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7.4.23

One Way Passage (Tay Garnett, 1932)

Paris 2023 Cinemathèque 3/5

Num navio entre a China e São Francisco, com paragem em Honolulu. Um prisioneiro (William Powell) é acompanhado por um agente da polícia mas isso não o impede de viver um affair romântico com uma passageira (Kay Francis). Um filme com alguma graça mas com um ator insosso como poucos (Powell). 

25.6.22

The Rise and Fall of Legs Diamond (Budd Boetticher, 1960)


A vida e morte de um chefe da Máfia que se considerava invencível, mesmo imortal (sobreviveu a muitas balas). Um noir que não ficou para a história. Paris 2022 Cinémathèque 3/5

7.6.19

The Damned Don't Cry (Vincent Sherman, 1950)

Um noir de segunda categoria mas ainda assim que se vê com grande interesse. Depois da morte do filho, uma mulher (Joan Crawford), frustrada com a vida miserável que tem, abandona a família e conquista pouco a pouco um lugar ao sol, ou melhor à sombra de um grupo criminoso. Produzido por Jerry Wald (Warner), argumento de Harold Medford e Jerome Weidman, com Joan Crawford, David Brian, Kent Smith e Steve Cochran. Paris 2019 Cinémathèque 3/5

20.5.19

This Woman is Dangerous (Felix E. Feist, 1951)

Uma mulher pertencente a um bando criminoso vai para uma clínica para fazer uma operação de risco aos olhos, onde acaba por se apaixonar pelo cirurgião. O seu bando é procurado pela polícia e ela é vigiada tanto pela polícia como por um detetive contratado pelo seu companheiro de crime. Não há momentos mortos na narrativa, tudo flui com a velocidade de um noir breve e eficiente. Com Joan Crawford, Dennis Morgan, David Brian, Richard Webb. Paris 2019 Cinémathèque 2,5/5

26.12.17

Here's Looking at You, Warner Bros. (1991)

Apesar de durar mais de 100 minutos, este documentário trata com grande superficialidade a rica história da Warner Bros.. Para além de ser apresentado por estrelas de hoje (Clint Eastwod, Barbra Streisand, Goldie Hawn), o filme apresenta os principais nomes que fizeram a história do estúdio, como Bette Davis ou Bogart, Stanley Kubrick ou Eastwood. VC2017:  2,5/5

2.12.17

Across The Pacific (John Huston, 1942)

Um filme de espionagem passado na véspera da entrada dos Estados Unidos na segunda guerra mundial. Com três grandes atores: Humphrey Bogart, Mary Astor e Sydney Greenstreet. Bogart vai impedir que os japoneses, com a ajuda de um inglês (?), lancem bombas no canal do Panamá. O melhor de tudo são as cenas de sedução entre Bogart e Astor, que parecem saídas de uma comédia romântica. Paris (2011 & 2017) 3/5

28.3.14

In This Our Life (John Huston, 1942)

Um dos filmes mais curiosos de Bette Davis. Recebido de forma muito negativa na estreia, penso que é daqueles filmes que merecem ser reabilitados. Vi-o apenas em 2009 na sala Mac-Mahon e foi uma experiência inesquecível. Por que tanta animosidade em relação ao filme, a começar pelos que nele intervieram?
James Baldwin disse um dia que Bette Davis "anda como uma negra" e que protagonizou neste filme um dos papéis mais bem recebidos pela comunidade negra de Harlem, pois ela representou como ninguém o terrível papel de uma branca racista em flagrante ação (ela interpreta uma megera que atropela uma criança e faz um condutor negro pagar pelo seu crime). Já se percebeu que Davis tem nas mãos o tipo de papel em que muitas vezes deu o seu melhor, o de malvada. Neste filme ela opõe-se à sua irmã boa, Olivia de Havilland, roubando-lhe o marido (logo no início do filme), e enfim a todos os que encontra no seu caminho. Na época, considerou-se quase insuportável ver este filme, pela crueza da personagem de Davis. E hoje? Paris 2009 Mac-Mahon 4/5 
In This Our Life (Nascida para o Mal, 1942). Com Bette Davis, Olivia de Havilland, George Brent, Charles Coburn, Dennis Morgan, Billie Burke e Hattie McDaniel


27.3.14

Dial for Murder (Alfred Hitchcock, 1954)

Desde o ano passado que esta obra de Hitchcock tem sido lançada em 3D em alguns países, tal como o realizador a concebeu. Claro que fiquei curioso em saber como o mestre tinha utilizado esta técnica da moda na época, ele que gostava de desafios formais. Não é dos melhores filmes de Hitch, mas tem Grace Kelly... Pontualmente, como quando aparece a mão da protagonista a agarrar a tesoura para atacar o assassino, a técnica 3D justifica as suas potencialidades. Muitas vezes, porém, até nos esquecemos de que estamos a ver um filme em 3D... Ainda assim o filme que mais me impressionou feito em 3D foi The Creature of the Black Lagoon, do mesmo ano do filme de Hitchcock. Paris 2014 Le Brady 3/5

24.10.13

Three on a Match (Mervyn LeRoy, 1932)

Bette Davis e Humphrey Bogart em pequenos papéis. Com este surpreendente filme compreendi como nunca antes o que foi o cinema mais negro (drogas, suicídio...) da Warner nos anos 30. Obviamente um filme anterior ao código Hays. Cinémathèque Française, verão de 2013 (4/5)