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8.3.23

Shakhar KAPUR 4/7

Lahore, India, 1945

MASOOM (1983)
MR. INDIA (1987)

BANDIT QUEEN (1994)***
Lisboa: Xenon 1995

ELIZABETH (1998)***
PV: Santa Clara 1999

THE FOUR FEATHERS (2002)**
PV: Santa Clara 2003

ELIZABETH: THE GOLDEN AGE
 (2007)

WHAT'S LOVE GOT TO DO WITH IT? (2022)****
Paris: Bercy 2023

14.1.23

Uski Rôti (Mani Kaul, 1969)

O Bresson indiano, diz-se. Os problemas de um casal numa abordagem austera e pouco empolgante. Paris 2023 Reflet Médicis 2.5/5

Un jour avant la saison des pluies (Mani Kaul, 1971)


Kaul adapta uma peça de teatro sobre a paixão entre uma jovem e um poeta reconhecido pelo poder da época. Este autor indiano muito raro (é a sua estreia em França) não me convenceu de todo. Paris 2023 Reflet Médicis 2.5/5

27.1.20

Cotton Mary (Ismael Merchant, 1999)

Cotton Mary (Madhur Jaffrey) é uma enfermeira anglo-indiana que, orgulhosa da sua ascendência dupla, vai trabalhar para  a grande casa de uma família inglesa (Greta Scacchi e James Wilby), onde conseguirá impor-se aos antigos empregados e mesmo provocar a sua demissão. Trata-se de um filme interessante sobre as relações entre colonizados e colonizadores na India. Paris Cinémathèque 3,5/5

18.12.14

Satyajit RAY

A CASA E O MUNDO (1984)
TÍTULO Original: Ghare Baire REALIZADOR: Satyajit Ray ARGUMENTO: Satyajit Ray, baseado no romance de Rabindranath Tagore (1916) ELENCO: Soumitra Chatterjee, Victor Banerjee, Victor Banerjee, Swatilekha Chatterjee, Gopa Aich, Jennifer Kendal VISTO: Paris 2008 Le Reflet Médicis & 03.02.2025 Le Champo NOTA: 4/5

O HERÓI NAYAK (1966)
No espaço de algumas semanas vi dois filmes soberbos de Satyajit Ray: La grande ville (1963) e Le héros (1966), que merece ficar ao lado de clássicos que abordam o cinema como Sunset Boulevard, 8 e 1/2 ou La nuit américaine. No centro do filme está o ator mais célebre da indústria indiana, que empreende uma viagem de comboio para receber um prémio. A viagem será também uma viagem ao seu passado, ao seu percurso desde os tempos de ator de teatro até ao estrelato no cinema. Uma mulher que ele conhece no comboio será mais do que a sua companheira de viagem. Mostrando-se muito crítica em relação ao cinema, ela irá ajudá-lo a rever criticamente o seu passado e por fim a encontrar-se. Uma viagem catártica, pois. É difícil dizer o que é mais admirável neste filme, pois como em todas as grandes obras, as suas partes iluminam-se umas às outras. O dispositivo narrativo formal é muito simples: o tempo de uma viagem num espaço limitado, um huis clos. Mas Satyajit Ray encontra as soluções de mise en scène mais espantosas para contar esta história. Por tudo isto, não se compreende que um filme destes fique na sombra, merecendo uma divulgação à altura da sua importância. Paris 01.2015 Le Champo 5/5


A GRANDE CIDADE (1963)
Neste mês de dezembro, foram repostos nas salas francesas três filmes restaurados do mestre Satyajit Ray: La grande ville, Le saint e Le héros. Fui ver ontem La grande ville, um retrato de mulher na cidade de Calcutá. Soberbo. Certamente entre os melhores filmes de Ray. Ganhou o Leão de Prata em Berlim. Um filme sobre um casal que vê o seu amor posto à prova pelos ventos da modernidade. O marido, tradicional sustento da família, vê-se desempregado, e a mulher afirma-se no mercado de trabalho. Uma grande história de amor que é ao mesmo tempo um ambicioso filme de análise social. Paris 12.2014 Le Champo 5/5

O SALÃO DE MÚSICA (1958)
VISTO: Porto 2000 Rivoli & Paris 2013 FQL NOTA: 5/5
DVDTECA

Pather Panchali/1955
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Aparajito/1956
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O Mundo de Apu/1959
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Charulata/1964
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