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16.6.25

Cinema COREIA 2020s

No Other Choice (Park Chan-wook, 2025)
The Great Flood (2025)
VISTO Porto 21.12.2025 Netflix 2/5

A NORMAL FAMILY (2023)
REALIZADOR Hur Jin-ho ARGUMENTO Park Eun-kyo, Park Joon-seok, baseado no romance The Dinner (Herman Koch, 2009) PRODUÇÃO Kim Won-kuk Starring Sul Kyung-gu Jang Dong-gun Kim Hee-ae Claudia Kim ESTREIA 14.09.2023 (Toronto IFF)
Ce que cette nature te dit (Hong Sang-Soo, 2025)
Paris 15.12.2025 L'Archipel 3/5
(2025)
La Voyageuse (Hong Sang-Soo, 2020)
Paris 04.01.2025 Le Reflet Médicis 2/5


In Water (Hong Sang-Soo, 2023)
Paris 01.07.2024 Reflet Médicis 2/5
De nos jours... (Hong Sang-Soo, 2023)
Paris 09.2023 L'Archipel 2.5/5
Walk Up (Hong Sang-Soo, 2022)
Paris 2024 Reflet-Médicis 3/5
A Romancista e o seu Filme
Filme de Hong Sang-soo, 2022)

Juste sous vos yeux (Hong Sang-Soo, 2021)
Paris 09.2022 Reflet Medicis 4/5

La Femme qui s'est enfuie (Hong Sang-Soo, 2020)

1.7.24

Hong SANG-SOO 2020s

Ce que cette nature te dit (Hong Sang-Soo, 2025)
VISTO 15.12.2025 L'Archipel 3/5
(2025)
La Voyageuse (Hong Sang-Soo, 2020)
REALIZADOR: ARGUMENTO: ELENCO:  Isabelle Huppert, Lee Hye-young, Kwon Hae-hyo ESTREIA: 22.01.2025 (França) No Comboio 07.08.2025 AS AVENTURAS DE UMA VIAJANTE NA COREIA DO SUL (Portugal) VISTO: Paris 04.01.2025 Le Reflet Médicis 2/5

In Water (Hong Sang-Soo, 2023)
TÍTULO: In Water (2023) REALIZAÇÃO: Hong Sang-soo ARGUMENTO: Hong Sang-soo GÉNERO: Drama     ORIGEM: Coreia do Sul ESTREIA: 12.04.2023 (Coreia do Sul) 26.06.2024 (França) ELENCO: Shin Seok-ho, Ha Seong-guk e Kim Seung-yun
VISTO: Paris 01.07.2024 Reflet Médicis NOTA: 2/5
De nos jours... (Hong Sang-Soo, 2023)
EF 19 07 2023
V2023 setembro L'Archipel 2.5/5
Walk Up (Hong Sang-Soo, 2022)
Paris 2024 Reflet-Médicis 3/5

Um consagrado realizador coreano, acompanhado da filha (que não via há cinco anos), visita uma antiga amiga para lhe pedir que seja professora de Design da filha. Essa amiga é proprietária orgulhosa de um pequeno prédio que agrada muito ao realizador. Ele não seduz a amiga, mas uma jovem que esta lhe apresenta, e que tem um restaurante no dito prédio. Nesse prédio passa-se toda a ação. Não faltam as típicas cenas de Sangsoo de refeições e bebedeiras que estimulam novas relações mas também o fim dessas relações. O cartaz (abaixo) do filme é muito feliz porque sugere o essencial do que se passa no filme.

A Romancista e o seu Filme (2022)
Filme de Hong Sang-soo

Midas Filmes 14 09 2023

Juste sous vos yeux (Hong Sang-Soo, 2021)
Outro filme minimalista e maravilhoso de Sang-Soo. Uma bela mulher volta à Coreia natal para estar com a irmã e o sobrinho, que não vê há muitos anos. Sabem pouco uns dos outros e os únicos familiares que lhe restam não sabem as razões dolorosas que a trouxe de volta. Ela vai revelar esse segredo a um realizador que pretende fazer um filme com ela. Paris 09.2022 Reflet Medicis 4/5

La Femme qui s'est enfuie (Hong Sang-Soo, 2020)

Sang-Soo desta vez fez um filme inteiramente no feminino. Os homens são figurantes e não saem nada bem das conversas que Kim Min-Hee (atual musa do realizador) tem com amigas que não via há muito tempo. Falam da vida de casada e do passado de solteira. Sempre com uma bebida na mão e o cinema por perto. Uso de Prata para o melhor realizador em Berlim deste ano. Paris 10.2020 Les Halles 2,5/5

29.9.20

Hong Sang-Soo 1990s

Le Pouvoir de la province de Kangwon (Hong Sang-Soo, 1998)

Um professor na ressaca de um caso amoroso mal-resolvido viaja com um amigo. Mas não consegue esquecer a namorada, que também resolveu viajar para o mesmo local. O filme menos interessante que vi do jovem mestre coreano. Paris 2020 Reflect Médicis 3/5

7.9.20

Hong SANG-SOO 2010s

Hotel By The River (Hong Sangsoo, 2018)

Uma tragédia familiar num hotel à beira rio. Dois irmãos vão encontrar-se  com o pai, um poeta célebre, no hotel em que este está hospedado. Ele é reconhecido e celebrado por uma empregada do hotel e duas clientes, mas os filhos vêem o pai como alguém que abandonou a família e os traumatizou de alguma forma. Argumento simples e mais dramático do que habitualmente em Sangsoo. Paris 09.2020 Lucernaire 3/5

GRASS (2017)
Num café, casais e amigos falam, discutem, saem do café e regressam, leem e escrevem. O espaço, elogiado por alguns, está à disposição deles, não vemos os empregados, nem temos uma visão geral do café. Nem este nem as ruas nem o bairro têm o glamour de Paris (muito longe disso), mas é no cinema de Rohmer que pensamos ao vermos a ação de um filme ser até este ponto iluminada e formada pela fala. Uma das personagens é escritora e parece inspirar-se nas conversas e vivências a que assiste no café, mas um dos clientes percebe e interpela-a. Paris 01.2019 Sala Le Reflet Médicis 3/5
La Caméra de Claire (Hong Sang-Soo, 2017)
Ocorre-me muitas vezes pensar que o cinema terá sido inventado para glorificar a beleza feminina. Este e outros filmes de Sang-Soo têm-me seduzido em primeiro lugar pela beleza estonteante de Kim Min-Hee, a musa do momento do realizador. Com Min-Hee qualquer argumento por mais mínimo que seja se torna interessante. Em La caméra de Claire, duas mulheres (Min-Hee e Isabelle Huppert) encontram-se nas ruas de Cannes e tornam-se boas amigas. Uma perdeu o emprego outra o companheiro, ambas estão com a mesma disponibilidade para a partilha de afetos. Mesmo nos seus filmes menores, Sang-Soo surpreende e encanta. Paris 03.2018 L'Arlequin 3,5/5
On the Beach at Night Alone (Hong Sang-Soo, 2017)
A tristeza imensa deste filme, que surpreende um pouco no cinema de Sang-Soo, perturbou-me. Ouvimos ao longo do filme um quinteto de Schubert, mas é igualmente a sua Viagem de Inverno (Winterreise) que me vem à mente, pois a história passa-se no inverno, na Alemanha e na Coreia do Sul, e centra-se nas visitas da jovem atriz Kim Min-Hee aos amigos, o que dá lugar àquelas cenas, típicas do realizador, de refeições bem regadas a álcool, sob o efeito do qual o humor dos convivas muda radicalmente. E que procura Min-Hee? Morrer com elegância, ela insiste. E assim estas visitas parecem ter um ar de despedida... Paris 01.2018 Reflet-Médicis 3,5/5

Le Jour d'après (Hong Sang-Soo, 2017)
Quando assistia ao último filme de Sang-soo, que estreou ontem em França, dei por mim a pensar nas semelhanças com o último filme de Philippe Garrel, estreado na semana anterior: número reduzido de personagens e de locais onde estes circulam, a infidelidade como tema central da trama, o don juanismo de uma das personagens principais (uma jovem mulher em Garrell, um homem de meia-idade em Sang-soo), o preto e branco da fotografia. Preferi Garrell, mais desesperado, mais negro. O coreano marca-nos pela leveza com que trata questões profundas (a filosofia de vida de uma das personagens defende que nada é verdadeiramente grave) e o humor está sempre à espreita. Um crítico e editor de livros respeitado no seu país vê-se envolvido com três mulheres, que unanimamente o consideram um cobarde, embora não desistam dele. Um dos filmes do ano. Paris 06.2017 4/5

Yourself and Tours (Hong Sang-Soo, 2016)
Yourself and Yours é a décima-oitava longa-metragem do coreano Hong Sang-soo. E é um dos seus filmes mais enigmáticos e também mais inspirados. Dois namorados brigam e separam-se por um tempo.  Enquanto ele sofre e deprime, ela multiplica os encontros com vários homens (mais velhos, quarentões) mas não se envolve com nenhum pois, devido a surtos de amnésia, não os reconhece no encontro seguinte. Ela bebe e esquece muito. O namorado, para tê-la de volta, terá de aceitar as suas condições. O filme, como outros do realizador coreano, permite várias leituras. Paris 02.2017 Le Reflet-Médicis
Right Now, Wrong Then (Hong Sang-Soo, 2015)
O último filme de Hong Sangsoo é aquele em que senti, pela primeira vez, que o método do realizador não me seduzia. Método? Talvez. A mesma história é apresentada duas vezes seguindo o ponto de vista de diferentes personagens. Portanto, duas histórias diferentes. Um jovem realizador chega a uma pequena cidade para fazer uma conferência após a exibição de um dos seus filmes. Na única noite que passa na cidade conhece uma jovem e alguns dos seus amigos. Cenas de sedução, de café, de restaurante e de bebedeira surgem sempre nos filmes do realizador coreano. Mas pela primeira vez não achei muita graça a tudo isso. Paris 03.2016 3/5
Hill of freedom (Hong Sang-Soo, 2015)
Complexo e simples ao mesmo tempo: mais uma vez Hong Sangsoo no seu melhor. Um jovem japonês envia uma carta de amor a uma jovem coreana que tinha cohecido há algum tempo. Enquanto a jovem lê a carta, o apaixonado está hospedado numa pensão perto da casa dela. Entretanto ele vai conhecendo alguns coreanos do bairro. Paris 09.2015 L'Archipel 4/5

4.12.16

Park CHAN-WOOK

No Other Choice (Park Chan-wook, 2025)
REAL Park Chan-wook  PROD Park Chan-wook, Back Ji-sun, Michèle Ray-Gavras, Alexandre Gavras  ARG Park Chan-wook, Lee Kyoung-mi, Lee Ja-hye, Don McKellar ELENCO Lee Byung-hun, Son Ye-jin, Park Hee-soon, Lee Sung-min, Yeom Hye-ran, Cha Seung-won, Yoo Yeon-seok, Yoon Ga-i, Oh Dal-su ORIG Coreia do Sul, França ESTREIA 29.08.2025 (F. Veneza) Alambique 12.02.2026 SEM ALTERNATIVA (Portugal) Paris 17.02.2026 Beaubourg 2.5/5

Mademoiselle (Park Chan-wook, 2016)
Park Chan-wook adapta um romance britânico (de Sarah Waters, 2002) e apresenta um thriller erótico polvilhado de muito sadismo. Uma jovem vai ser criada pessoal de uma mulher rica, que vive fechada numa mansão na Coreia durante a ocupação japonesa nos anos 30. O objetivo da criada, e de um seu comparsa, é ficar com a fortuna desta família rica e excêntrica. O filme tem a beleza imponente dos filmes de Chen Kaige, e a história cheia de curvas segue-se com surpresa e prazer, mas é um prazer que termina assim que o filme acaba. Tantas surpresas no argumento cansam-me e é daqueles filmes que dificilmente voltarei a ver. Paris 12.2016 3/5
Stoker (Park Chan-wook, 2013)
Bloody thriller. Kidman arrasa mais uma vez! Paris 10.2013 3/5