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9.12.19

Toulouse-Lautrec. Résolument moderne (Grand Palais, 2019)

Um artista que simboliza a Belle Epoque e que consagrou um certo mundo social de Paris da época: os cabarets e as suas dançarinas. Uma exposição que não privilegia a pintura porque é grande a amostra de cartazes publicitários assinados por Lautrec. Mas nas salas ao lado a intensidade da Arte sobe muito com um verdadeiro génio: el Greco. Paris Grand Palais 3/5

17.7.19

Le modèle noir. De Géricault à Matisse (Musée d'Orsay, 2019)

Os negros quase sempre tiveram um papel secundário ou meramente figurante nas artes plásticas até bem recentemente. Mas desde o início do século 19 lá foram aparecendo, e esta exposição obriga-nos a ver o que muitas vezes não víamos nos qiadros de Géricault a Matisse. E alguns modelos negros foram conhecidos na sua época, aparecendo em vários quadros de grandes mestres. Paris Musée d'Orsay 3/5

16.6.19

Quand Fellini rêvait de Picasso (Cinémathèque, 2019)

Dois criadores geniais de imagens do século 20. Nunca se encontraram, mas Fellini foi particularmente marcado por Picasso a ponto de ter efetivamente sonhado com ele... Nesta exposiçāo as imagens falam por si, dispensando as palavras. Paris Cinémathèque Française 3/5

10.12.18

Les Nadar, une légende photographique (BNF)

Les Nadar, une légende photographique é uma exposição sobre a conhecida família de fotógrafos Nadar, em particular de três dos seus membros: Félix Nadar (1820-1910), o seu irmão Adrien Tournachon (1825-1903) e o seu filho Paul Nadar (1856-1939). Bibliothèque nationale de France 3/5

27.5.17

Michelangelo & Sebastiano (National Gallery, London, 2017)

Esperava mais desta exposição, que trata da amizade e relação profissional entre Michelangelo e Sebastiano del Piombo, que foi muito influenciado pelo mestre. A exposição tem sobretudo muitas pinturas de Sebastiano, cópias de estátuas célebres de Michelangelo e também exemplos da correspondência entre os dois pintores. Londres 2017, National Gallery 3/5

3.2.17

Henri Fantin-Latour À fleur de peau (Musée du Luxembourg, 2017)

A cultura francesa de Oitocentos é inesgotável. Depois de Albert Besnard, na semana passada, descubro agora Henri Fantin-Latour. Ficou famoso pelos retratos de grupo que pintou com grandes nomes da arte da sua época. É dele, por exemplo, o único retrato de Verlaine e Rimbaud juntos; um retrato de músicos, que inclui Chabrier e D'Indy; um famosíssimo retrato com Manet e com ele mesmo, Fantin-Latour. Mas este superou-se mesmo nas naturezas-mortas de flores e frutas. Tal como nos retratos de grupo, um tanto frios e estáticos, as suas naturezas-mortas revelam uma dívida para com a pintura holandesa de Seiscentos. Fantin-Latour não é um grande pintor, um mestre, mas foi bom conhecer as suas obras. Paris 3/5

29.1.17

Expo: Ludwig Van Beethoven (2017)

Terminou hoje a exposicão dedicada a Ludwig Van Beethoven na Philharmonie de Paris. Fui um dos seus últimos visitantes. Estava a assistir a uma compilação de cenas de filmes famosos com música de Beethoven quando vieram convidar-me a procurar a saída. Cenas de filmes de Godard, Bergman, Visconti, Kubrick, Van Sant, Reiner, Tarkovski, entre outros. Poucos compositores tiveram uma fama póstuma tāo eloquente quanto Beethoven. Isso está muito bem documentado na exposicão, felizmente abundante em amostras sonoras (a audioguide é gratuito). Paris 3/5

15.1.17

De Méliès à la 3D La Machine Cinéma (2016)

Uma exposicão pequena sobre a tecnologia do cinema ao longo da sua história. Como se sabe, o cinema é uma arte particularmente dependente da ciência e da tecnologia. O que eu mais gostei de ver foi um projetor italiano de 35 e 70 mm, de 1963. Paris Cinémathèque Française 3/5

4.9.16

Eu não evoluo, viajo. José Escada retrospetiva (2016)

Trata-se da primeira exposição retrospetiva dedicada ao pintor José Escada (Lisboa, 1934-1980). Uma vida e uma carreira breves e marcadas pelas dificuldades financeiras e de reconhecimento artístico e pelo exílio (em França) por incompatibilidade com o regime de Salazar. Boa exposição, de inegável importância histórico-cultural. F. C. Gulbenkian 3/5

7.2.16

Scorsese L'Exposition

Nunca tinha visto uma exposição de cinema com tanta gente... E tantos jovens! Bem, a exposição e Scorsese merecem tal sucesso. A exposição organiza-se segundo um critério temático: a família, a amizade marcada pela fraternidade entre irmãos, a cinefilia, a música, entre outros, são temas fortes do cinema de Scorsese. Podemos ver adereços de filmagens, cartazes, fotos de filmagens, storyboards e muitos excertos dos filmes projetados em grandes ecrãs. O habitual nas exposições de cinema. Paris Cinemateca Francesa 3/5