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30.7.22

Alemagne Nouvelle Objectivité (2022)



Enorme exposição sobre a arte (fotografia, música, pintura, arquitectura) na Alemanha dos anos 1920. 
Instalação que reúne três artistas portugueses contemporâneos: Pedro Costa, Paulo Nozolino e Rui Chaffes. 
Paris 2022 Centre Georges Pompidou 

16.11.21

Botticelli (Musée Jacquemard-André, 2021)

Mais de 40 obras de Botticelli, do seu atelier e dos pintores seus contemporâneos que o influenciaram. Não foi das exposições mais impressionantes que vi sobre o Renascimento italiano. Paris 2021 Musée Jacquemard-André 3,5/5

17.9.19

Berthe Morisot (M. Orsay, 2019)

Grande retrospetiva de uma pintora impressionista, reconhecida pelos seus contemporâneos, que não quis pintar as mesmas coisas que os seus colegas homens. Como estes, pintou sobretudo mulheres, mas interessou-se também pela moda e pela toilette, pela vida privada e feminina das mulheres. Paris Musée d'Orsay 3,5/5

12.5.18

Tintoret. Naissance d'un génie (2018)

Tintoreto na juventude. Antes da consagração absoluta. Retratos, muitas cenas bíblicas. A afirmação do seu génio no competitivo meio artístico de Veneza. A ascensão social vertiginosa. De filho de tintureiro a mestre na arte mais elevada da época. Paris, Musée du Luxembourg 3,5/5

14.4.18

Victorian Giants: The Birth of Art Photography (2018)

Esta recente exposição da National Portrait Gallery, de Londres, celebra os fotógrafos vitorianos e a sua contribuição para consagrar a fotografia como arte. Victorian Giants: The Birth of Art Photography, centra-se em quatro grandes dessa época: Julia Margaret Cameron (1815–79), Lewis Carroll (1832–98), Lady Clementina Hawarden (1822–65) e Oscar Rejlander (1813–75). Carroll é o "pai" de Alice, sem dúvida o mais famoso destes quatro nomes. Ele tirou muitas fotografias de algumas raparigas muito jovens de famílias com que ele convivia estreitamente. Uma dessas inspirou a criação de Alice. Estes fotógrafos vitorianos estavam portanto interessados em outras artes como a literatura e a pintura, tendo grande afinidade com os pré-rafaelitas. Londres 3,5/5

21.1.18

François Ier et l'art des Pays-Bas (Musée du Louvre)

Esta exposição não se destaca tanto pelas obras-primas nela presentes ou pela qualidade da pintura mas por dar a conhecer o estado do conhecimento sobre a arte francesa no reinado de François 1er. Para além dos modelos italianos, que dominavam a pintura na Europa no Renascimento, as artes dos Países Baixos tiveram grande eco na arte francesa, embora essa influência só recentemente tenha sido devidamente estudada. A exposição do Louvre dá conta dessa evolução do conhecimento histórico da arte. Paris 3,5/5

26.1.17

Tous à la plage! (Trocadéro, 2016)

Tous à la plage! Como poderia eu faltar à chamada? A praia é uma das minhas maiores paixões. Inclusive intelectualmente falando. Poderia muito bem dedicar-me à sociologia dos tempos livres, e da praia em particular; ou a estudar a praia no cinema, um tema fascinante. Rohmer deve o grande cineasta da praia, e Les vacances de Monsieur Hulot, de Jacques Tati, o melhor filme. Bem, a exposicão da Cité de l'architecture & du patrimoine é um apanhado sobre a história das estâncias balneares em França, com algumas incursões por outros países: Grã-Bretanha, Espanha, EUA, entre outros. As vilas balneárias são historicamente recentes: começaram em Inglaterra no século XVIII. E esse início está relacionado com razões médicas. A exposicão dá grande destaque à arquitectura, ao urbanismo e à ocupação da paisagem que a crescente frequência da praia originou. Muito interessante. Paris Trocadéro 3,5/5

1.1.17

Du Jourdain au Congo. Art et christianisme en Afrique centrale

Uma exposição dedicada à arte (influenciada pelo Cristianismo) da área cultural do Kongo, que pertence a vários países da Africa Central. Os portugueses foram os primeiros europeus a ocupar essa vasta região a partir do século XV, seguidos bem mais tarde pelos holandeses e pelos franceses e belgas. Encontramos na arte dessa região crucifixos, santos, a virgem, misturados com elementos autóctones. Muito interessante. Paris 2017 Musée du Quai Branly 3,5/5