Mostrar mensagens com a etiqueta V1997. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta V1997. Mostrar todas as mensagens

23.4.26

Les Voleurs (André Téchiné, 1996)

Les Voleurs (André Téchiné, 1996)

OS LADRÕES
Atalanta Filmes, maio de 1997
Les Voleurs (André Téchiné, 1996) Ladrões
    Porto: Nun'Álvares 1997****
    PV: Octopus 1997****


12.4.26

Un Divan à New York (Chantal Akerman, 1996)


REALIZADOR: Chantal Akerman ARGUMENTO: Chantal Akerman e Jean-Louis Benoît ELENCO: Juliette Binoche, William Hurt, Stephanie Buttle, Barbara Garrick, Paul Guilfoyle, Richard Jenkins, Kent Broadhurst, Matthew Burton, Henry Bean  ESTREIA: 10.04.1996 (França) 27.06.1997  VISTO: Lisboa 1997 King & Paris 25.11.2024 Le Reflet Médicis NOTA: 4/5

30.7.23

Cinema EUA 1968

2001 Odisséia no Espaço (Stanley Kubrick, 1968)
Lisboa 1997 Nimas (5/5)
&
Paris 2023 Cinémathèque 4/5

Night of the Living Dead (George A. Romero 1968)
V2013 & 07.2023 TV 3.5/5
Flesh (Paul Morrissey, 1968)
Nunca vi a trilogia de Paul Morrissey produzida por Andy Warhol. Vi agora Flesh (O Prostituto, em Portugal). É um clássico do cinema independente, marginal, underground, subversivo, gay. Não me lembro de um filme que virasse as costas desta forma à história do cinema ao colar a câmara ao corpo nu masculino (de Joe Dallesandro) durante hora e meia. Afinal a história do cinema tem sido sobretudo uma câmara a fazer amor com a mulher. O grande Godard fez aquele famoso travelling sobre o corpo (a bundinha!) de Brigitte Bardot e fez o que (quase) todos os realizadores desejaram fazer desde o início do cinema, se possível durante todo um filme. Bem, foi o que fez Morrissey com Dallesandro. Fez um filme à altura dos seus desejos. Paris 11.2014 Cinemateca Francesa 

11.3.23

John CASSAVETES 7/12

New York 1929-1989

SHADOWS Sombras (1959)***
TV 1997

TOO LATE BLUES (1961)

3º A CHILD IS WAITING (1963)
Um filme raro. Na verdade não sabia da sua existência até ter estreado agora em Paris numa versão digital restaurada. Também não imaginava Burt Lancaster e Judy Garland a protagonizarem um filme, ainda por cima de John Cassavetes! A Child is Waiting foi feito para a MGM e trata de uma instituição que cuida de crianças deficientes. Um dia uma mulher meio perdida, à procura de um sentido para a vida (Garland), apresenta-se para trabalhar na instituição dirigida por Lancaster. A sua fragilidade vai ser posta à prova pela realidade terrível que encerra a instituição e pela sua incapacidade de lidar com seres muito mais frágeis do que ela. Embora seja um trabalho de estúdio, o filme lança muitas pontes com a obra independente que Cassavetes iria privilegiar nos anos seguintes. Paris 02.2018 Filmothèque QL 3,5/5

FACES (1968)
Paris: Le Reflet Médicis 2012

HUSBANDS (1970)

Cartaz da reposição em França (Novembro de 2014)
6º MINNIE AND MOSKOWITZ (1971)
 Tempo de Amar (PT)
O início do filme, com um gajo cadavérico em fim de linha a gritar com um feioso de rabo de cavalo num café vulgar levou-me a pensar que ia assistir a uma parada de monstros (mas humaníssimos) como em Freaks de Tod Browning. E eu questionava-me: como vem aqui parar a belíssima Gena Rowlands? E depois o milagre acontece. Minnie e Moskowitz encontram-se e brigam e casam-se em poucos dias. É o caso amoroso mais improvável mas parece simbolizar a nossa passagem na terra: desesperada, desajeitada, burlesca, sequiosa de amor, cómica e trágica. Tem cenas de antologia, como a de Gena no restaurante levando a maior humilhação de um freak pronto para ocupar um lugar num asilo de loucos ou a da mãe de Moskowitz dizendo todo o mal possível do filho, em frente dele e da noiva (o amor egoísta de mãe levado ao extremo). Afinal, assisti mesmo ao Freaks à maneira de Cassavettes, na Nova Iorque mais humana que se possa imaginar. Paris 11.2014 Le Champo 4/5

A WOMAN UNDER THE INFLUENCE Uma Mulher sob Influência (1974)****
Lisboa: Ávila 1996

THE KILLING OF A CHINESE BOOKIE (1976)***
Lisboa: ACS 1997

OPENING NIGHT Noite de Estreia(1977)****
PV: Octopus 1993

GLORIA (1980)
LOVE STREAMS (1984)
BIG TROUBLE (1986)

13.6.22

JURASSIC PARK (1993-2025)

JURASSIC WORLD: REBIRTH (2025)
REALIZAÇÃO Gareth Edwards  PRODUÇÃO Patrick Crowley, Frank Marshall ARGUMENTO David Koepp ELENCO Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise, David Iacono, Audrina Miranda, Philippine Velge, Bechir Sylvain, Ed Skrein ESTREIA Cinemundo 10.07.2025 MUNDO JURÁSSICO: RENASCIMENTO (Portugal) VISTO Porto 14.07.2025 Norteshopping NOTA 3/5

JURASSIC WORLD (2022)

5º JURASSICWORLD: FALLEN KINGDOM (2018)
O quinto filme da série iniciada por Parque Jurássico é provavelmente o mais fraco de todos, mas mantém algumas características dos filmes de série B que me fazem ainda acompanhar (e gostar) da série. Os dinossauros estão (novamente) ameaçados de extinção, pois a ilha onde vivem vai desaparecer com a atividade vulcânica. Mas há interessados em salvar os dinossauros, embora não tenham as melhores intenções... Há quem queira preservar uma espécie animal única e há quem queira lucrar com animais tão incontroláveis. Mesmo quando o argumento é estúpido o essencial da série B está garantido: domínio da ação e da emoção, personagens esquemáticas mas atraentes, explicações científicas tão pouco credíveis que nos divertem. E tudo isso conta no cinema de entretenimento. REALIZAÇÃO J. A. Bayona ELENCO Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, B. D. Wong, Jeff Goldblum, Rafe Spall, Justice Smith, Daniella Pineda. Paris 06.2018 2,5/5
4º JURASSIC WORLD (2015)
Em 2013 pude rever nas salas Parque Jurássico (1993) de Steven Spielberg, lançado para celebrar os seus 20 anos. Mantém todo o seu brilho original, como acontece com os filmes de aventuras de Spielberg. O quarto e novo opus da série dos dinossauros não está à altura do original mas garante o entretenimento que todos esperamos quando o vamos ver. Durante duas horas não há pausas na ação que tem os dinossauros como protagonistas. Os seres humanos têm um papel cada vez mais infeliz  na trama mas tal como no filme de Spielberg é dada grande importância aos laços familiares. O filme começa com dois irmãos embarcando para o Parque jurássico e deixando para trás os pais em crise conjugal. Mas os jovens vão encontrar uns novos pais nas figuras da tia e de um técnico do parque e todos vão se unir contra os dinossauros. Edificante. Realizado por Colin Trevorrow. Paris 06.2015 Bercy 3D    3/5

2º The Lost World: Jurassic Park (Steven Spielberg, 1997)

1º Jurassic Park (Steven Spielberg, 1993)

24.2.19

Bend of the River (Anthony Mann, 1952)

Em França Bend of the River chama-se Les Affameurs e aparece agora nas salas numa cópia imaculada, com aquelas cores incríveis dos anos 50 restauradas pelo processo 2k. Trata-se de um dos melhores westerns que conheço. Todo o cinéfilo sabe do valor que têm na história deste género os filmes que Anthony Mann fez com James Stewart. Bend of the River é um dos melhores. Glyn McLyntock (Stewart) acompanha e protege uns colonos que buscam uma terra virgem para construirem uma comunidade. Stewart por sua vez procura a redenção, procura mudar de pele, deixar de ser o bandido que foi em tempos. A colonização das terras a oeste exige outro tipo de pessoa, e por isso a viagem vai ser para Glyn uma prova da sua reconversão. Os perigos da viagem não vêm tanto dos índios mas de indivíduos como Emerson Cole (Arthur Kennedy), em tudo um duplo de Glyn. Este mata Emerson para afastar-se do seu passado criminoso. Brilhante do princípio ao fim. Lisboa Cinemateca 1997 & Paris Filmothèque 4,5/5
Elenco: James Stewart (Glyn McLyntock), Arthur Kennedy (Emerson Cole), Julie Adams (Laura), Rock Hudson (Trey Wilson), Lori Nelson (Marjie), Jay C. Flippen (Jeremy Baile), Chubby Johnson (Capitaine Mello), Harry Morgan (Shorty), Royal Dano (Long Tom), Frances Bavier (Mme. Prentiss).

26.2.18

Ernst LUBITSCH 1930s

ANGEL (1937)
Angel, de Lubitsch, com Marlene Dietrich, é uma obra-prima dos anos 30. Tem duas ou três coisas geniais, que me impressionaram nesta última visão do filme: Marlene, o Lubitsch touch e os assombrosos diálogos. Que pena não termos mais parcerias Lubitsch & Marlene como temos, para nosso eterno prazer, os filmes Sternberg & Marlene. Tinha já visto filme em 1997, no Ávila, em Lisboa, nesses saudosos anos em que a Medeia distribuía regularmente clássicos. El Desperado (Paris, 2013) &  Ávila (Lisboa, 1997) DVDTECA    NOTA 4,5/5

DESIGN FOR LIVING (1933)
Design for Living é a história de um ménage à trois: uma mulher não consegue escolher com qual dos seus dois amantes quer ficar, então vive com um, depois com outro acabando por escolher viver com os dois. O código Hays deve ter sido criado com urgência depois de os seus promotores terem visto este espantoso filme. A história é do espirituoso Noel Coward, mas o espírito do filme não é nada britânico (antes austríaco...). As cenas que abrem e fecham o filme são das mais espantosas que conheço: o ménage à trois anuncia-se primeiro (com um jogo de pés) e concretiza-se no final. Na última cena, Miriam Hopkins, ainda casada, entra num táxi com os dois amantes, Gary Cooper de um lado Fredric March do outro. Beija um na boca e depois beija o outro. Lubitsch cumpriu o happy ending exigido por Hollywood mas fê-lo com um panache e uma ousadia que ficaram nos anais da história do cinema. O argumento é de Ben Hecht, que se baseou numa peça de Noël Coward. Brilhante. Paris 11.2015 Le Desperado 4,5/5

TROUBLE IN PARADISE (1932)
Miriam Hopkins, Herbert Marshall e Kay Francis

Um daqueles divertimentos refinados de que Lubitsch tinha o segredo. Em Trouble in Paradise um casal de ladrões frequenta a alta sociedade europeia cosmopolita (o filme começa em Veneza, passa-se em Paris e no final o casal segue para Berlim), dando origem a uma coreografia de falsas identidades, mãos hábeis e diálogos espirituosos. O realizador tinha este filme em alta estima, mas conheço outros filmes dele bem melhores. Paris, FQL 2009 & 01.2015: 3,5/5

ONE HOUR WITH YOU (1932)
Paris 2018 FQL
DVDTECA

BRONKEN LULLABY (1932)
DVDTECA
THE SMILING LIEUTENANT (1931)
REALIZADOR Ernst Lubitsch PRODUÇÃO Ernst Lubitsch ARGUMENTO Samson Raphaelson, Ernest Vajda, Ernst Lubitsch basedo no romance Nux der Prinzgemahl (1905) de Hans Müller-Einigen e na opereta Ein Walzertraum (1907) de Leopold Jacobson ELENCO Maurice Chevalier, Claudette Colbert, Miriam Hopkins, Charles Ruggles, Max George Barbier, Hugh O'Connell ESTREIA 1.08.1931 (EUA) 18.04.1932 (Portugal) VISTO Paris 12.04.2025 Cinémathèque

MONTE CARLO (1930)
REALIZADOR Ernst Lubitsch ARGUMENTO Ernest Vajda, Hans Müller-Einigen, Booth Tarkington, Evelyn Greenleaf Sutherland PRODUTOR Ernst Lubitsch ELENCO Jack Buchanan, Jeanette MacDonald, Claud Allister ESTREIA 27.08.2024 (EUA) 16.11.1931 (Portugal) VISTO Paris 24.03.2025 Cinémathèque NOTA: 2/5
MÚSICA Canções de Richard Whiting e W. Franke Harling, canção mais conhecida é "Beyond the Blue Horizon" (Richard A. Whiting, W. Franke Harling, lyrics de Leo Robin).

8.12.17

7.12.17

P. J. HOGAN

MURIEL'S WEDDING (1994)
Realização e argumento de P. J. Hogan
Com Rachel Griffiths & Toni Collette

Não conhecia este filme, por isso foi uma enorme surpresa descobri-lo e concluir tratar-se de uma das grandes comédias dos anos 1990. Uma comédia romântica, também, mas completamente sui generis. Muriel é uma jovem desprezada pela família e pelos amigos, devido ao seu acanhamento e desajustamento face à vida social e de trabalho. O seu sonho é casar-se e ser alguém normal, mas para isso terá de se emancipar e afastar-se para bem longe da família. O tom cómico domina o filme, é certo, mas o excelente argumento do próprio realizador, P. J. Hogan, não deixa de dar uma visão negra da vida nas pequenas cidades da província australiana e das suas personagens sinistras: o pai de Muriel, arrogante, dominador e corrupto; as insuportáveis amigas de Muriel. É por esse mundo 'normal' que Muriel tenta fazer-se aceitar mas ela irá aprender, com a ajuda de uma amiga, que essa é a opção errada. O lado feel good do filme é mais do que sublinhado pela música dos Abba, que domina a banda sonora. Paris, 2017 Bechdel Clube 4/5



CONFESSIONS OF A SHOPAHOLIC (2009)
REALIZADOR: P. J. Hogan ARGUMENTO: Tim Firth, Tracey Jackson, Kayla Alpert, baseado no livro Confessions of a Shopaholic and Shopaholic Takes Manhattan (Sophie Kinsella) PRODUÇÃO: Jerry Bruckheimer, Touchstone Pictures, Jerry Bruckheimer Films ELENCO: Isla Fisher, Hugh Dancy, Joan Cusack, John Goodman, John Lithgow, Kristin Scott Thomas, Leslie Bibb FOTO: Jo Willems MÚSICA: James Newton Howard ESTREIA: 13.02.2009 (EUA) 9.04.2009 LOUCA POR COMPRAS (Portugal) DVDTECA

5.8.17

Barry LEVINSON 1990s

SLEEPERS (1996)
De Barry Levinson esperamos sempre filmes sólidos, com histórias interessantes, e com bons atores, mas sem nunca atingirem aquela qualidade que o coloca ao lado dos grandes como Eastwood ou Scorsese. Sleepers foi escrito pelo próprio Levinson e narra uma história bem dramática: alguns rapazes do bairro nova-iorquino Hell Kitchen matam um homem durante um roubo de hot-dogs, vão parar a um reformatório onde sofrem atos de violência sexual. Quando chegam a adultos, encontram os seus carrascos e resolvem vingar-se. O filme começa como um filme de Scorsese, num bairro italiano com um padre como figura de referência (Robert De Niro), passa para o filme de prisão, e depois para o filme de tribunal. Parece muito para um só filme mas Barry Levinson é um mestre do cinema de entretenimento de qualidade. John Williams foi nomeado para o Oscar pela sua música. Vira o filme no cinema Fonte Nova, em Lisboa, que já não existe, e agora em DVD. VC 08.2017 DVDTECA 3,5/5

24.4.17

Touchez pas au grisbis (1954)

A matriz deste film noir de Jacques Becker é obviamente americana. Até o argumento faz lembrar outros filmes americanos. Jean Gabin roubou umas barras de ouro para poder reformar-se. Mas esse último golpe vai custar a vida de dois amigos, pois um rival no mundo do crime (Lino Ventura) pretende eliminá-lo e apoderar-se do ouro. Uma atmosfera de desencanto e de cansaço domina o filme e as personagens, que pouco falam a não ser para dizer o essencial. Um filme seco e enxuto como os melhores policiais. Paris 2017 Le Champo 3,5/5

Casque d' Or (Jacques Becker, 1952)

Vi este filme pela primeira vez em 1997 na Cinemateca Portuguesa, num ciclo dedicado a Jacques Becker. Agora a Cinémathèque de Paris, e o circuito comercial, dedicam muitas sessões aos grandes filmes do realizador francês. Casque d'or, ou Aquela Loira, é um dos seus filmes mais amados. O filme articula duas temáticas caras a Becker: os amantes apaixonados, cujo amor resiste aos eventuais obstáculos; e o bas-fond dos pequenos mafiosos. Becker propõe um film noir à francesa, inspirado pelos americanos com certeza, mas também pela pintura de Renoir (aqueles momentos festivos no campo) e pelos filmes de Jean Renoir. Um belo filme. Paris 2017 Le Champo 4/5

21.9.16

Estate violente (Valerio Zurlini, 1959)

Pouco me falta descobrir de Valerio Zurlini, as curtas e a primeira longa-metragem, portanto passei àquela fase de reencontro, de visitas a um velho amigo. Isto porque Zurlini é um dos meus realizadores preferidos, um dos que mais me dá prazer de revisitar. Um Verão Violento, a sua segunda longa, é a história de um amor em tempo de guerra, entre um jovem estudante (Jean-Louis Trintignant), filho de um líder local fascista, e uma mulher mais velha (Eleonora Rossi Drago), viúva e mãe de uma menina. O amor mais ou menos socialmente desajustado (estamos em 1943) isola as personagens dos seus amigos e familiares e afasta-as da realidade da guerra que no entanto ensombra a sua rotina. O realizador ama as suas personagens e esse amor tem um eco na paixão que o espectador sente pela história e suas personagens. Zurlini nunca foi popular e não despertou paixões cinefilas alargadas. Na sessão a que assisti pude ter um indício dessa recepção problemática: vários espectadores abandonaram a sala antes do fim do filme. Como não gostar de um filmes destes? Vi-o ontem pela terceira vez, depois de o ter visto, sempre em sala, em 1997 e em 2007. Paris 2016 FQL 4/5

18.4.14

Valerio ZURLINI

O DESERTO DOS TÁRTAROS (1976)
Filme de Valérie Zurlini
Brilhante adaptação do romance de Dino Buzzati, Il deserto di Tartari, de 1940. Um grupo de militares num forte isolado, na fronteira entre Estados. Os soldados esperam toda a vida por um inimigo que nunca aparece, e essa é a razão da sua existência. Mas a todos chega, mais tarde ou mais cedo, a ordem de abandonar o posto. Querem metáfora mais poderosa da vida e da morte?  Lisboa Cinemateca 1997 & Paris 2013 Le Champo 4/5
David di Donatello: melhor filme, realizador e ator. Nastri d'Argento: melhor filme, nomeação para melhor ator. Globo d'Oro para melhor realizador.