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2.3.18

The Shape of Water (Guillermo del Toro, 2017)

O filme de Del Toro é uma das surpresas do ano. No essencial é a história de amor entre uma mulher solitária (Sally Hawkins, nomeada para o óscar de melhor atriz) e um monstro aquático encontrado pelos americanos na América do Sul e que é alvo de cobiça dos russos (vivia-se a guerra fria). O filme cruza aliás vários géneros, desde a fantasia ao drama. Eu gostei particularmente da dimensão cinéfila do filme. Este inspira-se em histórias que o cinema consagrou, como o monstro da Lagoa Negra ou a Bela e o Monstro. E um dos personagens (Richard Jenkins, nomeado para  o óscar de melhor ator secundário), homossexual e tão solitário quanto a heroina, refugia-se no passado dos musicais de Hollywood dos anos 30/40, o cinema de Betty Grable, Alice Faye e Carmen Miranda, porque todos o rejeitam no presente. Alexandre Desplat recebeu o Oscar, o Golden Globe e o BAFTA pela banda sonora. Um dos melhores filmes do ano. PV 2018 Garrett 3,5/5

17.9.17

Luc BESSON

DRACULA (2025)
REAL Luc Besson  PROD Virginie Besson-Silla, Luc Besson  ARG Luc Besson ELENCO Caleb Landry Jones, Christoph Waltz, Zoë Bleu Sidel, Matilda De Angelis, Ewens Abid, David Shields, Guillaume de Tonquédec, Haymon Maria Buttinger, Jassem Mougari, Ivan Franěk, Raphael Luce, Egor Morozov, Liviu Bora, Salomon Passariello, Joonas Makkonen, Nikita Makkojev, Jaakko Hutchings, Janne Mattila, Turre Åhl, Stavroula Karatheodorou ESTREIA NOS Audiovisuais 21.08.2025 DRACULA UMA HISTÓRIA DE AMOR (Portugal) VISTO Porto 24.08.2025 Parque Nascente 3/5

Valerian and the City of a Thousand Planets (Luc Besson, 2017)
Valérian é melhor do que o seu fracasso comercial e até crítico deixavam antecipar. É demasiado longo, é certo, mas consegue, num género tão rico em proezas visuais como é à ficção científica, surpreender de sequência em sequência no que respeita a cenários e design visual. Nem tudo devia estar já na banda desenhada que o filme adapta, pois penso que o génio de Luc Besson explica muito do que se vê no filme. E gostei da história, simples e básica típica dos filmes de série B. Paris 09.2017 3,5/5
Les Aventures extraordinaires d'Adèle Blanc-Sec (Luc Besson, 2010)

Gostei de conhecer a personagem Adèle Blanc-Sec e as suas aventuras, criadas originalmente como BD. É pelo cinema que vou conhecendo muitos heróis dos quadradinhos. Adèle Blanc-Sec é uma jovem inteligente e corajosa que é uma excepção num mundo dominado pelos homens. Ela é arqueóloga e viaja para o Egito para liderar os locais (homens) na descoberta de novos tesouros. Quando regressa à Europa, mete-se em novas aventuras, motivadas pelo surgimento de um pássaro pré-histórico. É um bom filme em que predominam a aventura e o maravilhoso. Melun 05.2021 TV 3/5

2.12.15

Suffragette (Sarah Gavron, 2015)

Os britânicos são peritos neste tipo de filmes de época, bem produzidos, interpretados, escritos, etc., mas com pouca ambição formal para além de contar o melhor possível uma história interessante. E de facto vale a pena ver Suffragette porque mostra um momento-chave do progresso da humanidade, quando as mulheres fizeram tudo, incluindo actos violentos, para conquistar o direito de votar. Fui ver o filme também por Meryl Streep, mas ela quase não aparece, apenas uns minutos, foi onde o filme mais me desiludiu. Paris 2015 Les Halles 2,5/5  
Suffragette (Sarah Gavron, 2015), escrito por Abi Morgan, com Carey Mulligan, Helena Bonham Carter, Brendan Gleeson, Anne-Marie Duff, Ben Whishaw, Meryl Streep, música de Alexandra Desplat, produção de BFI, Pathé, Film4.

4.3.15

Morten Tyldum: (2014)

Este filme deve muito do seu interesse à extraordinária e verdadeira história de Alan Turing. Por isso o argumento de Graham Moore (adptando a obra Alan Turing: The Enigma de Andrew Hodges) foi premiado com um óscar. Além dos atores, também Alexandre Desplat foi multi-nomeado . Paris 3,5/5

2.6.14

GODZILLA

GODZILLA (2014) de Gareth Edwards
Um verdadeiro filme de monstros, em que eles são mesmo os protagonistas, e não os homens. Gostei. Diverti-me. Paris 06 2014 2,5/5

20.3.14

The Monuments Men (George Clooney, 2014)

Em 1944 e 1945 os alemães estão em retirada dos países ocupados. Um grupo de especialistas em arte, liderado por americanos, quais salteadores de obras de arte perdidas (e George Clooney é o seu Indiana Jones), tentam salvar as obras da destruição ou de caírem nas mãos dos russos. O tema é interessantíssimo e a segunda guerra mundial parece inesgotável em fornecer histórias para livros e filmes. No entanto, com este material, Clooney faz a sua realização mais insípida. Para esquecer. Paris 2014 Odeon 2,5/5