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6.4.26

I Swear (Kirk Jones, 2025)

REAL.ARG Kirk Jones PROD Kirk Jones, Piers Tempest, Georgia Bayliff ELENCO Robert Aramayo, Maxine Peake, Peter Mullan, Shirley Henderson, Scott Ellis Watson, David Carlyle, Francesco Piacentini-Smith, Somerled Campbell, Michael Dylan, Christina Ashford, Sanjeev Kohli, Steven Cree, Ethan Stewart, Isla Mercer, Catriona McArthur, Paul Donnelly, Ron Donachie, Jamie McAllister, Abigail Noon, Ella Victoria Robb ESTREIA 7.11.2025 (TIFF) Pris 14.05.2026 (Portugal, salas) VISTO Paris 12.04.2026 Bercy
EP Pris 14.05.2026

Marty Supreme (Josh Safdie, 2025)


REAL Josh Safdie PROD Anthony Katagas, Ronald Bronstein, Josh Safdie, Eli Bush, Timothée Chalamet ARG Ronald Bronstein, Josh Safdie PROD A24 ELENCO Timothée Chalamet, Gwyneth Paltrow, Odessa A'zion, Kevin O'Leary, Tyler, The Creator, Abel Ferrara, Fran Drescher, Penn Jillette, Sandra Bernhard, Spenser Granese, Cody Kostro, John Keating, Charles Glover, Dennis Creaghan, Anthony Thomas Larkin, J. Christian Ingvordsen, Toree Hill, Blake Gioviti, Musto Pelinkovicci, Daniel Napolitano ESTREIA 6.10.2025 (F. New York) Cinemundo 22.01.2026 (Portugal) VISTO Paris 6.04.2026 Saint-André-des-Arts 

Marty Supreme é um herói típico dos irmãos Safdie. É um sobrevivente, que cai, rasteja e se ergue, para logo voltar a cair. Já me tinha acontecido com outros filmes dos Safdie: a espiral descendente do heroi depressa me cansa. Mas a passagem do indie para o mainstream de Josh Safdie é brilhante. 3/5

26.3.26

Pillion (Harry Lighton, 2025)


REAL Harry Lighton  PROD Emma Norton, Ed Guiney, Andrew Lowe, Lee Groombridge  ARG Harry Lighton, Adam Mars-Jones ELENCO Harry Melling, Alexander Skarsgård, Lesley Sharp, Douglas Hodge, Jake Shears, Mat Hill, Anthony Welsh, Miranda Bell, Rosie Sheehy, Billy King, Jake Sharp, Nick Figgis, Paul Tallis, Mike Jones, Christina Carty, Kevin Bazeley, Ian Wilson, Zamir Mesiti, Ross Mcrae, Jacob Carter OR GB, Irlanda ESTREIA 18.05.2025 (F. Cannes, Un Certain Regard) NOS Audiovisuais 5.03.2026 (Portugal) VISTO Porto 06.03.2026 Parque Nascente 

8.5.24

Pretty Woman (1990)

Filme de Garry Marshall
Paris 2024 Cinémathèque 4.5/5

Elenco:
Richard Gere, Edward Lewis, Julia Roberts, Vivian Ward, Jason Alexander, Philip Stuckey, Laura San Giacomo, Kit De Luca, Ralph Bellamy

Produtores:
Touchstone Pictures
Silver Screen Partners

Apresentação do Arnaud Desplechin

1.9.19

Pride & Prejudice (Joe Wright, 2005)

Matthew Macfadyen & Keira Knightley
A estreia de Joe Wright correu-lhe muito bem. Pride & Prejudice consagrou Keira Knightley (nomeada para o Oscar e para o Golden Globe) e foi um sucesso comercial notável. Trata-se de uma boa adaptação do clássico de Jane Austen do início do século 19, sobre um casal desesperado por casar as filhas com um bom partido. O filme acaba por centrar-se na segunda filha mais velha, Elizabeth, que não aceita qualquer um e pretende casar por amor. Ao seu redor não é esse o espírito familiar: uma verdadeira caça aos herdeiros ricos toma conta das irmãs e da mãe-galinha. O filme foi produzido pela inglesa Working Title, pela francesa StudioCanal e também por americanos. Foi nomeado para quatro Oscar e seis BAFTA. Vila do Conde 3,5/5

8.4.19

Morte a Venezia (Luchino Visconti, 1970)

São tantas as maravilhas deste filme que esquecemos facilmente os seus elementos datados (abundância de zooms tão anos 70 ou as discussões insuportáveis sobre a arte). O melhor para mim é o filme mudo dentro do filme, que revela como num sonho as paisagens íntimas do protagonista (Dirk Bogarde), um compositor que passa umas semanas em Veneza para descansar. O referido filme mudo tem como centro o jovem Tadzio e a mãe (Silvana Mangano), uma família da elite em férias. Este pequeno mundo conheceu Luchino Visconti muito bem, da sua infância, e talvez por isso a sua representação no filme tenha uma dimensão evanescente e irreal. O filme é também um canto do cisne, pois o músico desperta para o amor pela última vez. Magnífica a cena do barbeiro, quando ele se embeleza e se prepara para o grande encontro (o amor? a morte?). Paris 2019 FQL 4,5/5

1.10.18

L'Année dernière à Marienbad (Alain Resnais, 1961)

A memória e o tempo são temas caros a Resnais. Em L'Année dernière à Marienbad, um homem tenta convencer uma mulher de que eles tiveram um caso no ano anterior. Ela nega. Un puzzle que só o espectador pode resolver (como bem entender). Um dos melhores filmes da história do cinema. Com argumento e diálogos de Alain Robbe-Grillet. Elenco: Delphine Seyrig, Giorgio Albertazzi, Sacha Pitoëff, Françoise Bertin, Françoise Spira, Jean Lanier, Luce Garcia-Ville, Helena Kornel. Versão restaurada. CCVC 1993 & Paris 2018: 4/5

27.3.14

Dial for Murder (Alfred Hitchcock, 1954)

Desde o ano passado que esta obra de Hitchcock tem sido lançada em 3D em alguns países, tal como o realizador a concebeu. Claro que fiquei curioso em saber como o mestre tinha utilizado esta técnica da moda na época, ele que gostava de desafios formais. Não é dos melhores filmes de Hitch, mas tem Grace Kelly... Pontualmente, como quando aparece a mão da protagonista a agarrar a tesoura para atacar o assassino, a técnica 3D justifica as suas potencialidades. Muitas vezes, porém, até nos esquecemos de que estamos a ver um filme em 3D... Ainda assim o filme que mais me impressionou feito em 3D foi The Creature of the Black Lagoon, do mesmo ano do filme de Hitchcock. Paris 2014 Le Brady 3/5