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21.4.22

Claude LELOUCH

FINALEMENT (2024)
REALIZADOR: Claude Lelouch ARGUMENTO: Claude Lelouch MÚSICA: Ibrahim Maalouf ELENCO: Kad Merad, Elsa Zylberstein, Michel Boujenah, Sandrine Bonnaire, Barbara Pravi, Françoise Gillard, Marianne Denicourt, Françoise Fabian PRODUÇÃO: Les Films 13 ESTREIA: 13.11.2024 (França) VISTO: Melun 19.11.2024 Les Variétés NOTA: 2/5
CLAUDE LELOUCH, LA VIE EN MIEUX (2024)
REALIZADOR: Elise Badouin ESTREIA: TV 15.11.2024 FRANCE 5

L' AMOUR C'EST MIEUX QUE LA VIE (2021)
Um Lelouch fraquinho, com personagens e sentimentos que cheiram um pouco a mofo... Uma empresária de escort girls arregaça as mangas e resolve seduzir um velhote de modo a que este tenha uma derradeira paixão na vida (trata-se de um serviço pago). Mas a paixão acontece realmente... Com Sandrine Bonnaire, Gérard Darmon, Ary Abittan e Philippe Lelouche. Paris 2022 Lyon-Bastille 2/5
LA BONNE ANNÉE (1973)
REALIZADOR: Claude Lelouch ARGUMENTO: Claude Lelouch ELENCO: Lino Ventura, Françoise Fabian, Charles Gérard, André Falcon  PRODUÇÃO: Les Films 13 (Paris), Cineriz (Milan) ESTREIA: 13.04.1973 (França) 23.10.1973 VISTO: Paris 8.12.2024 Mac-Mahon NOTA: 3/5

UN HOMME ET UNE FEMME (1966)
Un homme et une femme (1966) é um filme mítico, de culto, do cinema francês. Desde sempre ouvi falar dele como um sucesso popular memorável, mas não sabia que recebera tantos prémios; a Palma de Ouro, o Oscar e o Golden Globo para melhor filme estrangeiro, e mais 39 prémios (diz-nos o genérico desta reposição em versão restaurada). Conta a história de amor entre um homem e uma mulher viúvos (Anouk Aimée e Jean-Louis Trintignant), cada um com uma criança, que são colegas de pensionato em Deauville. O filme é bonito e a banda sonora de Francis Lai é justamente famosa, mas a sua estética está um tanto ultrapassada e o filme por vezes é aborrecido. Paris 11.2016 L'Arlequin 3/5

10.1.21

Régis WARGNIER

Metz 1948

FILMOGRAFIA:
LA RÉPARATION (2025)

9º LE TEMPS DES AVEUX (2014)

8º LA LIGNE DROITE (2011)

7º PARS VITE ET REVIENS TARD (2007)

6º MAN TO MAN (2005)

5º EST-OUEST (1999)
REALIZAÇÃO: Régis Wargnier ARGUMENTO: Roustam Ibraguimbekov, Sergueï Bodrov, Louis Gardel e Régis Wargnier FOTO: Laurent Dailland MÚSICA: Patrick Doyle PAÍS: França, Rússia, Ucrânia, Bulgária, Espanha, Portugal, Brésil ESTREIA: 1.09.1999 (França) ELENCO: Oleg Menchikov, Sandrine Bonnaire, Catherine Deneuve, Sergueï Bodrov VISTO: VC 21.08.2024 DVDTECA

4º UNE FEMME FRANÇAISE (1995)

3º INDOCHINE (1992)
ESTREIA: 15.04.1992 (França) 22.01.1993 (Portugal) DVDTECA 

2º JE SUIS LE SEIGNEUR DU CHÂTEAU (1989)

Je suis le seigneur du château é o segundo filme de Régis Wargnier e adapta livremente um romance de Susan Hill. Os protagonistas são dois rapazes que mantêm uma relação de ódio que nasce quando um deles, com a mãe (Dominique Blanc), vai viver no castelo do outro rapaz, que vive só com o pai (Jean Rochefort). Os adultos apaixonam-se mas os rapazes dificilmente ultrapassam os diferendos entre eles. Melun 12.2020 TV 2,5/5

1º LA FEMME DE MA VIE (1986)

8.10.17

Le Ciel de Paris (Michel Béna, 1991)


Assisti hoje a uma sessão de cinema muito, muito especial, proposta pelo cineclube 7e Genre. Le Ciel de Paris (1991) é a única longa-metragem de Michel Béna, que foi assistente de André Téchiné e morreu de Sida meses antes de o seu filme estrear. Um dos protagonistas, o ator Marc Fourastier, também morreria da mesma doença poucos anos depois e este é, parece-me, o seu único filme. Claro que o grande nome aqui é Sandrine Bonnaire, que faz de Suzanne (mais uma vez, como em A nous amours, de Pialat), uma mulher dividida entre dois amigos (Marc Fourastier e Paul Blain) por eles circulando o desejo, que todavia nunca é correspondido. O tema, os atores e as cenas, lembram o cinema de Téchiné mas, ao contrário dos filmes deste, Le Ciel de Paris permanece invisível desde a estreia. Não há VHS nem DVD, nem cópia digital, apenas pode ser visto em película de 35mm como foi visto na sessão de hoje. Um filme desta qualidade e único testemunho do realizador e de um dos atores não merece cair no esquecimento como até aqui aconteceu. Paris 3,5/5

3.1.15

Quelques jours avec moi (Claude Sautet, 1988)

Um filme que foge um pouco à imagem que temos do cinema de Sautet, quase sempre dedicado à classe média. Neste filme, Martial, herdeiro de um importante grupo empresarial, vai envolver-se com uma empregada doméstica e os seus amigos, que frequentam as franjas da sociedade. Por isso, temos direito a algumas cenas caricaturais, divertidas mas desajeitadas quando dois mundos sociais opostos entram em choque. Lembrei-me de Woody Allen, muito à vontade em retratar os intelectuais nova-iorquinos, e um tanto caricatural quando investe nas camadas sociais mais baixas. Em seguida, nos seus últimos dois filmes, Sautet voltaria ao retrato das elites parisienses e faria os seus filmes mais perfeitos. Paris 4/5

28.6.14

Sans toit ni loi (Agnès Varda, 1984)


O clássico de Varda está de novo nas salas numa versão restaurada. Afinal, passam 30 anos desde que este filme foi produzido, tendo recebido o Leão de Ouro em Veneza. Mas o melhor do filme para mim é mesmo a presença de Sandrine Bonnaire, uma das minhas atrizes preferidas de sempre, uma das poucas que me faz ir ver um filme para vê-la atuar. Ganhou merecidamente o César de melhor atriz do ano. Le Champo 4/5