Hair centra-se num pequeno grupo de hippies que vivem em Nova Iorque. Um dia encontram um jovem do interior do país que vai cumprir o serviço militar (os EUA estão em guerra), com o qual nada têm em comum. Porém, a amizade vai nascer entre eles. O filme consegue ser ao mesmo tempo uma crítica aos poderes instituídos e uma crítica ao próprio movimento hippie. Há números muito inspirados como o dos black boys/white boys e a sequência final. Todavia, apesar do talento de Milos Forman, este filme parece-me um tanto datado, ou o problema sou eu, pois não me atrai minimamente o fenómeno hippie.. Paris 06.2017 cinema Champo 3,5/5
Mostrar mensagens com a etiqueta Milos FORMAN. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Milos FORMAN. Mostrar todas as mensagens
28.7.26
21.5.26
28.3.19
Ragtime (Milos Forman, 1981)
RAGTIME (1981)
Vendo Ragtime (pela primeira vez?) viajo até duas épocas: a da história do filme, passada nos anos 1910, e a da viragem dos anos 1970/80, época da produção do filme. Acho que esta última me comove mais. A primeira é uma reconstituição, a segunda é a vida dos meus contemporâneos. Estes interessavam-se pelas grandes lutas sociais que fundaram os Estados Unidos modernos e tinham rostos que não brilharam por muito tempo na tela, brilharam intensamente neste e em poucos mais filmes: Mary Steenburgen, Elizabeth McGovern (nomeada para o Oscar), Debbie Allen. Milos Forman realizou com brilho uma história americana sobre a luta de um negro (Howard E. Rollins Jr., nomeado para o Oscar) pela sua dignidade. Depois de ter sido humilhado e insultado, e ter perdido a mulher, resolve recorrer à violência armada para fazer-se ouvir. Segue-se uma escalada de violência que termina com a sua morte exemplar (o mal cortado pela raiz, impedindo-o de chegar aos tribunais, à imprensa, e à publicidade da sua execução pública). A música de Randy Newman e a sua canção "One more hour" foram nomeadas para o Oscar, Bafta, Golden Globe e Grammy. Paris 3,5/5
Subscrever:
Mensagens (Atom)






