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1.8.26

Un Americano in Vacanza (Luigi Zampa, 1946)

Um Americano em Férias é uma comédia romântica neorrealista passada na Itália em ruínas de 1946. Estes filmes italianos do imediato pós-guerra são sempre fascinantes por se implicarem a si mesmos no esforço de reconstrução que a sociedade está a empreender. O argumento, nesse sentido, é cristalino (e assinado por Gino Castrignano). Dois soldados americanos (Adolfo Celi e Leo Dale), em licença por uns dias, viajam para Roma, sonhando com as belezas femininas (vivas!) da cidade. Passam e param numa aldeia em ruínas porque se encantam com a professora (Valentina Cortese) que também irá a Roma tentar financiamento para a reconstrução da escola, da igreja e da aldeia. Em Roma viverá um idílio amoroso com um dos americanos em licença tal como numa comédia romântica de Hollywood (aliás, esta é citada pelo americano numa das cenas mais divertidas que arrancou gargalhadas aos cinéfilos da cinemateca). Mas talvez a contribuição mais importante da heroína para o momento de reconstrução não tenha sido o financiamento garantido mas a sua atitude perante o assédio dos americanos. Enquanto muitas italianas se lançavam nos braços dos americanos e abandonavam os namorados italianos (é o que acontece com duas personagens do filme) a professora não se deixa iludir e resiste à sedução fácil. Esta é certamente uma das mensagens do filme. Outra razão para ver o filme: Roma. Cafés, restaurantes, as ruas, o Vaticano, o jockey club, tudo filmado in loco. Paris 02.2016 3,5/5

27.7.26

Because She Said So (Michael Lehmann, 2007)


REAL Michael Lehmann ELENCO Diane Keaton, Mandy Moore, Lauren Graham, Piper Perabo, Gabriel Macht, Tom Everett Scott and Stephen Collins EST 2.02.2007 (EUA, salas) 25.04.2007 PORQUE SIM! (Portugal, salas) DVDTECA

19.4.26

It's Complicated (Nancy Meyers, 2009)




    Paris: Odéon 2010***

    DVDTECA 


It's Complicated but Meryl Streep and Alec Baldwin have improved with age This article is more than 16 years old Who says that middle age spells the end of a Hollywood career? John Patterson celebrates two actors who've improved over time John Patterson Sat 2 Jan 2010 01.06 CET Share Prefer the Guardian on Google Old age may well be "a shipwreck", as De Gaulle once said of Marshal Pétain, but the sight of once-young actors settling contentedly into middle age – with beer guts, turkey-necks, double chins, crow's feet and all – is a blessed thing to witness. By way of example, I present you with the stars of It's Complicated. Miss Meryl Streep and Mr Alec Baldwin, she now 60, he a relative stripling of 51, yet joined in marriage, sundered by divorce and then reunited as adulterous exes-with-benefits in Nancy Meyer's sprightly (albeit slight) romcom for the underserved middle-aged moviegoing demographic. Whatever the movie's virtues, it gives us time to see Baldwin heading up a film on the big screen for the first time since 30 Rock transformed his career and screen persona. Before Tina Fey cast him as venal rightwing network chief Jack Donaghy, Baldwin was still wafted along by the fumes of his former persona, that of the failed and steadily fattening ex-pretty boy; movie star detritus that never made the cut. He was still cute enough as recently as 2003, in The Cooler, but his fluctuating weight between projects suggested that he didn't have his heart in the heroics any more. Fey, however, knew the other Baldwin, the funny Baldwin. As head writer on Saturday Night Live, she knew that Baldwin, with 14 guest host slots to his credit over the last 20 years, was one of the show's most beloved guests. He played north Jersey jag-offs and pea-brained Long Island lotharios better than anyone, and perhaps his most memorable sketch was as a scout master attempting to seduce a teenage Adam Sandler in his sleeping bag (the SNL DVD compilation of his guest appearances is a classic). Casting Baldwin in 30 Rock was the smartest move Fey ever made after impersonating Sarah Palin. It's a beautiful thing to watch, Baldwin being funny; it suggests he's better off without his talentless ex wife Kim Basinger, that he's shaken off the lame-ass brothers and that he's a little happier in his skin these days. Welcome home! As for Streep, headlines everywhere proclaim her a total babe at 60, and even suggest she's at the height of her career right now. They might not be wrong, for in the last eight years or so, Streep has finally made peace with her funny bone. Gone are the boringly impressive full spectrum of foreign accents, the Oscar-bait parts, and the actressy pomposity, and in their place, this delightful, often completely ditzy, seemingly ever-youthful Meryl Streep. I never liked the old Streep much anyway, precisely because the sense of humour – which was always there, if you read the old interviews – was so obscured. Now she's been walking that dog in every movie she's made since The Manchurian Candidate, and she's never looked happier or lovelier. 





Something's Gotta Give (Nancy Meyers, 2003)

Alguém Tem de Ceder

    Lagos Shopping 2004****

    DVDTECA


Tout Peut Arriver

DVDTECA

Rumor Has It… (Rob Reiner, 2005)

O argumento de Ted Griffin tem um início prometedor: uma jovem (Jennifer Aniston) vai ao casamento da irmã, apresenta o seu noivo (Mark Ruffalo) à família como se fosse apenas um amigo e durante esses dias fica com a suspeita de que o seu pai poderá ser a pessoa que inspirou o jovem de The Graduate (livro e filme inspirados em personagens reais). Obcecada com essa hipótese, vai encontrar-se com o potencial pai, que além da mãe, também partilhara a cama da avó (Shirley MacLaine). Mas entre ela e o suspeito (Kevin Costner) nasce um improvável romance... O desenvolvimento da história não está à altura do seu início e a graça vai diminuindo; e não ajuda nada o histrionismo de Anniston e MacLaine... Uma comédia romântica falhada. EST 22.12.2005 (Suíça) VC 01.2017 DVDTECA 2,5/5

Stand By Me (Rob Reiner, 1986) EST 6.08.1986 (US) 29.05.1987
DVDteca collector dvd fr 2000


Alex & Emma (Rob Reiner, 2003)


Rob Reiner tem o seu lugar assegurado na história da comédia romântica, com When Harry Met Sally (1989), mas sempre que tentou o género posteriormente não foi tão bem sucedido. Alex & Emma é mesmo um caso infeliz pois apesar do carisma do par formado por Kate Hudson e Luke Wilson, a história (argumento de Jeremy Leven) não convence. Um escritor crivado de dívidas (e ameaçado de morte porque deve à mafia) seduz a editora que trata do seu manuscrito. Todo o filme repousa nos dois intérpretes e em situações típicas da comédia romântica (encontro inicial desastroso, mentiras, avanços e recuos na sedução, amuos...), mas a quase tudo falta a graça esperada neste tipo de filmes. EST 16.06.2003 (US)  VC 08.2017 DVDTECA 2/5

12.4.26

The Owl and the Pussycat (Herbert Ross, 1970)

Barbra Streisand e George Segal
Uma comédia romântica original sobre o encontro entre uma call-girl e um aspirante a escritor, dois seres perdidos e neuróticos (Barbra bate Segal aos pontos neste quesito) que começam por se insuportar e acabam mansos nos braços um do outro. Streisand foi nomeada para os Golden Globes, para mim estraga o filme com a sua interpretação overacted e cabotina. Quando é bem dirigida, como no seu primeiro filme Funny Girl, com o veterano Wyler, ou no disco Guilty, com Barry Gibb, Streisand é soberba. Mas neste filme de Herbert Ross está à solta e insuportável. VC 07.2018 DVDteca 2/5 

4.4.26

A Big Bold Beautiful Journey (Kogonada, 2025)


REAL Kogonada PROD Ryan Friedkin, Dan Friedkin, Bradley Thomas, Youree Henley, Seth Reiss ARG Seth Reiss ELENCO Margot Robbie, Colin Farrell ESTREIA Big Picture 22.09.2025 UMA GRANDE, CORAJOSA E BELA VIAGEM (Portugal) VISTO Porto 22.10.2025 Norteshopping 2.5/5

24.3.26

Happy Together (Mel Damski, 1989)

Happy Together (Mel Damski, 1989) 
Uma bela surpresa. Uma comédia romântica original que homenageia as clássicas comédias românticas e musicais Breakfast at Tiffany's e Cabaret. Em ambas é a mulher (Audrey Hepburn e Liza Minelli) que inicia os homens ao mundo do amor, é ela que toma a iniciativa, e é ela quem mais sofre. Em Happy Together um jovem (Patrick Dempsey) chega à residência universária e descobre que o seu companheiro de quarto é uma mulher (Helen Slater). Ele bem tenta livrar-se dela mas a relação de ambos vai estreitar-se cada vez mais, apesar dos altos e (muitos) baixos que encontram pelo caminho. Uma bela surpresa. Melun 2020 (3,5/5)
Happy Together (Mel Damski, 1989). Produzido por Jere Henshaw (Apollo Pictures). Escrito por Craig J. Nevius, com Patrick Dempsey e Helen Slater. Estreou nos EUA a 4/05/1989 e em Portugal (título: Uma Cama para Dois) apenas em 1992. Estreou somente em 8 países (imdb).

15.7.24

French Kiss (Lawrence Kasdan, 1995)

Meg Ryan entrou em algumas das comédias mais bem sucedidas dos anos 90, mas em FRENCH KISS (1995) o seu trabalho, muito difícil, nem sempre convence. A personagem dela tem medo de andar de avião e por essa razão não acompanha o namorado a Paris. Mas quando ele rompe o namoro por telefone, ela mete-se num avião e vai a Paris. Então os preconceitos culturais entre americanos e franceses correm à solta e são o rastilho de muitas situações cómicas protagonizadas também por Kevin Kline. Na altura da estreia, vi esta comédia no cinema Santa Clara (1996) e gostei um pouco mais do que agora. Acontece. VC 08.2017 DVDTeca 3/5

GRAND CANYON (1991)***

Porto: Trindade 1991

19.5.24

Bridget Jone's Diary (James Maguire, 2001)

Bridget Jone's Diary (2001)
Realização de James Maguire
Argumento de Helen Fielding, Andrew Davies e Richard Curtis
Portugal 2001
Paris 2024 Cinémathèque
3/5

Elenco: Renée Zellweger, Colin Firth, Hugh Grant, Gemma Jones, Jim Broadbent

Produtores: Working Title (GB), StudioCanal (FR), Miramax (US), Universal Pictures

DVDTECA



Bridget Jones's Baby (Sharon Maguire, 2016)
Bridget Jones (Renee Zellweger) entrou nos quarenta, continua solteira, mas acaba por ficar grávida de um de dois homens com quem se envolve no mesmo período: um antigo namorado (Colin Firth) e um amante casual (Patrick Dempsey). Quem será o pai? Esta questão sustenta o filme. Mas tudo isto é muito requentado: os atores (ai os trejeitos de Renee Zellweger!), a história e o próprio modelo da comédia inglesa dos anos 90, que já viu melhores dias. Uma comédia romântica para recuperar o sono nas tardes de domingo. Paris 10.2016 3/5
Bridget Jones's Baby (Sharon Maguire, 2016), StudioCanal, Miramax, Working Title, argumento de Helen Fielding, Dan Mazer e Emma Thompson (adapta Helen Fielding), com Renée Zellweger (Bridget Jones), Colin Firth (Mark Darcy), Patrick Dempsey (Jack Qwant)

BRIDGET JONES: MAD ABOUT THE BOY (2025)

REALIZADOR: Michael Morris PRODUÇÃO: Eric Fellner, Jo Wallett, Tim Bevan ARGUMENTO: Helen Fielding, Dan Mazer, Abi Morgan ELENCO: Renée Zellweger, Hugh Grant, Emma Thompson, Chiwetel Ejiofor, Colin Firth, Leo Woodall, Isla Fisher, Josette Simon, Nico Parker, Leila Farzad, Jim Broadbent, Gemma Jones, Shirley Henderson, Sally Phillips, Celia Imrie, James Callis, Sarah Solemani, Ian Midlane ESTREIA: Cinemundo 13.02.2025 (Portugal) VISTO Paris 15.02.2025 UGC Bercy NOTA 3/5


6.4.23

What Women Want (Nancy Meyers, 2000)

WHAT WOMEN WANT (2000)
TV 2002 & TV 2021****

Nancy Meyers é um grande nome da comédia romântica americana desde o início dos anos 80, primeiro como argumentista, mais tarde como realizadora. What Women What (2000) é o segundo filme realizado por ela, mas não está à altura dos clássicos que ela assinou, como Private Benjamin e Father of the Bride. Um sedutor incorrigível (Mel Gibson) apanha um choque na banheira e na sequência adquire o dom de ouvir o pensamento das mulheres. Ele aproveita para seduzi-las, para roubar as ideias das colegas e para conquistar a mulher por quem se apaixona (Helen Hunt). Mas esse dom vai lhe trazer muitos dissabores, porque ele vai ouvir os pensamentos das mulheres sobre si e quase sempre não são muito agradáveis... Melun 04.2021 TV 3/5

11.1.23

Le Parfum vert (Nicolas Pariser, 2022)

Que filme desinteressante, apesar dos atores Sandrine Kimberlain e Vincent Lacoste. É uma comédia romântico-policial mas nada é devidamente explorado. Paris 2023 Les Halles 1.5/5

29.7.22

Once More, With Feeling (Stanley Donen, 1960)

Um maestro para de ser contratado para dirigir orquestras quando a mulher, harpista e muito bela, o abandona. Era ela o isco para a brilhante carreira do marido. Este terá de convencê-la a voltar para ele, se quiser retomar o trabalho... Realizada fora da grande época da screwball comedy, esta comédia é pesada e bafienta, apesar do esforço de Kay Rendall e Yul Breyner. Paris 2022 Cinémathèque 2,5/5

27.7.22

Indiscreet (Stanley Donen, 1958)

Indiscreet vê-se hoje com algum prazer devido ao par Cary Grant & Ingrid Bergman. O argumento é fraco e a realização de Donen muito pouco inspirada. Nada nesta comédia romântica está ao nivel do que já tinha sido feito no género nas décadas anteriores. Uma atriz famosa e solteira (Bergman) encontra o seu par ideal (Grant) mas o desenlace feliz chega depois de muitas peripécias teatrais. Paris 2015 Le Champo 2,5/5