por fim abandona os dois. Um bom filme, ainda que com aspectos datados. Paris, Le Champo 3,5/5

3.1.15

Vincent, François, Paul et les autres (Claude Sautet, 1974)

Um belo filme sobre a amizade masculina num tempo (1970...) em que os papéis sociais dos sexos mudavam rapidamente. No centro do grupo de amigos destaca-se Vincent (Yves Montand), que entre hesitações amorosas e desaires profissionais, atravessa um período negro. Sautet é mestre na arte de filmar os grupos nos momentos de lazer, de confratenização, em família mas sobretudo entre amigos. Paris, Le Champo 4/5