Mostrar mensagens com a etiqueta P. BAFTA Atriz. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta P. BAFTA Atriz. Mostrar todas as mensagens

27.4.26

Judy (Rupert Goold, 2019)

Estreia nos EUA:
Estreia em Portugal: 10 10 2019
DP: Outsider Films

Judy é um retrato comovente de Judy Garland. Rupert Goold, diretor de teatro, adapta para cinema (com argumento de Tom Edge) a peça de teatro End of the Rainbow (Peter Quilter) e permite a Renée Zellweger (que recebeu o Golden Globe, o Oscar e o BAFTA) brilhar como nunca no papel da grande entertainer americana. Com Rufus Sewell, Finn Wittrock, Michael Gambon, Jessie Buckley, Bella Ramsey, John Dagleish. Produção da Pathé, BBC Films, Calamity Films e BFI. Paris 2020 Les Halles 3,5/5

23.4.26

Vera Drake (Mike Leigh, 2004)

REALIZADOR Mike Leigh ARGUMENTO Mike Leigh PRODUÇÃO Simon Channing Williams // Thin Man Films ELENCO Imelda Staunton, Eddie Marsan, Daniel Mays, Phil Davis FOTO Dick Pope MÚSICA Andrew Dickson ESTREIA 3.02.2005 (Portugal) PALMARÉS F. Veneza Leão de Ouro e Melhor Atriz BAFTA: Realizador e Atriz BIFE: Filme, Atriz, Ator, etc. OSCAR: Nomeações Filme, Atriz, Argumento GOLDEN GLOBE: Nomeação Atriz  VISTO Paris 30.03.2025 Cinémathèque NOTA 3/5

12.4.26

Annie Hall (Woody Allen, 1977)

Programa da recente reposição na Filmthèque QL
ANNIE HALL (1977) é um dos grandes filmes de Woody Allen, o primeiro que o coloca no panteão das suas grandes referências, como Fellini e Bergman. Homenagem ao cinema destes dois mestres, por meio do tema, caro a Bergman, do casal em crise, e através da narrativa fragmentada e centrada no próprio sujeito do discurso, como acontecia em Oito e Meio de Fellini. Apesar destas referências óbvias, Woody Allen faz um filme muito original no contexto do cinema americano dos 70s, já de si inovador. E claro, Diane Keaton teve aqui o papel da sua vida, tenho recebido todos os prémios que podia receber (Oscar, BAFTA, NY Film Critics, entre outros). Paris 01.2018 Filmothèque du Quartier Latin 5/5

5.5.18

Charade (Stanley Donen, 1963)

Uma comédia com as qualidades de um bom espumante. Uma viúva é perseguida por homens que querem o dinheiro que o marido escondeu algures. Vai ser ajudada por um sedutor, Cary Grant, e confundida com as várias identidades que este vai revelando. Um filme digno de Hitchcock, que nos permite ver Paris nos anos 60, o metro, a Comédie Française, o Palais Royal. Audrey Hepburn recebeu o BAFTA da melhor atriz e Cary Grant foi nomeado para o mesmo prémio. Para além deste par mítico, há que destacar o argumento de Peter Stone e Marc Behm, os atores Walter Matthau, James Coburn e a música de Henry Mancini. Paris Mac-Mahon (2008) & Filmothèque QL (2018) 3,5/5

24.4.17

Casque d' Or (Jacques Becker, 1952)

Vi este filme pela primeira vez em 1997 na Cinemateca Portuguesa, num ciclo dedicado a Jacques Becker. Agora a Cinémathèque de Paris, e o circuito comercial, dedicam muitas sessões aos grandes filmes do realizador francês. Casque d'or, ou Aquela Loira, é um dos seus filmes mais amados. O filme articula duas temáticas caras a Becker: os amantes apaixonados, cujo amor resiste aos eventuais obstáculos; e o bas-fond dos pequenos mafiosos. Becker propõe um film noir à francesa, inspirado pelos americanos com certeza, mas também pela pintura de Renoir (aqueles momentos festivos no campo) e pelos filmes de Jean Renoir. Um belo filme. Paris 2017 Le Champo 4/5

24.2.17

Fences (Denzel Washington, 2016)

Este filme tem origem teatral e isso nota-se: diálogos e mais diálogos, um protagonista verborraico (e irritante), cenas de interior ou filmadas como se assim fossem. August Wilson adaptou a sua própria peça, premiada com um Pulitzer, sobre uma família negra nos anos 50. O filme foi nomeado para quatro óscares: Best Picture, Best Actor (Denzel Washington), Best Supporting Actress (Viola Davis ganhou o óscar) e Best Adapted Screenplay. Paris 2017: 2,5/5

27.11.13

Il y a longtemps que je t'aime (Philippe Claudel, 2007)

Estreou esta semana o novo filme de Philippe Claudel, um romancista e realizador francês com um largo público em França. Não devo ver o filme, intitulado Avant l'hiver, mas vi o seu filme de 2007,  Il y a longtemps que je t'aime, com Kristin Scott Thomas, de que gostei bastante. 77Claudel adaptava o seu próprio romance, e tanto este como o filme fizeram considerável sucesso. Kristin teve, a meu ver, o papel da sua vida (e não esqueço o seu trabalho no Paciente Inglês). Paris 3/5