REAL & ARG Ari Aster PROD Ari Aster, Ann Ruark, Lars Knudsen ELENCO Joaquin Phoenix, Pedro Pascal, Emma Stone, Austin Butler, Deirdre O'Connell, Luke Grimes, Micheal Ward, Cameron Mann, Matt Gomez Hidaka, Amélie Hoeferle, Clifton Collins Jr., William Belleau, Landall Goolsby, Elise Falanga, King Orba, Rachel de la Torre, David Pinter, Keith Jardine, David Midthunder, Christine Hughes ESTREIA 16.05.2025 (F. Cannes Competição) Cinemundo 21.08.2025 (Portugal) VISTO Paris 16.09.2025 Les 3 Luxembourg
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26.3.26
7.2.19
Two Lovers (James Gray, 2008)
Two Lovers é o meu filme preferido de James Gray. Dez anos depois da estreia pude confirmar a forte impressão que o filme me causou na altura. No início do filme, um homem jovem (Joaquin Phoenix) tenta mais uma vez o suicídio, sequela de uma desilusão amorosa. Pouco depois ele conhece duas mulheres, uma que o ama (Vinessa Shaw), outra (Gwyneth Paltrow) que o quer como confidente, mas por quem ele se apaixona perdidamente. Tal como a cabeça do protagonista, o tom do filme é grave e a luz é fria (exemplares as cenas de madrugada no cimo do prédio onde os dois amigos/amantes moram). Gray por vezes é um realizador frio, mas aqui a emoção está sempre presente. Muito bom. Paris 2019 Bercy 4,5/5
28.10.18
You Were Never Really Here (Lynne Ramsay, 2017)
Thriller escrito por Lynne Ramsay (argumento premiado em Cannes), conta a história de um homem solitário e de poucas falas (Joaquin Phoenix, Prix d'interprétation masculine em Cannes) que ganha a vida assassinando pessoas por encomenda. As coisas não correm bem quando ele descobre um esquema que envolve políticos e prostituição infantil. Então ele passa a ser o alvo a abater. Um taxi driver para o nosso tempo. Paris 11.2017 Odeon
16.3.15
Inherent Vice (Paul Thomas Anderson, 2014)
Paul Thomas Anderson é um dos realizadores americanos mais ambiciosos. Como os escritores que tentam escrever o grande romance americano (e alguns acabam conseguindo), Anderson tenta com os seus filmes fazer um retrato abrangente da sua América. Desta vez adaptou um desses grandes escritores conterrâneos, Thomas Pynchon, e fez um filme forte, marcante e complexo. O problema é que o enredo é complexo demais, pois com duas horas de filme continuam a surgir personagens novas, cada uma mais excêntrica do que outras. E por vezes tive a impressão de que a tecla da excêntricidade faz cair o filme para um exibicionismo gratuito. Tal como o protagonista Joaquin Phoenix, excelente mas cabotino, que tem uma personagem difícil de compor. Mas gostei muito de ver o filme, apesar destes senões. Paris FQL 3,5/5
20.5.14
Her (Spike Jonze, 2013)
Um verdadeiro filme de autor: produzido, escrito e realizado por Spike Jonze. Uma comédia romântica cruzada com a ficção científica. Mas uma história de amor como tantas outras, com princípio, meio e fim, entre um jovem homem e uma OS, uma criação (feminina) do computador (só com voz). O amor pode tudo. Ou apenas a crise do humano e do isolamento crescente dos seres. Original, como sempre com Jonze, mas esperava mais deste filme. Paris 2014 (3/5)
28.11.13
The Immigrant (James Gray, 2013)
Esperava mais do quinto filme de Gray. Vi todos os filmes deste importante realizador americano, tendo gostado especialmente dos dois últimos, We Own the Night (2007) e Two Lovers (2008). A história e a época escolhida (início do século XX) são interessantes, mas as personagens não cativam como nos filmes mais contemporâneos de Gray. Mais uma vez, um trio de amantes está no centro de um filme dele. Paris 2013 Max Linder 3/5
The Immigrant (2013)
Paris, 2013
3/5
Two Lovers (2008)
Paris, 2008
4/5
We Own the Night (2007)
Paris, 2007
4/5
Nas Teias da Corrupção (The Yards, 2000)
Cinemas Cidade do Porto
3/5
Viver E Morrer Em Little Odessa (1994)
Cinemas King, Lisboa, 1995
3/5
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