7.5.26
The Country Girl (George Seaton, 1954)
Pin Up Girl (Bruce Humberstone, 1944)
Mean Girls (Samantha Jayne e Arturo Perez Jr., 2024)
Give a Girl a Break (Stanley Donen, 1953)
Hairspray (Adam Shankman, 2007)
Enchanted (Kevin Lima, 2007)
Enchanted (realizado por Kevin Lima) passou-me ao lado na estreia e foi pena não ter assistido ao filme numa sala. É um filme da Disney que, de forma feliz, investe em dois registos com longa tradição no estúdio: a fantasia e o musical. Enchanted foi provavelmente a revelação de uma atriz que desde então dá muito que falar. Amy Adams é uma princesa de um mundo encantado que cai num poço e vai ter a Nova Iorque no presente. O confronto entre os dois mundos, entre as expectativas da princesa (e do príncipe e de outros conterrâneos que a seguem) e as expectativas dos nova-iorquinos que a acolhem dá origem a cenas com aquela graça e ligeireza típicas dos filmes da Disney (tal como no recente Mary Poppins). O argumento é de Bill Kelly, as canções e o score musical de Alan Menken, as letras de Stephen Schwart, e o elenco: Amy Adams, Patrick Dempsey, James Marsden, Timothy Spall, Idina Menzel, Rachel Covey e Susan Sarandon.
As canções: Happy Working Song, That's How You Know, So Close (as três foram nomeadas para o Oscar), True Love's Kiss e Ever Ever After. Título português: Uma História de Encantar. Título francês: Il était une fois... Vila do Conde 4/5
Dancing in The Dark (Lars Von Trier, 2000)
Mamma Mia: Here We Go Again! (Oliver Parker, 2018)
Jersey Boys (Clint Eastwood, 2014)
Bob Gaudio (música) e Bob Crewe (letras) criaram um jukebox musical sobre os Four Seasons, um quarteto de rapazes de New Jersey que nos deu pérolas pop dos anos 1960 como Sherry, My Eyes Adored You ou Can't Take My Eyes Off You. O musical estreou em 2005 e desde então percorre o mundo. Clint Eastwood, com a sua assinatura de prestígio, fez um filme baseado nesse musical e deu-lhe obviamente uma outra projeção. No entanto, trata-se de um dos mais fracos dos últimos filmes de Eastwood. Gostei do filme porque pude descobrir os rostos e as vidas por trás das canções fabulosas acima citadas. O rock-pop dos anos 1960 não está entre as minhas preferências, sobretudos nas interpretações originais de grupos vocais daquela época, mas reconheço que ao nível das composições já me sinto embalado. Há biopics melhores (inclusive de Eastwood) mas também os há bem piores. Paris 07.2014 NOTA:3/5














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