Gloria (Sebastián Lelio, 2013)
Tudo neste maravilhoso filme chileno me agrada. Não são apenas os argentinos que fazem os melhores filmes realistas do continente sul-americano, os chilenos estão também na primeira linha.
A história de uma mulher, Gloria, divorciada, com os filhos crescidos e independentes, que luta para tirar o melhor proveito da sua vida solitária. A câmara não larga a protagonista, mas em fundo podemos observar a dinâmica realidade social e política do Chile. Encontramos esta estratégia em muitos filmes dos dois países sul-americanos citados.
Na banda sonora, as Águas de março de Jobim cantadas em família e Baila comigo de Rita Lee e Gloria de Umberto Tozzi nas saídas à discoteca da protagonista. Em plenos 70s, pois. Paris 06.2014: 4/5
