Um casal (inspirado nos pais do realizador) é apanhado nas malhas da guerra fria entre o Leste europeu comunista e a Europa democrática, mas o seu amor não esmorece. Primeiro juntos na Polónia, depois separados entre a pátria e Paris, encontros fugazes na Jugoslávia, juntos em Paris, depois juntos na Polónia, por fim juntos na eternidade. Que bela históra de amor em tempo de guerra, filmada em preto e branco, com a música popular tradicional como matéria de ficção (ele é músico, ela é cantora, a música expõe e consagra o regime político, está ao serviço da revolução). Muito bom. Paris 2018 (4/5)
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22.11.18
16.2.16
Une aussi longue absence (Henri Colpi,1961)
Une aussi longue absence recebeu ex-aequo a Palme d'or du Festival de Cannes com Viridiana de Buñuel. Nada a ver. Viridiana tornou-se um clássico desde então celebrado. O filme de Colpi caiu no esquecimento e foi agora restaurado e reposto nas salas. Sendo uma obra bem feita, com argumento de Henri Colpi, Marguerite Duras e Gérard Jarlot, está longe, muito longe, dos melhores filmes italianos e franceses da época. Alida Valli e Georges Wilson interpretam um casal que a guerra separou e que a amnésia do homem impede que volte e reunir-se. Paris 2016 Le Champo 3/3
27.11.13
Il y a longtemps que je t'aime (Philippe Claudel, 2007)
Estreou esta semana o novo filme de Philippe Claudel, um romancista e realizador francês com um largo público em França. Não devo ver o filme, intitulado Avant l'hiver, mas vi o seu filme de 2007, Il y a longtemps que je t'aime, com Kristin Scott Thomas, de que gostei bastante. 77Claudel adaptava o seu próprio romance, e tanto este como o filme fizeram considerável sucesso. Kristin teve, a meu ver, o papel da sua vida (e não esqueço o seu trabalho no Paciente Inglês). Paris 3/5
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