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29.3.23

MAGRITTE

Magritte en plein soleil. La période ‘Renoir’ 1940-1947
(Musée de l’Orangerie, 2021)

Magritte meets Renoir ou surrealismo levou um abanão. No tempo da segunda guerra Magritte, belga, refugiou-se no sul da França, terra livre. Então apaixonou-se pelo Renoir mais solar e resolveu quebrar a loiça entre os surrealistas. A exposição de L'Orangerie é ótima, com quadros ousados que nunca mais vou esquecer. Paris 06.2021 L'Orangerie 4,5/5

Magritte (Michel Draguet, 2016)
Folio Biographies n°107, 2016
BIBLIOTECA

6.6.22

L'Heure bleue de Peder Severin Krøyer (Marmottan-Monet Musée, 2021)


Muitos belos quadros das praias da Dinamarca, com os seus personagens tipicos: os pescadores, as mulheres destes, as crianças e os veraneantes. Kroyer pintou-se e pintou a família, mas também fez bons retratos de amigos e de personalidades públicas. Paris 2021 Musée Marmottan-Monet 4/5

27.3.22

Homosexuels et lesbiennes dans l'Europe nazie (2021)

Desde o fim do século 19, com o primeiro movimento (na Alemanha) de defesa dos direitos dos homossexuais até à perseguição destes pela Alemanha nazi. Mais de 50 anos com altos e baixos na aceitação dos homossexuais, mas com algumas constantes, como a da penalização dos atos homossexuais na Alemanha e na Grã-Bretanha durante o período. Muito bom. Paris 2022 Mémorial de la Shoah 4/5

16.11.21

Botticelli (Musée Jacquemard-André, 2021)

Mais de 40 obras de Botticelli, do seu atelier e dos pintores seus contemporâneos que o influenciaram. Não foi das exposições mais impressionantes que vi sobre o Renascimento italiano. Paris 2021 Musée Jacquemard-André 3,5/5

28.6.21

Signac, les harmonies colorées (Musée Jacquemart-André, 2021)

Signac e outros impressionistas são apresentados no museu Jacquemart-André como um elo importante entre os primeiros impressionistas e os fauvistas que continuaram a exploração da cor que Signac já privilegiava. Paris 2021 Musée Jacquemart-André 4/5

20.6.21

L’Empire des sens (Musée Cognacq-Jay, 2021)

L’Empire des sens, de François Boucher a Jean-Baptiste Greuze, é uma viagem ao erotismo na pintura francesa do Oitocentos. Destaque para Boucher e a sua fixação na bunda feminina, como o escandaloso l'Odalisque brune. Nunca esquecerei os muitos quadros com ninfas nuas na natureza rodeadas de seres e objetos que simbolizavam, para o apreciador da época, o desejo masculino, a perda da virgindade, a concepção, etc. Uma exposição interessantíssima. Paris 2021 Musée Cognacq-Jay 5/5

7.6.21

Magritte en plein soleil. La période ‘Renoir’ 1940-1947 (Musée de l’Orangerie, 2021)

Magritte en plein soleil. La période ‘Renoir’ 1940-1947
(Musée de l’Orangerie, 2021)

Magritte meets Renoir ou surrealismo levou um abanão. No tempo da segunda guerra Magritte, belga, refugiou-se no sul da França, terra livre. Então apaixonou-se pelo Renoir mais solar e resolveu quebrar a loiça entre os surrealistas. A exposição de L'Orangerie é ótima, com quadros ousados que nunca mais vou esquecer. Paris 06.2021 L'Orangerie 4,5/5

3.6.21

Modernités suisses (1890-1914)

Adorei conhecer estes pintores suíços que se impuseram na populosa cena parisiense artística da viragem dos século 19/20. Só conhecia Hodler e Valloton, fiquei encantado com Amiet.  A Suíça era um país recente e importava na arte celebrar as suas paisagens únicas, assim como as suas figuras típicas e costumes. Quase sempre a paisagem é o grande motivo destas obras. Paris 2021 Musée d'Orsay 4,5/5

1.6.21

Peintres femmes, 1780-1830 (Musée du Luxembourg, 2021)

De certo modo, o quadro que mais me impressionou na exposição não é provavelmente um dos melhores, mas é aquele que resume para mim o espírito da exposição. Nesse quadro vemos um atelier de pintura cheio de aprendizes, todas mulheres, um cenário onde só me lembrava de ter visto homens. O século 18 testemunhou uma presença crescente das mulheres artistas, um fenómeno imparável até hoje. Mas a Revolução Francesa pareceu contrariar essa tendencia, pois algumas dessas mulheres pintoras tiveram de exilar-se para continuar a trabalhar (e a viver). Mas a Revolução significou também o acesso ao trabalho de todas as mulheres, sem distinção social. Paris 2021 Musée du Luxembourg 4/5

Le Corps et l'Âme (Louvre, 2021)

Le Corps et l’Âme. De Donatello à Michel-Ange Sculptures italiennes de la Renaissance. Muitas obras vêm de Florença e outras são do próprio Louvre. A escultura teve um papel preponderante na busca do ideal estético do Renascimento. As enormes esculturas de Michelangelo impressionam e finalmente fiquei a saber quem é Laocoon, escultura romana que des enterraram num jardim de Roma e que cativou a imaginação dos contemporâneos. Paris 2021 Louvre 4/5

Voyage sur la route du Kisokaidō. De Hiroshige à Kuniyoshi (Musée Cernushi, 2021)

Há uma via terrestre entre Edo e Kyoto que era percorrida por turistas, peregrinos, monges. No século 19, quatro artistas maiores fizeram dezenas de estampas sobre essa via, onde vemos a natureza (em particular aquelas montanhas icónicas como o Fuji), os caminhantes e as povoações-paragens. Paris 2021 Musée Cernushi 4/5