1.5.26
Vai Que É Mole (J.B. Tanko, 1960)
28.4.26
Quilombo (Carlos Diegues, 1984)
Co-produção entre o Brasil e a França, conta a fascinante história do quilombo dos Palmares, em Pernambuco, Brasil. Foi o maior quilombo da história do Brasil. Quilombo era um território para onde fugiam os escravos e onde viviam livres, desafiando o poder colonial português. Nos Palmares surgiram mitos como Ganga Zumba e Zumbi, personagens centrais deste filme. Um filme que teve uma produção atribuladíssima, com uma rodagem de pesadelo, segundo li. Mas resultou finalmente num bom filme. Adorei ver atores como Vera Fischer, Zezé Motta, Maurício do Valle (imortal cangaceiro de Glauber) ou Grande Otelo. Participam também dois nomes da música brasileira: o soul man Toni Tornado e o grande sambista João Nogueira. As músicas (enfim, toda a banda sonora), de Gilberto Gil, tornaram-se clássicos da MPB. Quilombo (Brasil, 1984) Cinemateca Francesa (2013) 3,5/5
26.4.26
Os Três Cangaceiros (Victor Lima, 1959)
Matar ou Correr (Carlos Manga, 1954)
Matar ou correr é uma paródia do famoso western Matar ou Morrer (título brasileiro de High Noon) e de certo modo antecipa os westerns cómicos de Bud Spencer e Terence Hill. Aqui a dupla cómica é composta por Oscarito e Grande Otelo, que são promovidos (por azar) a xerife e ajudante de xerife de City Down, uma pequena povoação ameaçada pelo bandido Jess Gordon (José Lewgoy). Certamente é uma das melhores chanchadas do cinema brasileiro, com os referidos comediantes a brilharem em todas as cenas. Melun 2020: 3,5/5
Matar ou correr (Carlos Manga, 1954), comédia (chanchada) produzida por Vinicius Silva e Guido Martinelli (Atlântida), roteiro de Amleto Daissé e Victor Lima, com Oscarito, Grande Otelo, José Lewgoy, Renato Restier, Wilson Viana, John Herbert, Inalda de Carvalho, Wilson Grey, música de Luís Bonfa e Lírio Panicalli, canção: Ninguém para amar (Anísio Silva e C. Portela).



