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2.8.26

Sunshine (István Szabó, 1999)

SUNSHINE (1999)
DVD LNK Portugal 2003
DVDTECA

Being Julia (István Szabó, 2004)


AS PAIXÕES DE JÚLIA
Estreia em Portugal: 24 02 2005

Paris 2023 Filmothèque QL 4/5
TV 2006 3.5/5

BEING JULIA (2004)
AS PAIXÕES DE JÚLIA
Estreia em Portugal: 24 02 2005

Paris 2023 Filmothèque QL 4/5
TV 2006 3.5/5

 As Paixões de Júlia
DVD LNC
DVDTECA

Delta (Kornél Mundruczó, 2008)

Delta (Kornél Mundruczó, 2008)
EST 2.02.2008 (F. Hungria) Prémio FRIPESCI F. Cannes VISTO Paris 03.2009 Hautefeuille 

Sátántangó (Béla Tarr, 1994)

Sátántangó é na origem um romance famoso de László Krasznahorkai (1985), que o adaptou para cinema com o realizador Béla Tarr. Fala de uma quinta coletiva num país comunista da qual todos fogem, sem esperança quanto à vida que poderão ter nessa terra. Alguns hesitam e ficam. O filme de Tarr consegue representar toda a complexidade política e social desta história de Krasznahorkai mas é uma prova à paciência do cinéfilo. Vi apenas a primeira parte das três (que totalizam sete horas) que estão no cinema numa cópia imaculada, mas é incerto que veja o filme por inteiro... Paris 03.2020 Le Reflet Médicis 3/5

Diário Íntimo (Márta Mészáros, 1984)

Diário Íntimo (Márta Mészáros, 1984)
EST 05.1984 (F. Cannes, *Grande Prémio do Juri) 7.12.1984 (Portugal) VIS 2024 DVDteca

Elles Deux (Márta Mészáros, 1977)

Elles Deux (Márta Mészáros, 1977)

REALIZAÇÃO Márta Mészáros ELENCO Marina Vlady ESTREIA 5.10.1977 (New York Film Festival) VISTO Paris 2901.2026 Le Grand Action

Miklós Jancsó

Miklós Jancsó na Cinémathèque
Costumo ir às sessões de cinema B da Cinemateca Francesa e geralmente tenho boas surpresas. Na verdade é o elemento surpresa que me atrai a essas sessões sempre tão concorridas. Como a Cinemateca está a apresentar uma retrospetiva de Miklós Jancsó, uma sessão dupla de cinema B foi-lhe dedicada. Mas foi uma grande desilusão. Quem me dera ter ido antes ver um velho clássico de Hollywood, mesmo de terceira categoria. La Pacifista (1970), protagonizado por Monica Vitti, é um dos piores filmes que conheço. Vizi privati, pubbliche virtù (1976), que passou por Cannes, é mais interessante. São bem filmes dos anos 70, de um realizador do Leste das ditaduras comunistas. Em ambos os filmes são encenados desafios desregrados aos poderes instituídos: no filme La Pacifista a democracia capitalista contemporânea é alvo de um belicoso grupo neo-fascista e em Vizi privati o império austro-húngaro é minado por dentro pela vida dissoluta do herdeiro do trono (que é morto a mando do próprio pai). La Pacifista: 1/5 & Vizi privati, pubbliche virtù: 2/5

Os Oprimidos (Miklós Jancsó, 1966)

Considerado o melhor filme de Miklós Jancsó, Os Oprimidos é de facto um filme impressionante que representa bem, do ponto de vista temático e formal, as novas vagas do cinema do leste europeu. Com meios escassos e uma fabulosa fotografia a preto e branco, o filme conta o massacre pelo governo de Viena dos participantes no movimento nacionalista da Hungria de 1860. Como a Hungria em 1966 vivia sob o jugo soviético este filme não deixa de ser impertinente para os poderes da altura... EST 6.01.1966 (Hungria) 21.11.1974 OS OPRIMIDOS (Portugal) Paris 11.2015 Le Reflet Médicis 4/5

14.4.26

Encounters with Vilmos Zsigmond (Pierre Filmon, 2016)

Close Encounters with Vilmos Zsigmond é uma bom documentário sobre sobre o diretor de fotografia húngaro que foi uma figura-chave no cinema novo americano dos anos 70/80. Trabalhou com De Palma, Cimino, Woody Allen, Spielberg, Boorman, Altman, Schatzberg, entre outros. O realizador francês Pierre Filmon acompanhou Vilmos na sua estadia em Paris e numa visita à Hungria e fez um retrato justo e inédito de tão importante artista. Gostei muito de ver atores como Isabelle Huppert, John Travolta e Nancy Allen a recordar o trabalho de Vilmos e dos realizadores dos respetivos filmes e também dos momentos em que se apresentam pormenores técnicos do seu trabalho. Fiquei curioso por conhecer o telefilme que Ivan Passer fez com Vilmos sobre Staline. Não foi fácil convencer Vilmos a deixar o cinema para se dedicar à televisão em 1992, quando a Rússia estava a passar por grandes transformações. O relato das filmagens na Rússia é um dos momentos altos do documentário, assim como a visita de Vilmos à sua terra natal (se bem que ele se sinta mesmo é americano). Paris 11.2016 Grand Action 3/5

17.11.15

O Filho de Saul (László Nemes, 2015)

Um filme da Hungria que está a fazer um grande sucesso em França. Passa-se num campo de concentração nazi e o protagonista "trabalha" nos crematórios e tem a vida a prazo porque em breve será igualmente eliminado. Mas entre os corpos que é preciso limpar e queimar encontra o do seu filho... e vai fazer tudo para que a criança tenha o tratamento religioso devido de acordo com a religião. Um bom filme mas muito perturbante. Paris 11.2015 Odéon 3/5
PALMARÉS 
Oscar F.Estrangeiro
GGlobe F.Estrangeiro
César F.Estrangeiro Nom.
BAFTA Filme