Um retrato duro do trabalhador no Brasil dos anos 80. Uma crítica impiedosa à forma como o patronato (pequeno ou grande) esmaga os trabalhadores, retirando-lhes tudo, só não lhes tiram a vida porque precisam do corpo operário. José Dumont no protagonista recebeu prémios em Gramado, Brasília e Huelva. Melun 2020 TV 3/5
25.7.26
21.7.26
Festa (Ugo Giorgetti, 1989)
9.7.26
Eles Não Usam Black Tie (Leon Hirszman, 1981)
O Baiano Fantasma (Denoy de Oliveira, 1984)
Duas Estranhas Mulheres (Jair Correia, 1981)
O Olho Mágico do Amor (J. Garcia e Í. Martins, 1981)
4.7.26
Cabra Marcado para Morrer (Eduardo Coutinho, 1983)
24.5.26
O Segredo da Múmia (Ivan Cardoso, 1982)
7.5.26
Bete Balanço (Lael Rodrigues, 1984)
Este filme é um marco do cinema brasileiro, mas não pelas suas qualidades cinematográficas. O filme lembra os pobres filmes musicais dos anos 80, como Flashdance, que marcaram muitos jovens mas nada trouxeram à arte do musical (na época só me lembro de um ou outro verdadeiramente notável, como One From the Heart ou Pennies From Heaven). Bete Balanço apanha a movida carioca no seu auge, com o brock explodindo. Um dos seus poetas, Cazuza, aparece no filme, como personagem e também atuando com o seu grupo Barão Selvagem. O filme aliás, segue o roteiro esquemático que os musicais nunca abandonaram desde o início do cinema sonoro. Uma jovem da província (Débora Bloch) vai tentar a sua sorte na grande cidade. Ela pretende ser famosa, talvez na música. O filme tem um ou outro video clip como se costumava fazer, em que ação para e a música domina. Este filme é precioso porque alguns artistas que ficaram davam aqui os primeiros passos. O filme não ganhou prémios e não subiu ao pódio, mas conquistou o público (1,3 milhão de espectadores) e o estatuto de clássico entre a geração que se reconheceu nele. Melun 2020 (3,5/5)
29.4.26
Bar Esperança, o Último que Fecha (Hugo Carvana, 1983)
As Sete Vampiras (Ivan Cardoso, 1986)
A Próxima Vítima (João Batista de Andrade, 1983)
Pra Frente Brasil (Roberto Farias, 1982)
28.4.26
Índia, a filha do sol (Fábio Barreto 1982)
A Marvada Carne (André Klotzel, 1985)
Menino do Rio (Antônio Calmon, 1982)
Quilombo (Carlos Diegues, 1984)
Co-produção entre o Brasil e a França, conta a fascinante história do quilombo dos Palmares, em Pernambuco, Brasil. Foi o maior quilombo da história do Brasil. Quilombo era um território para onde fugiam os escravos e onde viviam livres, desafiando o poder colonial português. Nos Palmares surgiram mitos como Ganga Zumba e Zumbi, personagens centrais deste filme. Um filme que teve uma produção atribuladíssima, com uma rodagem de pesadelo, segundo li. Mas resultou finalmente num bom filme. Adorei ver atores como Vera Fischer, Zezé Motta, Maurício do Valle (imortal cangaceiro de Glauber) ou Grande Otelo. Participam também dois nomes da música brasileira: o soul man Toni Tornado e o grande sambista João Nogueira. As músicas (enfim, toda a banda sonora), de Gilberto Gil, tornaram-se clássicos da MPB. Quilombo (Brasil, 1984) Cinemateca Francesa (2013) 3,5/5
26.4.26
Pixote, a Lei do Mais Fraco (Hector Babenco, 1980)


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