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22.4.26

Piranha (Joe Dante, 1978)

TÍTULO: Piranha (1978) REALIZAÇÃO: Joe Dante ARGUMENTO: John Sayles (baseado numa história de Richard Robinson e Sayles) PRODUÇÃO: Jon Davison, Roger Corman MÚSICA: Pino Donaggio GÉNERO: Terror     ORIGEM: EUA - Japão ESTREIA: 11.01.1979 PIRANHA (Portugal) ELENCO: Bradford Dillman, Heather Menzies, Kevin McCarthy, Keenan Wynn, Barbara Steele, Dick Miller VISTO: Melun 2021 TV DVDTECA
NOTA: 3.5/5 Gostei deste filme quase tanto quanto do filme que o inspirou: Jaws (Steven Spielberg). As cenas com as piranhas no fundo do rio são tão ridículas que até fazem rir, mas a gestão do suspense Dante aprendeu com Spielberg. É o melhor do filme. Sabemos que as piranhas vão atacar e mal as vemos, mas o que excita o espectador é a forma como as pessoas se lançam alegremente à água em massa (como as piranhas!) e se oferecem aos pequenos monstros. Um filme série B marcante. Nomeado ao prémio Saturn de melhor filme de terror. Melun 2021 TV 3,5/5

18.2.21

Foul Play (Colin Higgins, 1978)

FOUL PLAY (1978)
Uma comédia romântica sobre uma loira ingénua que é perseguida por grandes criminosos que planeiam assassinar o Papa. Ela ficou acidentalmente com uma prova do crime que está para ser cometido. Para além da loira em perigo o filme cita ainda Hitchcock na sequência final em que o Papa seria assassinado durante a representação da opereta The Mikado de Gilbert and Sullivan. Com Goldie Hawn, Chevy Chase, Dudley Moore, Burgess Meredith, Eugene Roche, Rachel Roberts, Brian Dennehy e Billy Barty. O filme teve várias nomeações aos prémios Golden Globes. Melun 02.2021 TV 3,5/5
PALMARÉS Golden Globe nomeações: Filme, Argumento, Ator, Atriz, Canção, Oscar nomeação: Canção

29.1.18

Manhattan (Woody Allen, 1978)

George Gershwin. Dianne, Meryl & Mariel. Brooklyn Bridge. Aurora & tempestade. Manhattan. New York Planetarium. Central Park. Black & White Cinemascope. Elaine's neon. Porsche ("I hate cars"). and so on. Paris 05.2017 FQL 5/5

Manhattan é um filme a que eu volto sempre com prazer. E um dos Woody Allen vintage, que capturou como ninguém os intelectuais de Nova Iorque dos anos 1970. Neste filme aparecem três atrizes que marcaram esses anos: Diane Keaton, Meryl Streep e Mariel Hemingway. São elas o centro do filme, são elas a obsessão da personagem de Woody Allen. Não se trata de um retrato de grupo, apesar das muitas cenas de grupo, mas da instável vida amorosa do protagonista. Tudo banhado pelo som de Gershwin. Paris 06.2015 Le Desperado 5/5

Manhattan (Woody Allen, 1978), produzido por Charles H. Joffe, argumento (nomeado ao Oscar) de Allen e Marshall Brickman, com Woody Allen, Mariel Hemingway (nomeada ao Oscar), Michael Murphy, Diane Keaton, Meryl Streep, Anne Byrne, músicas de George Gershwin, *BAFTA Award for Best Film.






6.3.15

I Spit on Your Grave (Meir Zarchi, 1978)

Vi este filme de culto na cinemateca francesa nas sessões duplas de cinema bis. Foi uma surpresa, a começar pela protagonista Camille Keaton, neta de Buster Keaton, uma das mais belas mulheres que vi no cinema. O filme chamou-se inicialmente Day of the Woman e quando foi relançado nas salas em 1980 ganhou o nome por que ficou conhecido. Teve um remake em 2010. I Spit on Your Grave pertence ao sub-género dos rape and revenge films: neste caso uma jovem e bela mulher a passar férias sozinha numa casa de campo é violada por um grupo de homens e depois vinga-se deles. O filme é muito violento e por vezes força os limites do que é suportavel ver. Foi considerado um dos piores filmes de sempre, o que pode ser um motivo para o ver. Tenho visto filmes menos interessantes do que este. Cinemateca francesa 2/5

16.10.14

Blue Collar (Paul Schrader, 1978)


Paul Schrader é um dos grandes nomes do novo cinema americano dos 70s, sobretudo como argumentista (assinou os clássicos Taxi Driver e Obssession). Em 1978 realizou o seu primeiro filme, Blue Collar, que agora foi reposto em Paris em cópias novas. O filme é uma surpresa para quem conhece a carreira de Schrader como realizador. Este filme é a cara do cinema liberal, comprometido, crítico da década de 1970. É sobre três colegas sindicalizados que descobrem a traição do seu sindicato e acabam massacrados pelo sistema. Um filme tão atual! Operários que lutam para manter o emprego, que lutam para manter uma família ligeiramente acima da miséria material, mas que também têm os seus vícios e escapadelas à vida conjugal. Mas todos parecem conspirar contra eles, por serem pobres, ou operários ou negros ou ex-presidiários, e na linha da frente da exploração estão os sindicatos. Com a dupla Harvey Keitel e Richard Pryor. Paris 2014 Reflet Médicis 3,5/5