Mostrar mensagens com a etiqueta EUA 1951. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EUA 1951. Mostrar todas as mensagens

27.4.26

Royal Wedding (Stanley Donen, 1951)

Royal Wedding não é uma das mais famosas produções da equipa de Arthur Freed (MGM), mas como resistir aos encantos desta comédia musical? Alan Jay Lerner assina a história, o argumento e as letras das canções compostas por Burton Lane, Nick Castle coreografa as danças e a dupla Fred Astaire e Jane Powel faz maravilhas ao interpretar um par de irmãos dançarinos que são convidados a atuar em Londres na altura de um casamento real. Este par famoso em breve irá desfazer-se quando os irmãos conhecerem na viagem os seus futuros conjuges, ecoando desse modo a história da comédia musical americana no teatro (os irmãos Fred & Adele Astaire), como no cinema (Fred Astaire & Ginger Rogers). VC 2017 DVD 
 Royal Wedding (Stanley Donen, 1951)
NT

5.4.26

The 13th Letter (Otto Preminger, 1951)

REALIZADOR: Otto Preminger ARGUMENTO: Howard Koch, remake de Le Corbeau (Louis Chavance) PRODUÇÃO: Otto Preminger, para a 20th Century Fox ELENCO: Linda Darnell, Charles Boyer, Michael Rennie, Constance Smith FOTO: Joseph LaShelle MÚSICA: Alex North ESTREIA: 19.01.1951 (EUA) 28.01.1952 (Portugal) VISTO: Paris 20.01.2025 Cinémathèque

4.4.26

The Day the Earth Stood Still (Robert Wise, 1951)

The Day the Earth Stood Still (1951) é um clássico da idade de ouro da ficção científica no cinema, os anos 50. Estes filmes devem ser lidos à luz da guerra fria instalada entre os dois blocos políticos da época, o soviético e o ocidental. E é essa leitura que dá azo a muitos sorrisos e risos perante as situações e os discursos que aparecem nos filmes. Produções quase sempre americanas, que encenam os medos da América e a sua preparação para o combate. Quem disse que estamos no campo do cinema de (puro) entretenimento? Dizem que neste filme de Robert Wise apareceu o primeiro extra-terrestre "bom". É verdade que o homem que veio do espaço trouxe o polícia-robot (no cartaz) que tem como missão intervir (matando) quem se mostrar agressivo, e desse modo assegura a paz. Mas trouxe também a ameaça de extermínio da Terra se os povos que nela habitam não souberem manter a paz. Bela ameaça. Que continua por realizar. A dada altura fala-se em garantir a paz para assegurar a prosperidade (das economias). Isto sim é que era ficção científica premonitória. A bela do filme, que é seduzida pelo homem do espaço e levada ao colo pelo robot, é uma morena bem recatada (Patricia Neal), mas o cartaz não recua na ousadia transgressora: o robot, com King Kong (e como o americano médio), prefere as louras atrevidas. Tantas fantasias para um pequeno filme de série B. Paris Cinemathèque Française 03.2014 (3,5/5)

5.1.22

Father's Little Dividend (Vincente Minnelli, 1951)

Father's Little Dividend (Vincente Minnelli, 1951)

Sequela bem sucedida de Father of the Bride, em que o pai (Spencer Tracy) passa a uma outra dimensão, a de avô. Tracy continua a ter o protagonismo, apesar de Taylor estar às portas do estrelato no início dos anos 50. Faz impressão ver Joan Bennett no papel de esposa modelo, depois de ter sido, poucos anos antes, uma das mulheres fatais do cinema noir. Paris 12.2021 Cinémathèque 3/5

20.5.19

This Woman is Dangerous (Felix E. Feist, 1951)

Uma mulher pertencente a um bando criminoso vai para uma clínica para fazer uma operação de risco aos olhos, onde acaba por se apaixonar pelo cirurgião. O seu bando é procurado pela polícia e ela é vigiada tanto pela polícia como por um detetive contratado pelo seu companheiro de crime. Não há momentos mortos na narrativa, tudo flui com a velocidade de um noir breve e eficiente. Com Joan Crawford, Dennis Morgan, David Brian, Richard Webb. Paris 2019 Cinémathèque 2,5/5