Este foi o último de alguns filmes de Sautet que pude ver ou rever no último mês. A Cinemateca Francesa apresentou a integral de Sautet e o cinema Le Champo repôs cópias novas de quatro dos seus filmes mais famosos (todos dos anos 70). Pude então ver uma amostra significativa da obra do realizador francês. Vi todos os clássicos com Romy Schneider que o consagraram nos anos 1970 e os últimos com Emmanuelle Béart. E cheguei a esta conclusão interessante: os melhores filmes são os últimos.
Em César et Rosalie, Romy Schneider divide-se entre dois homens, Yves Montand e Sami Frey, que de inimigos e de personalidades opostas acabam por criar uma amizade inesperada, alimentada pelo amor pela mesma mulher, que abandona aliás um para ficar com o outro e por fim abandona os dois. Um bom filme, ainda que com aspectos datados. Paris, Le Champo 3,5/5