Um John McTiernan muito fraco. Não há dúvida de que ele se dá melhor com a acção viril do que com este confronto entre um homem em fim de carreira científica, isolado na selva amazónica, e uma jovem mulher, não apenas sua colega mas também a sua nova chefe. É suposto ser uma comédia, mas deu-me muito pouco vontade de rir, sobretudo por causa da personagem feminina, irritante Lorraine Bracco (nomeada ao Razzie!), que tem o comportamento prevísivel de uma mulher citadina caída numa selva. Mais uma vez, McTiernan concentra a ação num espaço reduzido, quase claustrofóbico e muitas das cenas são bem realizadas. Mas o argumento não convence, não. Paris 2014 Cinemateca Francesa 2/5
