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25.6.22

Buchanan Rides Alone (Budd Boetticher, 1958)

Belo western sobre um cowboy solitário que regressa a casa, no Texas, mas pelo caminho encontra uma povoação em que uma família tem o poder absoluto sobre todos. Buchanan vai meter-se onde não é chamado... Paris 2022 Cinémathèque 3,5/5

16.11.21

Party Girl (Nicholas Ray, 1958)

Um dos Nicholas Ray menos interessantes que conheço, apesar de Cyd Charisse (como party girl e dancing girl). O filme termina bem para o casal protagonista (que insosso Robert Taylor!), longe do negrume de outros filmes de Ray. Paris 2021 Christine 3/5

31.3.19

The Quiet American (Joseph L. Mankiewicz, 1958)

Cartaz da reprise, març de 301
Apesar de ter visto este filme uma única vez há mais de 20 anos nunca o esqueci. Não tem estrelas (só conheço Michael Redgrave) e adapta um daqueles famosos romances do pós-guerra de Graham Greene que mostra a ambivalência dos países e dos indivíduos nas regiões de grande instabilidade política ou em guerra. Neste caso trata-se do Vietnam, a braços com uma guerrilha comunista e com a presença atenta de americanos e franceses instalados no território. É um dos melhores filmes que conheço sobre este género de conflitos. Paris FQL 3/5

5.11.16

The Reluctant Debutante (Vincente Minnelli, 1958)

O cinema Christine 21 está a passar um ciclo dedicado a Vincente Minnelli, um dos realizadores que pretendo conhecer integralmente. Mas The Reluctant Debutante (1958) é uma comédia insípida, a anos-luz dos dois filmes magistrais que fez no mesmo ano: Some Came Running e Gigi. Até os atores são insípidos nesta comédia sobre a tradição londrina dos bailes de debutantes: Rex Harrison, Kay Kendall, John Saxon, Sandra Dee e Angela Lansbury. Tive a sorte, cada vez mais rara, de ver este filme em CinemaScope projetado em 35mm. Paris 3/5

10.9.15

The Young Lions (Edward Dmytryk, 1958)

Foi à época uma superprodução a preto e branco e em cinemascope, que reuniu três estrelas masculinas para traçar o destino de três soldados, um alemão (Brando louro) e dois americanos, durante a segunda guerra. Gostei pouco do filme, e talvez o problema seja o romance de Irwin Shaw (1948) que está na sua origem. Uma trama que não recua no elogio dos americanos e que recorre a demasiados lugares comuns. E a direção de atores não é a melhor, pois nem Brando, nem sobretudo Clift estão à altura do que sabiam fazer. Le Desperado 2,5/5