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26.7.26

Zouzou (Marc Allégret, 1934)

REALIZADOR Marc Allégret ARGUMENTO Pépito G. Abatino, baseado no seu romance homónimo DIREÇÃO ARTÍSTICA Pepito G. Abatino ADAPTAÇÃO Carlo Rim DIÁLOGOS Carlo Rim, Albert Willemetz CENÁRIOS Lazare Meerson, Alexandre Trauner MÚSICA Vincent Scotto, Georges Van Parys, Alain Romans LETRAS Géo Koger, Roger Bernstein, Émile Audiffred DIREÇÃO MUSICAL Louis Wins ELENCO Joséphine Baker (Zouzou), Jean Gabin (Jean), Pierre Larquey (Mélé) Claire Gérard (Mme Vallée) Yvette Lebon (Claire Vallée) Illa Meery (Miss Barbara) ESTREIA 21.12.1934 (França) VISTO Porto 16.04.2025 Batalha

6.5.26

The Protagonists (Luca Guadagnino, 1999)

REALIZADOR: Luca Guadagnino ARGUMENTO: Luca Guadagnino PRODUÇÃO:  Fulvio Colombo, Massimo Vigliar ELENCO: Tilda Swinton, Fabrizia Sacchi ESTREIA: 10.09.1999 (Itália) VISTO: Porto 27.12.2024 Cinema Batalha NOTA: 2/5

31.3.26

Cativos (Luís Alves, 2026)

Cativos (Luís Alves, 2026)
REAL.ARG. Luís Alves ELENCO Ana Varela, Filipe Amorim PROD. The Fabrik Studio ESTREIA Porto 003.2026 Cinema Batalha (Estreia Mundial) VISTO Porto 003.2026 Cinema Batalha 

20.8.23

Pedro ALMODÓVAR

THE ROOM NEXT DOOR (2024)
REALIZADOR: Pedro Almodóvar ARGUMENTO: Pedro Almodóvar PRODUÇÃO: Pedro Almodóvar ELENCO: Julianne Moore, Tilda Swinton, Alvise Rigo, Alessandro Nivola, John Turturro, Juan Diego Botto, Raúl Arévalo, Victoria Luengo, Alex Høgh Andersen, Esther-Rose McGregor, Melina Matthews, Sarah Demeestere, Anh Duong, Antonios Antoniadis, Francesc Tort, Paolo Luka Noé PALMARÉS: Leão de Ouro para melhor filme no Festival de Veneza 2024 ESTREIA: Pris 05.12.2024 O QUARTO AO LADO (Portugal) VISTO: Póvoa de Varzim 2.01.2025 Cineclube Octopus NOTA: 4/5

Strange Way of Life (Pedro Almodóvar, 2023)
V2023 Les Halles 3/5

MADRES PARALELAS (2021)
Um drama povoado unicamente por mulheres, como por vezes acontece com Pedro Almodóvar... Duas grávidas conhecem-se na maternidade e o destino (e um erro humano) vão uni-las para sempre... Porto, dezembro de 2021 Trindade 4/5
LA VOIX HUMAINE (2020)

Pedro Almodóvar pega em Cocteau e faz um exercício de estilo sem surpresas mas com charme e uma atriz incrível : Tilda Swinton. Estava embalado mas logo terminou (30m). Paris 06.2021 Archipel 3/5


DOLOR Y GLORIA (2019)
Almodóvar retrata-se até certo ponto neste filme. Afinal o filme trata de um realizador sessentão (Antonio Banderas) paralisado pela depressão e por várias dores físicas. Em poucas semanas reconcilia-se com um ator (Asier Etxeandía) de uma obra sua já com 20 anos (eles não se falavam desde esse trabalho), é visitado por um amante da juventude (Leonardo Sbaraglia) que o marcou muito (a ponto de ter retomado o trabalho, escrevendo uma peça sobre essa paixão), encontra por acaso numa galeria um desenho que o representa a ele em criança, feito por um rapaz que esteve na origem do seu despertar sexual, e rememora a mãe (Penélope Cruz e Julieta Serrano) que morrera há apenas três anos. Há 40 anos Bob Fosse ganhou a Palme d'or com um filme autobiográfico semelhante, All That Jazz, bastante mais original do que Dolor y Gloria. Mesmo assim é um dos melhores filmes de Almodóvar. Paris 05.2019 (4/5)

Julieta (Pedro Almodóvar, 2016)
Almodovar filma em Julieta mais um retrato feminino como apenas ele consegue fazer. Uma jovem mãe é abandonada pela filha quando esta se torna adulta, mas a mãe saberá as razões desse afastamento muitos anos depois. Almodovar adaptou três contos de Alice Munro para arquitetar o argumento do filme. Apesar da inspiração estrangeira, tudo isto é muito almodovariano, mas o mesmo já tinha acontecido com textos de Ruth Rendell (Carne trémula). EST 8.04.2016 (Espanha, salas) Paris 05.2016 NOTA: 3/5
LA FLOR DE MI SECRETO (1995)
Lisboa: Monumental 1995
Paris 09. 2023 Espace St-Michel

(Tacones lejanos (Pedro Almodóvar, 1991)
REAL Pedro Almodóvar ARG Pedro Almodóvar PROD Agustín Almodóvar e Ciby 2000 ELENCO Victoria Abril, Marisa Paredes, Miguel Bosé, Anna Lizaran, Cristina Marcos, Féodor Atkine, Miriam Díaz-Aroca, Bibiana Fernández, Javier Bardem MÚSICA Ryūichi Sakamoto, canções Un año de amor (versão espanhola de Pedro Almodovar de C'est irréparable, de Nino Ferrer e Gaby Verlor, 1963) e Piensa en mí (Agustín Lara, 1937) cantadas por Luz Casal  FOTO Alfredo F. Mayo ORIG Espanha, França PALMARÉS César do Melhor Filme Estrangeiro ESTREIA 23.10.1991 (Espanha), 30.10.1992 SALTOS ALTOS (Portugal) VISTO Portugal 11.1992 & Porto 04.01.2026 Batalha 3.5/5

¿Qué He Hecho Yo para Merecer Esto? (1984)
Carmen Maura foi a musa inspiradora dos primeiros filmes de Almodovar. Neste filme, ela é uma dona de casa e mulher a dias às voltas com um marido insatisfeito e autoritário. Almodovar, por esta altura, ainda filmava a classe trabalhadora sem aquele brilho que mais tarde iria ser uma componente fundamental dos seus retratos da classe média. DVDteca 12.2016 (3,5/5)

PEPI, LUCI, BOM Y OTRAS CHICAS DEL MONTÓN (1980)
LABERINTO DE PASIONES (1982)
ENTRE TINIEBLAS (1983)
MATADOR (1985)
LA LEY DEL DESEO (1987)
MUJERES AL BORDE DE UN ATAQUE DE NERVIOS (1988)
¡ÁTAME! (1989)
TACONES LEJANOS (1991)
KIKA (1993)
LA FLOR DE MI SECRETO (1995)
CARNE TRÉMULA (1997)
TODO SOBRE MI MADRE (1999)
HABLE CON ELLA (2002)
LA MALA EDUCACIÓN (2004), VOLVER (2006)
LOS ABRAZOS ROTOS (2009)
Y LA PIEL QUE HABITO (2011)

22.12.22

Terry GILLIAM 1970s-1980s

Minneapolis, Minnesota 1940

5º THE ADVENTURES OF BARON MUNCHAUSEN (1988)
PV 1992 CC Octopus 3/5

4º BRAZIL (1985)
REALIZAÇÃO: Terry Gilliam  PRODUÇÃO: Arnon Milchan, Patrick Cassavetti ARGUMENTO: Terry Gilliam, Tom Stoppard, Charles McKeown ELENCO: Jonathan Pryce, Robert De Niro, Katherine Helmond, Ian Holm, Bob Hoskins, Michael Palin, Ian Richardson, Terry Gilliam, Peter Vaughan, Kim Greist, Jim Broadbent, Derrick O'Connor, Roger Ashton-Griffiths, John Pierce Jones, Barbara Hicks, Charles McKeown, Kathryn Pogson, Bryan Pringle, Nigel Planer, Terence Bayler, Gorden Kaye, Jack Purvis ORIGEM: Reino Unido ESTREIA: 22.02.1985 (GB) 12.06.1985 (Portugal), Alambique 27.04.207 (Portugal reposição) VISTO: Porto 12.2022 Batalha 3.5/5
Reposição: Alambique 27.04.2017


3º TIME BANDITS (1981)

2º JABBERWOCKY (1977)
DVD Columbia Tri Star 2002
DVDTECA

1º MONTY PYTHN AND THE HOLY GRAIL (1975)

Fui rever o primeiro filme dos Monthy Pithon, The Holy Grail, a uma daquelas sessões especiais em que o ambiente da plateia é tão especial quanto o filme. Este foi exibido num ciclo dedicado à Idade Média, aliás um Festival que já vai na quarta edição. Os espetadores que apareceram fantasiados não pagaram bilhete. Havia poucos. Mas muitos (a pequena sala encheu) trouxeram uns cocos para reagir ao filme quando os próprios cavaleiros do Graal chocavam uns cocos para imitar cavalos. Foi divertido e teve aquele ambiente descontraído de festival. E o filme parece ter sido feito para este tipo de público, com o humor descabelado com que contam a tão séria demanda do Graal. Paris 03.2016 Le Desperado 3.5/5

27.8.17

Elaine MAY

Philadelphia, Pennsylvania, US 1932

REALIZADORA: A New Leaf (1971) The Heartbreak Kid (1972 ) Mikey and Nicky (1976) Ishtar (1987)
ARGUMENTISTA: A New Leaf (1971) Such Good Friends (1971) Mikey and Nicky (1976) Heaven Can Wait (1978) Ishtar (1987) The Birdcage (1996) Primary Colors (1998)

1º THE NEW LEAF (1971)

2º THE HEARTBREAK KID (1972)

3º MIKEY & NICKY (1976)
REALIZAÇÃO: Elaine May ARGUMENTO: Elaine May PRODUÇÃO: Michael Hausman // Castle Hill Productions ELENCO: Peter Falk, John Cassavetes, Ned Beatty MÚSICA: John Strauss ESTREIA: 21.12.1976 (EUA) VISTO: Paris 2006 Max Linder & Porto 29.12.2024 Cinema Batalha NOTA: 4/5
4º ISHTAR (1987)
Tal como nas comédias românticas, também nos buddy movies o mais importante é a química estabelecida entre o par central de intérpretes. Tratando-se de comédias, este facto torna-se ainda mais importante. Warren Beatty e Dustin Hoffman nunca convencem na pele de dois cantores medíocres que aceitam uma proposta de trabalhar em Marrocos, onde passam por diversas aventuras. Warren Beatty, por exemplo, não tem qualquer jeito para a comédia. E que dizer de Isabelle Adjani, a Garbo francesa, como dizem os americanos, aqui reduzida aos seus belos olhos? O filme não é totalmente falhado, pois há cenas e diálogos inspirados, mas sabem a pouco. Uma desilusão. VC 08.2017 3/5

25.8.17

Tony RICHARDSON


A Taste of Honey (1961)
O cinema Champo teve a feliz ideia de apresentar uma trilogia representativa do Free Cinema, movimento de renovação do cinema britânico na passagem dos anos 50 para os anos 60. O Free Cinema deve muito à renovação nos anos 50 do teatro daquele país e é disso exemplo A Taste of Honey, originalmente uma peça de Shelagh Delaney, que assinou com Richardson o argumento deste clássico. A protagonista é uma jovem adolescente com uma péssima relação com a mãe, que coleciona amantes e quartos alugados onde a filha se sente a mais. A jovem (Dora Bryan, que ganhou o Bafta para melhor atriz) decide viver de forma independente com um amigo homossexual (uma das primeiras personagens homossexuais no cinema britânico). A vida das personagens é tão sombria e dura quanto a paisagem onde vivem, acentuada pela fotografia a preto e branco de Walter Lassally. O filme recebeu 3 BAFTA, para melhor filme britânico, melhor argumento e melhor atriz. Um dos filmes de que mais gostei de ver no último ano (tinha-o visto meses antes no Cineclube 7e Genre e agora no Champo). Paris 11.2017 Le Champo 4/5 Porto 22.12.2024 Batalha
The Loneliness of the Long Distance Runner (1962)
Mais do que justificada a reposição, em versão restaurada, deste clássico do Free Cinema britânico. Um jovem revoltado contra a opressão que a família, a sociedade e o estado exercem sobre ele, depois de ter cometido um roubo numa padaria, é posto numa escola de correção. Aí será usado pela direção para trazer prestígio à escola através do desporto. Mas é ele quem tem a última palavra. Este filme, como outros do movimento Free Cinema, pôs a classe operária na primeira linha de observação, mas sem a idealizar como o cinema anterior fazia. Os pobres, os excluídos, passam a ser sujeito, e não apenas objeto de interpretação da classe dominante. Que diferença face aos filmes de David Lean, Anthony Asquith ou Noel Coward que marcaram o cinema britânico nos anos 40/50. Tom Courtney foi o melhor ator em Mar del Plata. Paris 09.2017 Le Champo 4/5

The Charge of the Light Brigade (1968)
Uma célebre batalha entre britânicos e russos ficou para a história pelos erros estratégicos do comando britânico. Richardson faz uma crónica irreverente e brilhante sobre esse acontecimento e sobre  a vida militar britânica. Não deixa pedra sobre pedra. Pelo meio há uns deliciosos desenhos animados à Monty Phyton. O Free Cinema cruza-se com a tradição humorista britânica, renovada pelos Phyton, e o resultado continua moderno até hoje. VC 4/5

DVDTECA [4] 
Tom Jones (1963)
The Charge of the Light Brigade (1968)
Hamlet (1969)
A Delicate Balance [Richardson, TV, 1973]  

24.8.16

Issac JULIEN

BAADASSSSS CNEMA (2002)
Um bom documentário sobre a "Black Hollywood", aquela produção numerosa de filmes feitos por negros para a comunidade negra na primeira metade dos anos 70. Filmes de baixo orçamento mas populares, com as suas estrelas (Pam Grier, Fred Williamson) e sobretudo a sua música fantástica. Tenho a ideia de que deste filão pouco ficou em termos da arte cinematográfica, sendo sobretudo sociológica a sua importância. 08.2016 3/5

LOOKING FOR LANGSTON (1989)
Porto 26.02.2025 Batalha
Teddy Award para melhor curta-metragem LGBT, Festival de Berlim

28.5.15

Sergio CORBUCCI

Il Mercenario (Sergio Corbucci, 1968)
Franco Nero, Jack Palance
VISTO Porto 21.12.2025 Batalha

IL GRANDE SILENZIO (1968)
Uma obra-prima do western, passada na época em que os EUA substituíam a violência sem regras pela lei nacional do direito. Mas muitos não estavam interessados nessa mudança e persistam em fazer do assassinado o seu modo de vida. Soberbo. Paris 04.2022 Reflet Médicis 5/5

Il grande silenzio é um dos mais impressionantes westerns que conheço. Está ao nível das obras-primas de Sergio Leone, e tal como estas, é sublimado pela música de Ennio Morricone. A história opõe duas persongens inesquecíveis: um homem solitário e mudo, que procura vingar a chacina da sua família, e um caçador de cabeças a prémio (Klaus Kinski) que não recua perante nenhuma barbaridade. A época é de transição, quando a Lei vai se consolidando em todo o território americano e os caçadores de prémios passam a ser perseguidos. Mas a caça aos caçadores vai enfrentar resistências e perpetuar a violência. O filme termina com uma chacina memorável, em termos cinematográficos e também por ter ficado na história negra da região onde aconteceu. Muito negro e violento, este filme é contemporâneo do começo da Nova Hollywood que iria elevar os níveis de violência no cinema americano (Bonnie e Clyde é de 1967). Paris 2015 Le Brady 5/5

NAVAJO JOE (1966)

Navajo Joe é um bom western de Corbucci, que esteve para ser realizado por Sergio Leone. Esteve igualmente para ser protagonizado por Marlon Brando (substituído por Burt Reynolds) no papel de um índio que se vinga de um grupo de salteadores por estes lhe terem matado a família. A música estupenda é de Ennio Morricone. Paris 05.2015 Le Desperado 3/5




Johnny d’Oro/?

DVDTECA


Super Snooper/1980

DVDTECA


9.3.14

Federico FELLINI

E. LA NAVE VA (1983)
Vi pela primeira vez este filme há mais de vinte anos e nunca mais o esqueci.
É a história de um grupo de aristocratas que na véspera da primeira guerra mundial embarcam num navio para lançar ao mar as cinzas da maior cantora de ópera do tempo. É um filme operático a vários títulos e é um requiem por um mundo que acabava: o século XIX, a Belle Epoque, a ópera como género popular, a "inocência" da aristocracia. 
Fellini e o fiel Tonino Guerra assinam o argumento. Fellini fez um filme que consegue, em muitos momentos geniais, transmitir a desmesura da ópera. Sublime. Paris 2014Le Nouvel Odeon Porto 22.12.2025 Batalha 5/5

LA STRADA (1954)
Um filme comovente e triste sobre dois seres solitários, uma mulher ingénua e generosa (Giuletta Masina) e um entertainer popular autoritário e machista (Anthony Quinn), que não se suportam mas acabam por amar-se a seu modo. Curiosamente trata-se da mesma história de Macdam Cowboy, que vi recentemente e de que, aliás, gostei bem mais. Um marco no cinema italiano, com uma Giulietta Masina inesquecível. Paris 09.2016 FQL 3/5

I VITELLONI (1953)
Não foi a primeira vez que vi este filme, mas gostei especialmente de o ver agora. Talvez por razões pessoais, porque a forma como o vemos (este filme em particular) depende muito do período da vida em que nos encontramos. O filme fala dos vitellone, que na gíria de Rimini, designa os jovens trintões desocupados, ainda a viver com os pais, indecisos quanto ao rumo que há-de tomar as suas vidas. O filme é ao mesmo tempo uma comédia, um filme melancólico e um retrato sociológico. Por todas estas razões adoro o filme. É comovente e divertido e a arte de Fellini atinge um dos seus pontos altos. Nem me ocorre falar do neorrealismo seu contemporâneo, de tal modo o filme parece rebentar com todas as costuras com que se costuma definir aquele movimento.
Vi-o agora na Filmoteca de Catalunya, numa sala cheia que no fim da sessão aplaudiu o filme. Tal como em França se faz quando se gosta do que se viu. Na Time Out de Barcelona, na secção Outro Cinema, quer dizer, para além da exibição comercial, apenas a Filmoteca marca presença. Também em Barcelona, o circuito de arte e ensaio parece estar pela rua da amargura.  Filmoteca de Catalunya 2014:  4,5/5

LO SCEICCO BIANCCO (1952)
Le Cheik blanc é o primeiro filme realizado a solo por Federico Fellini e é absolutamente maravilhoso. Todo o amor de Fellini à cultura popular de evasão está bem presente neste filme. Mas de forma crítica. Um casal em lua de mel chega a Roma, ele tem um programa apertado de visitas à família mas ela tem o projeto secreto de encontrar-se com o cheik branco, um personagem da literatura de evasão, que alimenta os sonhos de muitas mulheres. O casal vai conseguir tudo o que quer mas com muito stress à mistura. O argumento é de Federico Fellini, Tullio Pinelli e Ennio Flaiano, a música de Nino Rota, e a interpretação de Alberto Sordi, Brunella Bovo, Leopoldo Trieste e Giulietta Masina, Paris 06.2020 Le Champo 4/5