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5.1.22

Father's Little Dividend (Vincente Minnelli, 1951)

Father's Little Dividend (Vincente Minnelli, 1951)

Sequela bem sucedida de Father of the Bride, em que o pai (Spencer Tracy) passa a uma outra dimensão, a de avô. Tracy continua a ter o protagonismo, apesar de Taylor estar às portas do estrelato no início dos anos 50. Faz impressão ver Joan Bennett no papel de esposa modelo, depois de ter sido, poucos anos antes, uma das mulheres fatais do cinema noir. Paris 12.2021 Cinémathèque 3/5

2.1.22

Father of the Bride (Vincente Minnelli, 1950)

Ótima comédia popular que deve muito ao carisma de Spencer Tracy e de Elizabeth Taylor. A família no centro da vida americana, no centro do modelo do American way of life. Paris 2021 Cinémathèque 3,5/5

30.9.14

Secret Beyond the Door (Frtiz Lang, 1948)

Mais uma grande obra que junta Lang a Joan Bennet (esposa do produtor do filme, Walter Wanger) mas não chega a ser a obra-prima que foram os filmes em que os dois eram acompanhados por Edward G. Robinson. O argumento segue a moda dos thrillers psicanalíticos daqueles anos e isso impede que o filme seja melhor do que é. No entanto, continua a ser um Lang fabuloso, que vale a pena ver ou rever. 4/5

6.6.14

Scarlet Street (Fritz Lang, 1946)

Li que Scarlet Street foi durante algum tempo considerado um filme pouco importante na filmografia de Fritz Lang. Para mim, desde a primeira vez que o vi, é simplesmente um dos meus filmes preferidos não só de Lang como de todo o cinema. Já o vi algumas vezes e a paixão nunca esmoreceu. Em maio último foi reposto, numa cópia restaurada, nas salas francesas. Não sei o que mais admirar: a mestria de Lang, o argumento de Dudley Nichols ou as encarnações de Joan Bennett e Edward G. Robinson. Estes atores e Lang antes tinham assinado outra obra-prima do cinema negro, The Woman in The Window. Qual deles o melhor, venha o diabo e escolha. Uma cena memorável de Scarlet Street? Sem dúvida, a do assassinato de Bennett, quando ela se vira de costas na cama e ri-se desdenhosamente do homem que explora e só este vê nesse gesto o choro de arrependimento. Poucas cenas do cinema de Hollywood me impressionam tanto. Um dos filmes da minha vida, claro. Paris 2014,  Nota: 5/5