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2.8.26

25.4.26

Bacurau (Kleber Mendonça Filho, 2019)

Uma aldeia meio isolada no interior da Bahia é atacada mas resiste com a união de todos os seus habitantes e a ajuda de alguns fora-da-lei. Um western duro e violento que ecoa a realidade do Brasil contemporâneo, o que acontecia já nos outros dois longas de Kleber Mendonça Filho. Com Sônia Braga, Udo Kier e Bárbara Colen. Prêmio do Júri no Festival de Cannes. Vila do Conde, julho de 2019 FICM 3,5/5

12.4.26

La Maman et la Putain (Jean Eustache, 1973)

TÍTULO: La Maman et la Putain (1973) REALIZAÇÃO: Jean EUSTACHE ARGUMENTO: Jean Eustache PRODUÇÃO: Elite Films, Ciné Qua Non, Les Films du Losange, Simar Films, V.M. Productions ESTREIA: 17.05.1973 (França) 8.06.2022 (França, reprise) ELENCO: Jean-Pierre Léaud (Alexandre), Bernadette Lafont (Marie), Françoise Lebrun (Veronika Osterwald) PRÉMIOS: Cannes Grand Prix du Jury VISTO: Vila do Conde 2004 TV     NOTA: 5/5

6.4.26

In die Sonne schauen (Mascha Schilinski, 2025) 

Les Échos du passé 
In die Sonne schauen (Mascha Schilinski, 2025)
Paris 06.04.2026 L'Archipel
& m
Póvoa de Varzim
3.05.2026
Cine-Teatro Garrett
Cineclube Octopus

Este filme aborda, de forma poética e não linear, a vida de algumas mulheres em épocas diferentes, de gerações diferentes.  O tom dominante é triste, muitas vezes trágico. O filme obteve o Prémio do Juri em Cannes, ex-aequo com Sirat, de Oliver Laxe. 3/4

2.4.26

Sirat (Óliver Laxe, 2025)

REALIZADOR  Óliver Laxe ARGUMENTO Santiago Fillol, Óliver Laxe PALMARÉS Festival de Cannes Prémio do Júri ORIGEM Espanha, França ESTREIA 05.2025 (Festival de Cannes) Nitrato 31.07.2025 SIRÂT (Portugal) VISTO Porto 01.08.2025 Trindade

23.6.20

Joe Hill (Bo Widerberg, 1971)

Um grande filme político do mestre Bo Wideberg, que contrasta com a filmografia intimista de Ingmar Bergman e que infelizmente nunca teve a projeção deste. Mas Joe Hill, que traça a história do sueco-americano Joe Hillstrom, foi premiado em Cannes com o prémio do Júri. Joe Hill era um trovador que lutou pela melhoria das condições de vida dos trabalhadores, deu tudo de si, deu a sua vida pelos menos favorecidos. Paris 2020 Le Reflet Médicis 4/5

25.8.17

Carrington (Christopher Hampton, 1995)

Um filme muito belo sobre a pintora Dora Carrington (Emma Thompson) e, em particular, sobre a sua relação com o escritor Lytton Strachey (Jonathan Pryce), grandes nomes da cultura britânica  do início do século XX. Christopher Hampton encontrou o tom justo para este biopic: nem didático, nem impressionista. Tinha visto Carrington na estreia, há 20 anos: Lisboa, Monumental, 1996. Agora, em DVD. VC 4/5