28.7.26
Cazuza, o Tempo não Pára (2004)
21.7.26
Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)
9.7.26
A Erva do Rato (Julio Bressane, 2008)
A Erva do Rato foi um dos poucos filmes de Bressane que consegui ver. Foi em 2009, aquando da estreia do filme em Paris, com o título literal L'herbe du rat. Tal como tinha acontecido em França, também em Portugal o filme foi lançado (em 2014) de forma discreta, em poucas salas e em sessões únicas. O filme, inspirado em dois contos de Machado de Assis, conta-nos a história de uma intimidade singular, secreta, criada entre um homem e uma mulher, que se encontraram no cemitério. Passa por aqui a admiração de Bressane por Oliveira. O cinema de Bressane sempre foi para poucos, talvez mais do que o de Oliveira, mas ao longo de décadas criou uma obra de grande originalidade e intransigência, celebrada aqui e ali, mas cuja repercussão não o fez sair do circuito arte e ensaio mais secreto. Paris, 2009 Nota: 4/5
6.7.26
Divã, O Filme (José Alvarenga JR., 2009)
4.7.26
Mangue Negro (Rodrigo Aragão, 2008)
Mangue Negro é uma surpresa do cinema brasileiro contemporâneo. É um filme de terror gore feito com pouco mais de 15 mil euros, uma proeza tendo em conta os dignos efeitos especiais. O filme tem uma imagem e um universo muito próprios, com muitos e visíveis defeitos, mas desculpáveis perante o resultado final. Porém, é o argumento que é sedutor. A história, convencional, de uma aldeia meio deserta atacada por mortos-vivos é transformada pelo cenário impressionante: o mangue brasileiro, zona de pântanos onde uma população de caranguejos, ostras e peixes alimentava outrora as pessoas. O mangue está completamente poluído, envenenando os poucos seres humanos que ali vivem e por fim matando-os com os mortos-vivos que surgem da lama. Da Lama ao Caos, intitulava-se um dos discos de Chico Science, expoente do manguebeat. A mensagem política do filme é transparente, aquele lugarejo piscatório é extinto devido à ação humana. A natureza vinga-se criando os mais bizarros monstros, não apenas os zombies, mas as pequenas criaturas que entram e saem dos corpos humanos ainda vivos. O registo gore exprime exemplarmente este caos apocalítico. Só espero que Rodrigo Aragão consiga mais meios para fazer filmes tão interessantes como este mas com um acabamento técnico superior. Paris: Cinemateca (2015) 3/5
24.5.26
A Guerra dos Rocha (Jorge Fernando, 2008)
Durval Discos (Anna Muylaert, 2002)
Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)
Anjos do Sol (Rudi Lagemann, 2006)
1.5.26
É Proibido Fumar (Anna Muylaert, 2008)
O Quinze (Jurandir Oliveira, 2004)
O Ano em que meus pais saíram de férias (Cao Hamburguer, 2006)
Lavoura Arcaica (Luiz Fernando Carvalho, 2001)
30.4.26
Trair e coçar é só começar (Moacyr Goés, 2006)
29.4.26
Casa da Mãe Joana (Hugo Carvana, 2008)
Os brasileiros continuam a apostar nas comédias sexuais, mas sem a frontalidade das pornochanchadas dos anos 70. Comédias sexuais para toda a família, digamos. Em A Casa da Mãe Joana, três amigos, para não perderem o apartamento, têm de satisfazer as fantasias sexuais mais absurdas de coroas que os procuram. O roteiro garante uma sucessão de papeis para os atores e as atrizes da Globo brilharem. Mas o resultado não é melhor do que as novelas. Melun 2020 (2,5/5)
A Casa de Mãe Joana (Hugo Carvana, 2008), produzido por Martha Alencar (Globo Filmes), roteiro de Paulo Halm, com José Wilker, Paulo Betti, Antônio Pedro, Pedro Cardoso, Juliana Paes, Laura Cardoso, Fernanda de Freitas, Cláudio Marzo, Agildo Ribeiro e Malu Mader.







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