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4.7.21

Lee Isaac CHUNG

TWISTERS (2024)
Estreia em Portugal: NOS Audiovisuais 18.07.2024 TORNADOS


MINARI (2020)

Uma família de coreanos muda-se para o interior americano para dedicar-se à agricultura, mas as coisas não correm como esperavam. Mesmo assim, a família resiste e surgem inesperados motivos de alegria, como a recuperação da saúde do filho mais novo. Nomeado para melhor filme nos Oscars, Golden Globe, Satellite. Paris 07.2021 Les Halles 3/5

2.9.20

Roman Holiday (William Wyler, 1953)

Uma das grandes comédias românticas. Com a estreante (em Hollywood) Audrey Hepburn e o veterano galã Gregory Peck. O amor de um dia entre uma princesa e um jornalista, ambos a esconder a sua identidade. A terceira personagem é Roma, poucas vezes assim filmada. Hepburn ganhou o Oscar, o Golden Globe e o BIFA e o filme foi nomeado para melhor filme para o Oscar. Paris FQL 2007 & Christine 2020 (4/5)

11.3.19

Barry JENKINS

MUFASA: THE LION KING (2024

REALIZADOR: Barry Jenkins  PRODUÇÃO: Adele Romanski, Mark Ceryak  ARGUMENTO: Jeff Nathanson ESTREIA: NOS Audiovisuais 19.12.2024 MUFASA: O REI LEÃO (Portugal) VISTO: PV 5.01.2025 CT Garrett 

IF BEALE STREET COULD TALK (2018)
Barry Jenkins não é de todo Spike Lee. Ambos falam da violência sobre os negros na sociedade americana, mas Jenkins opta por narrativas suaves e uma estética cuidada que valorizam a beleza e o orgulho da comunidade negra, apesar do zelo evidente com que os brancos rebaixam os seus membros. Um casal muito jovem quer casar-se e formar família mas uma acusação infundada vai meter o jovem na cadeia por muitos anos. Um amor em tempo de guerra, só que aqui a guerra não faz grande barulho mas não para de fazer vítimas e feridos incuráveis (veja-se o amigo do casal que passou pela cadeia). Barry Jenkins tem pelo menos o grande mérito de trazer para o cinema o universo de James Baldwin. O argumento de Jenkins ganhou o prémio do National Board Review e Regina King levou para casa o Oscar e o Golden Globo como melhor atriz secundária. Paris 03.2019 Luminor 3/5
MOONLIGHT (2016)
Tenho tido boas surpresas com os filmes dos óscares. Moonlight é um filme maravilhoso, que vai crescendo à medida que avança, à medida que o protagonista passa da infância à adolescência e por fim à idade adulta. E a história chega a ser mais comovente quando Chiron é adulto, apesar de ficarmos a saber que se tornou num traficante de droga. Em criança e na adolescência sofria de discriminação e de bullying, como adulto deu a volta por cima e passa a dominar (no mau sentido) a vida dos outros. A sequência final, quando a sua intimidade se revela, é talvez a mais bela do filme. Ganhou o Oscar e o Globo de Ouro de melhor filme. Merecido. Paris 02.2017 NOTA: 4/5

11.12.18

Fargo (Ethan e Joel Coen, 1996)

A restauração digital de Fargo motiva a sua reposição nas salas, quase 22 anos depois de Frances McDormand (Oscar Best Actress) e dos irmãos Coen (Oscar Best Original Screenplay, Prix de la mise en scène em Cannes) terem recebido alguns dos prémios mais prestigiados do cinema. As qualidades do filme permanecem intactas, com uma história, personagens e ritmo fabulosos. E atores que nunca mais esquecemos: Frances McDormand, William H. Macy, Steve Buscemi, Peter Stormare, Harve Presnell. Um clássico a pôr ao lado dos filmes de Tarantino da mesma época. Paris Filmothèque QL 4/5
Prémio: Cannes Realizador, Oscar Atriz, Oscar Realizador N, Oscar Argumento, Oscar Filme N, GGlobe Filme N, GGlobe Realizador N, BAFTA Realizador, BAFTA Filme N, BAFTA Argumento N, César Filme Estrangeiro N, Spirit Filme, Spirit Realizador, NBR Top, NBR Atriz, NBR Realizador.

24.4.16

Quarto (Lenny Abrahamson, 2015)

Quarto (2015) parte de um fait divers terrível para desenvolver um argumento interessante. Uma jovem mãe e o seu filho vivem fechados num quarto, construído no fundo de um quintal. Sete anos antes a adolescente fora raptada e desde então mantida prisioneira, violada e dado à luz o filho. O filme ocupa-se com sensibilidade da fuga dos dois e da sua adaptação ao mundo fora do quarto. Curiosamente, ao contrário do que sugere o início da sua libertação, a adaptação da mãe será mais problemática do que a do filho. Póvoa de Varzim, Cineclube Octopus 3/5

5.2.16

The Danish Girl (Tom Hooper, 2015)

A Rapariga Dinamarquesa é o mais interessante dos filmes que conheço de Tob Hoper. O tema do filme (a identidade sexual numa época punitiva de todos os desvios à norma heterossexual) é o seu melhor (e quase único) trunfo. Oscar Best Actress in a Supporting Role para Alicia Vikander. Paris 2016: 2/5

13.7.15

Delbert MANN

Separate Tables (Delbert Mann, 1958)
Queria muito ver este filme pela peça de Terence Rattigan que o originou. Rattigan também escreveu o argumento com John Gay e John Michael Hayes. Tudo se passa em menos de 24 horas na pensão Beauregard, em Inglaterra. Os pensionistas ficam a saber pelo jornal que um deles, um suposto major tagarela, foi apanhado num cinema a seduzir algumas espetadoras, denunciado e levado a tribunal por esse motivo. Os pensionistas dividem-se entre os que defendem a sua expulsão e os que o apoiam. Mas a peça é também sobre a solidão, o sofrimento e as paixões reprimidas de quase todas as personagens. Trama mais british não podia haver. O ramalhete de atores é impressionante:  Rita Hayworth, Deborah Kerr, David Niven, Burt Lancaster e Wendy Hiller. Esta ganhou o óscar para melhor atriz coadjuvante e David Niven o óscar para o melhor ator, num papel difícil mas a meu ver mal defendido por Niven. Vila do Conde 07.2015 DVDteca 4/5

DVDTECA
Separate Tables (1958)
The Thrill of it All (1963)

27.3.14

Edmund GOULDING


Em The Great Lie, Edmund Goulding dirige Bette Davis num papel simpático (coisa rara naquele momento da carreira da atriz), acompanhada por George Brent e Mary Astor. Esta foi convidada para o filme por Bette e acabou por ganhar o óscar da melhor atriz secundária. Ao receber o óscar Mary Astor agradeceu a Bette Davis e a... Tchaikovski (ela interpreta no filme uma pianista). VC 2,5/5