Dois amigos naufragam e são salvos por pescadores que os levam para uma aldeia kolkhoze, onde conhecem a população e se apaixonam pela mesma mulher. Mas esta já pertence a outro. Os dois amigos regressam então à sua terra. Au bord de la mer bleue (1936) é seguramente um dos grandes filmes da cinematografia soviética. Já tinha visto dois filmes de Barnet, em 1996, na Cinemateca portuguesa: O Lutador e o Palhaço (1957) e Alenka (1961). No entanto, confesso que tenho uma muito vaga recordação desses filmes. A estética de Au bord de la mer bleue deve muito ao cinema mudo: a expressão repousa bastante nas imagens e há legendas explicativas do que se passa. Mas isso faz parte do charme do filme e do seu poder de sedução ainda hoje. Paris 2015 Cinémathèque 4/5
