Depois de ter visto e adorado os últimos filmes de Kurosawa, Tokyo Sonata (2008) e Shokusai (2012, na verdade uma série para televisão, estreada nos cinemas), este último filme, Real (2013), apesar das suas qualidades evidentes, é uma decepção. Parte de um argumento original, misturando ficção científica com drama, para contar a história de amor de um casal para lá da quase-morte (um deles fica em estado de coma, e o outro pode por via médica entrar em contacto com a mente do companheiro). No entanto, por vezes o filme é confuso e a história tem demasiados desenvolvimentos desinteressantes. Paris 2014 3/5
