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29.4.26

Assim Era a Atlântida (Carlos Manga, 1975)

Assim Era a Atlântida (Carlos Manga, 1975)
Um documentário muito útil sobre as chanchadas da Atlântida. Carlos Manga realiza Assim era a Atlantida (1975) numa altura em que o mercado brasileiro era inundado pelas... pornochanchadas. CAIXA Cultural Rio 2012   3,5/5

O Homem do Sputnik (Carlos Manga, 1958)

O Homem do Sputnik (Carlos Manga, 1958)

Carlos Manga realizou a melhor chanchada que conheço e duvido que haja melhor: O Homem do Sputnik (1958). É uma produção da Atlântida, o estúdio carioca que se especializou na produção de comédias populares nos anos 50 e 60. O filme começa com um 'portuga' em cima de um burro numa paisagem bucólica. Mas trata-se de uma comédia urbana, passada nas altas esferas políticas nacionais e internacionais. Os principais governos do mundo andam à caça do Sputnik, que caiu no campo brasileiro. Para o alcançarem, todas os estratagemas são válidos, incluindo enviar uma agente sósia da Brigitte Bardot. Norma Bengell fazendo de Bardot é das melhores coisas que vi no cinema brasileiro. Aparece também Jô Soares, bem novinho mas já gordinho. Uma comédia que adorava rever um dia. Rio 2012 Caixa Cultural    4/5

26.4.26

Nem Sansão Nem Dalila (Carlos Manga, 1955)

Carlos Manga foi um dos melhores realizadores das comédias populares, as chanchadas, que dominaram o cinema brasileiro nos anos 50. Nem Sansão Nem Dalila (1955) é uma das mais famosas dessas chanchadas hoje clássicas. É protagonizada por Oscarito, uma estrela maior desse tempo. É divertida, mas já vi melhores. Rio 2012 CAIXA Cultural 2012   3/5

Matar ou Correr (Carlos Manga, 1954)

Matar ou correr é uma paródia do famoso western Matar ou Morrer (título brasileiro de High Noon) e de certo modo antecipa os westerns cómicos de Bud Spencer e Terence Hill. Aqui a dupla cómica é composta por Oscarito e Grande Otelo, que são promovidos (por azar) a xerife e ajudante de xerife de City Down, uma pequena povoação ameaçada pelo bandido Jess Gordon (José Lewgoy). Certamente é uma das melhores chanchadas do cinema brasileiro, com os referidos comediantes a brilharem em todas as cenas. Melun 2020: 3,5/5

Matar ou correr (Carlos Manga, 1954), comédia (chanchada) produzida por Vinicius Silva e Guido Martinelli (Atlântida), roteiro de Amleto Daissé e Victor Lima, com Oscarito, Grande Otelo, José Lewgoy, Renato Restier, Wilson Viana, John Herbert, Inalda de Carvalho, Wilson Grey, música de Luís Bonfa e Lírio Panicalli, canção: Ninguém para amar (Anísio Silva e C. Portela).