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22.7.26

One From the Heart (F. F. Coppola, 1982)

One From the Heart (F. F. Coppola, 1982)

9º ONE FROM THE HEART (1982)
TÍTULO: One From the Heart (1982) REALIZAÇÃO: Francis Ford COPPOLA ARGUMENTO: Armyan Bernstein Francis Ford Coppola PRODUÇÃO:Gray Frederickson e Fred Roos // Zoetrope Studios MÚSICA: Tom Waits  GÉNERO: Musical - Romance - Drama  ORIGEM: EUA. ELENCO: Frederic Forrest, Teri Garr, Raul Julia, Nastassja Kinski, Lainie Kazan, Harry Dean Stanton ESTREIA: 23.03.1983 (Portugal) Midas Filmes 4.07.2024 Reprise, cópia digital restaurada DO FUNDO DO CORAÇÃO (Portugal) 
VISTO: Póvoa de Varzim ano?? CC Octopus, Porto 29.07.2024 Trindade NOTA: 4/5 DVDTECA

29.5.26

Poltergeist (Tobe Hooper, 1982)

REAL. Tobe Hooper ARG. Steven Spielberg, Michael Grais e Mark Victor, baseado numa história de Spielberg ELENCO JoBeth Williams, Craig T. Nelson, Beatrice Straight PROD Spielberg, Frank Marshall FOTO Matthew F. Leonetti MÚSICA Jerry Goldsmith PROD Metro-Goldwyn-Mayer, Amblin Entertainment EST 4.06.1982 (EUA) 24.09.1982 (Portugal, salas) VISTO Portugal 1982, Paris 29.05.2026 Bercy 3.5/5








16.5.24

An Officer and a Gentleman (Taylor Hackford, 1982)

Filme de Taylor Hackford
Argumento de Douglas Day Stewart
Elenco: Richard Gere, Debra Winger, David Keith, Louis Gossett Jr.

Póvoa de Varzim 1983

Produção: Paramount Pictures, Lorimar Film Entertainment

21.1.21

Death Valley (Dick Richards, 1982)

Um bom slasher movie dos anos 80. Um rapaz é apresentado ao namorado da mãe e com eles vai passar uns dias no interior americano, terra de comboys. O rapaz apodera-se por acidente de uma prova da identidade de um serial killer local, que tem conseguido fugir às aytoridades. Então esse criminoso vai procurar eliminar a criança... Melun 2021 TV 2,5/5

28.4.19

Personal Best (Robert Towne, 1982)


Personal Best (1982) é um bom filme, mas caído no esquecimento. Conta uma história de amor entre duas atletas de alta competição do pentatlo, que preparam a sua qualificação para os jogos olímpicos de Moscovo. A protagonista do filme é a mais bela e também a mais frágil das duas, interpretada pela maravilhosa Mariel Hemingway. Muito insegura, atrai as atenções e o amor não só do pai, como da namorada, do treinador e, por fim, de um jogador de pólo aquático que será o seu namorado. Com uma fotografia e uma banda sonora que não enganam ninguém quanto à década em que foi feita. Paris 5.2016 Cineclube 7ème Genre 3/5

15.2.16

Blade Runner (Ridley Scott, 1982)

Confirma-se: Blade Runner é mesmo um clássico moderno que consegue a adesão das novas gerações. Desde há semanas (meses?) que pode ser visto numa sala de Paris, pelo menos numa sessão semanal (sábado à noite). Fui vê-lo ontem e a sala estava cheia de jovens, o que não é nada habitual nas reposições de clássicos. O filme começa por conquistar-nos pela imagem e cenários, únicos e distintos entre muitos, e cria uma atmosfera também ela única, decadente, de fim de mundo. O curioso é que o filme não parece ter muito mais para nos dar. A história é sumária: um exterminador (Harrison Ford) tem de suprimir alguns replicantes, mas apaixona-se por uma das vítimas. As questões que a história (de Philip K. Dick) sugere é que são interessantes. Os homens-robot são fabricados com um curto prazo de vida e o achado do filme é quando eles tomam consciência dessa finitude e da tristeza (e medo) que passam a sentir. Paris 4/5

4.6.14

White Dog (Samuel Fuller, 1982)



Um cão foi treinado para atacar e matar negros. É um white dog. Uma jovem atriz atropela e depois adopta esse cão sem conhecer a sua especialidade. Quando ela sabe que tem em casa um white dog, fará tudo para poupá-lo à morte certa. Um domador negro propõe-se então reabilitar o cão.
Esta obra-prima de Fuller acaba de ser relançada nas salas parisienses, em cópia nova, na sala Le Grand Action (que edita o folheto acima). White Dog, de 1982, foi produzido rodeado de grande polémica, e não estreou nos EUA na época, tendo apenas estreado em poucos países (como a França). É um dos grandes filmes dos anos 1980. Fuller e Curtis Hanson escreveram o argumento a partir do romance francês de Romain Gary e Ennio Morricone assinou a fantástica banda sonora. Morricone encontra os acordes perfeitos para os momentos de ataque do cão e para os momentos do seu treino pelo domador. Mas o melhor é mesmo a história que é contada e a reflexão sobre a História americana, marcada pelas difíceis relações raciais. Excelente. 5/5