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31.7.26

Fahrenheit 451 (François Truffaut, 1966)

REAL François Truffaut ARG François Truffaut, Jean-Louis Richard, adaptado do romance de Ray Bradbury MUS Bernard Herrmann ELENCO Oskar Werner, Julie Christie, Cyril Cusack EST 7.09.1966 (F. Veneza) 29.12.1967 GRAU DE DESTRUIÇÃO. FAHRENHEIT 451 (Portugal, salas) VIS 1990s??
Coleção Jorge Tomé Santos

26.7.26

A Hard Day’s Night (Richard Lester, 1964)

 
Pois é. Este filme fez 50 anos em 2014. Nunca o tinha visto. É por vezes muito divertido, mas o que conta mesmo são os momentos musicais, os videoclips pioneiros que o filme propõe. É um hino à juventude e à sua energia. E sobretudo ao génio da juventude encarnado pelos Beatles. Paris 12.2014 Hautefeuille 3/5 

22.7.26

Oliver! (Carol Reed, 1968)

Oliver! (1968) é um dos melhores musicais da história e foi devidamente recompensado pelo público (foi um enorme sucesso) e pela indústria (nomeado para 11 Oscars, venceu 6, incluindo melhor filme e melhor realizador, além dos Golden Globe para o melhor filme e melhor ator, Ron Moody). O filme é académico como quase todos os musicais dos anos 60, mas é emocionante enquanto drama e cativante como musical. A música de Lionel Bart é o seu principal trunfo, anteriormente testado no teatro (o musical Oliver! é um dos mais populares de sempre). RTP1 2019 4/5  
Oliver! (1968), produzido por John Woolf (Romulus Films), realizado por Carol Reed, argumento de Vernon Harris (adapta o  musical de Lionel Bart de 1960 e Charles Dickens). Elenco: Ron Moody, Oliver Reed, Mark Lester.
Principais canções: "Food, Glorious Food", "Consider Yourself", "As Long as He Needs Me", "You've Got to Pick a Pocket or Two", "Where Is Love?", "Reviewing the Situation".

1.5.26

The Anniversary (Roy Ward Baker, 1968)

Todo o passado de megeras no cinema foi quanto Bette Davis precisou para estar no ponto para interpretar esta mãe cruel e castradora que mantém os filhos sob rédea curta. Roy Ward Baker assinou esta comédia negra para a britânica Hammer e dessa forma permitiu a Bette Davis manter-se em forma na quarta década da sua carreira. Vila do Conde 07.2015 NOTA:3/5 DVDTECA



28.7.22

Bedazzled (Stanley Donen, 1967)

É penoso quando vemos uma comédia e não conseguimos nunca rir nem sorrir. Este filme põe a conhecida história de Fausto e da venda da alma ao diabo na juvenil swinging London. É tudo muito kitch e sem graça. Paris 2022 Cinémathèque 1/5

17.5.19

Secret Ceremony (Joseph Losey, 1968)

Secret Ceremony (Joseph Losey, 1968)
Joseph Losey fez em 1968 um filme complexo, com várias leituras de foro psicanalítico, em voga na época. Uma jovem (Mia Farrow) encontra na rua uma mulher (Elizabeth Taylor) que pensa ser a sua mãe. A mulher, que perdeu uma filha, assume esse papel e passa a viver com a jovem na mansão onde esta vive sozinha. Com Elizabeth Taylor, Mia Farrow, Robert Mitchum, Pamela Brown e Peggy Ashcroft. Paris 05.2019 Le Champo 3/5

13.5.19

Berserk (Jim O'Connolly, 1966)

No seu penúltimo filme para cinema, feito em Inglaterra, Joan Crawford é a diretora de um circo que herdou do pai. Uma série de crimes desfalca o circo de alguns dos seus artistas, e a Scotland Yard é chamada a intervir. É um whodunit básico à la Agatha Christie mas as cenas de circo são boas, melhores do que o recente Dumbo. Paris Cinémathèque 2,5/5

Trog (Freddie Francis, 1969)

Joan Crawford fez os dois últimos filmes para cinema na Inglaterra. Trog é o último e é provavelmente o seu pior. É uma comédia involuntária. Descobriram numa gruta um animal com milhares de anos que parece ser um antepassado direto do homem. Algures no tempo ficou congelado (?) daí ter chegado até nós. Apenas uma  cientista (Crawford) se vai interessar por ele, fazendo-o falar. Mas segue-se uma caça ao monstro já esperada. É tudo muito maniqueísta, mesmo para um filme de série B. Paris Cinémathèque 1/5

17.7.18

The Nanny (Seth Holt, 1965)

The Nanny é um dos grandes filmes de Bette Davis nos anos 60. Depois do enorme êxito de What Ever Happened to Baby Jane?, passou a repetir o papel de grande malvada doméstica, aterrorizando aqueles que dela estão dependentes, como Joan Crawford (em Baby Jane) ou uma família (em The Nanny). Neste filme, Bette fala pouco mas exprime muito sobretudo com aqueles olhos sem igual. Um thriller de terror da Hammer Films (o último da produtora a preto e branco) que se vê com gosto (e arrepios) ainda hoje. VC 3,5/5

17.10.17

Saturday Night and Sunday Morning (Karel Reisz, 1960)


Para sabermos o que foi a figura do angry young man que tanto marcou o teatro e o cinema britânicos dos anos 1950, basta vermos este filme exemplar. Albert Finney encarna na perfeição os jovens insatisfeitos nascidos no período da guerra e no pós-guerra que se revoltam contra os pais conservadores e acomodados. O Free Cinema foi mais de esquerda do que a Nouvelle Vague, parece-me, e explorou o tema do desafio das autoridades (paterna e estatal) de forma mais intensa. Até os filmes históricos (de Richardson, por exemplo) passam por essa temática. Paris 10.2017 Le Champo 4/5

The French Lieutenant's Woman (1981)
DVDTECA

7.5.17

Two For the Road (Stanley Donen, 1967)

Um casal de ingleses (Albert Finney e Audrey Hepburn) viaja de carro pela França. Mas o seu casamento está em crise, e outras viagens passadas são igualmente evocadas para tentarmos perceber o que se passou com a sua relação. O argumento de Frederic Raphael (nomeado para o Oscar e para o BAFTA) é original, pois passa de um momento temporal para outro, procedimento que não era comum na altura no cinema mainstream. Este filme é uma sombra comparado com um outro de temática afim: Viagem a Itália, de Rossellini. Nunca tinha ouvido falar desta obra de Donen e quando o vi agora percebi porquê. O filme é pesado e sem graça e pela primeira vez Audrey Hepburn não brilha, apesar do guarda-roupa de costureiros famosos. A música de Henri Mancini foi nomeada para os Golden Globe. Paris 2017 Christine 21: 3/5

29.3.17

The Lion in Winter (Anthony Harvey, 1968)

The Lion in Winter (Anthony Harvey, 1968)
Desde muito jovem que ouço falar deste filme por causa do óscar dado a Katherine Hepburn. Mas nunca o tinha visto. Agora é reposto nas salas em cópia restaurada. Trata-se de um bom filme que mantem as qualidades que foram reconhecidas na altura da estreia. Para começar, um texto muito bom: o original é uma peça consagrada da Broadway, de James Goldman (Oscar), que assina a adaptação da sua peça para o cinema. E há ainda os atores, um festival de atores: Peter O'Toole (Golden Globe), Katharine Hepburn (Oscar e BAFTA), John Castle, Anthony Hopkins. Já há muitas obras (romances, filmes, séries) sobre os dramas familiares da realeza britânica e The Lion in Winter é uma dessas obras que ficaram. O único senão para mim é tratar-se de um filme que nunca consegue afastar-se, autonomizar-se da sua origem teatral (acontece o mesmo com o recente Fences), o que acaba por ser limitativo. O filme recebeu sete nomeações para o óscar, tendo ganho três (atriz, argumento e score musical para John Barry). Paris 03.2017 Mac-Mahon 3/5

19.6.15

Dracula Has Risen from the Grave (Freddie Francis, 1968)

O Drácula ressuscita e dois padres têm de voltar a pô-lo a dormir o sono eterno, para sossego dos padres, das populações e sobretudo das moças bonitas (de preferência virgens). Este Drácula mulherengo é interpretado pelo grande Christopher Lee numa boa produção da Hammer. Paris 2,5/5