31.7.26
Minha Mãe é uma Peça 2 (César Rodrigues, 2016)
21.7.26
O Amor no Divã (Alexandre Reinecke, 2016)
Na origem, uma peça teatral: Terapia de casal, de Juliana Rosenthal. Dois casais atravessam uma crise conjugal, sendo que a mulher mais velha (Zezé Polessa) é terapeuta do casal jovem. Este idealiza a relação da terapeuta e do marido e imagina-os como um exemplo para a sua própria relação. O filme é uma transposição sem chama da peça de Rosenthal. O melhor é mesmo apreciar o quarteto de atores: Fernanda Paes Leme, Paulinho Vilhena, Zezé Polessa e Daniel Dantas. Vila do Conde 2020 Netflix 2/5
Animal Político (Tião, 2016)
19.7.26
Um Namorado para Minha Mulher (Julia Rezende, 2016)
18.7.26
8.7.26
Os Dez Mandamentos - O Filme (Alexandre Avancini, 2016)
6.7.26
Elis (Hugo Prata, 2016)
Elis abriu o 19° Festival de Cinema Brasileiro de Paris. Não admira, trata-se de um filme que consagra não só uma grande cantora brasileira mas um mito nacional. Os momentos essenciais da carreira e da vida de Elis Regina estão no filme (mas... e a colaboração extraordinária com Tom Jobim?) e os atores principais (Andreia Horta, Caco Ciocler, Gustavo Machado) asseguram grande credibilidade às cenas. No entanto, Elis é um biopic preguiçoso, escolar, que cumpre o que se espera deste género, mas nada oferece de relevante em termos cinematográficos. Digamos que é um notável cartão de visita do cinema mainstream e industrial brasileiro. Paris 2017 Arlequin 3/5
A Cidade onde Envelheço (Marília Rocha, 2016)
4.7.26
Era o Hotel Cambridge (Eliane Caffé, 2016)
24.5.26
Mãe Só Há Uma (Anna Muylaert, 2016)
1.5.26
O Ninho (Reolon e Matzembacher, 2016)
Amores Urbanos (Vera Egito, 2016)
29.4.26
Tô Ryca! (Pedro Antonio, 2016)
Rogério Duarte, o Tropikaoslista (José Walter Lima, 2016)
28.4.26
Aquarius (Kleber Mendonça Filho, 2016)
Danado de Bom (Beby Brennand, 2016)
Danado de Bom. As Músicas e as Histórias de João Silva (2016). Documentário de Beby Brennand, e um excelente retrato de João Silva, prolífico músico de Pernambuco, um autêntico génio do nordeste, que escreveu cerca de 3000 canções. Paris 4/5
26.4.26
Elis (Hugo Prata, 2016)
Elis abriu o 19° Festival de Cinema Brasileiro de Paris. Não admira, trata-se de um filme que consagra não só uma grande cantora brasileira mas um mito nacional. Os momentos essenciais da carreira e da vida de Elis Regina estão no filme (mas... e a colaboração extraordinária com Tom Jobim?) e os atores principais (Andreia Horta, Caco Ciocler, Gustavo Machado) asseguram grande credibilidade às cenas. No entanto, Elis é um biopic preguiçoso, escolar, que cumpre o que se espera deste género, mas nada oferece de relevante em termos cinematográficos. Digamos que é um notável cartão de visita do cinema mainstream e industrial brasileiro. Paris 2017 Arlequin 3/5















