Mostrar mensagens com a etiqueta E. 20th Century Fox. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta E. 20th Century Fox. Mostrar todas as mensagens

5.4.26

The 13th Letter (Otto Preminger, 1951)

REALIZADOR: Otto Preminger ARGUMENTO: Howard Koch, remake de Le Corbeau (Louis Chavance) PRODUÇÃO: Otto Preminger, para a 20th Century Fox ELENCO: Linda Darnell, Charles Boyer, Michael Rennie, Constance Smith FOTO: Joseph LaShelle MÚSICA: Alex North ESTREIA: 19.01.1951 (EUA) 28.01.1952 (Portugal) VISTO: Paris 20.01.2025 Cinémathèque

5.4.21

Niagara (Henry Hathaway, 1953)

Niagara (Henry Hathaway, 1953)

É um filme noir com as cores mais gloriosas do tecnicolor. Marilyn é a mulher fatal clássica, que provoca a morte e é paga na mesma moeda. Manda o amante matar o marido e este mata-a. Contrastando com este casal (auto)destruidor há um outro casal, feliz, que apenas quer desfrutar das cataratas do Niagara. Com Marilyn Monroe, Joseph Cotten e Jean Peters. Melun 2021 TV 4/5



17.1.21

Phone Call From a Stranger (Jean Negulesco, 1952)

Este filme esteve na seleção oficial do Festival de Veneza e o argumento de Nunnally Johnson (com base numa história de I.A.R. Wylie) foi premiado. De facto é a história que chama a atenção, apesar do bom elenco (Bette Davis, Shelley Winters, Gary Merrill). Um homem abandona o lar e a mulher e parte para LA. No aeroporto e no avião conhece três passageiros de quem acaba por ser confidente das suas vidas amargas. O avião cai e ele é um dos raros sobreviventes. Na segunda parte do filme ele visita a família de cada um dos ex-companheiros de viagem levando-lhes uma palavra de consolo. Bom filme. Melun 2021 2,5/5

8.6.20

The Pick-Up Artist (James Toback, 1987)

The Pick-Up Artist (James Toback, 1987)
Um jovem professor passa o tempo a seduzir as moças mais belas que encontra na rua, como se fosse um desporto (o desporto preferido dos homens como no filme homónimo de Hawks). Um dia seduz a personagem de Molly Ringwald, pela qual fica apanhado como nunca tinha acontecido antes com ele. Não vai ser uma conquista fácil pois ela tem problemas sérios com que se ocupar: o alcoolismo do pai e uma dívida a uns criminosos, que a ameaçam constantemente. Molly e Robert estão bem, mas o filme tem pouco nervo, devido aos problemas do argumento de James Toback. Surpreende a presença de Keitel e Hopper no filme. Melun 06.2020 TV (2/5) 
The Pick-up Artist (James Toback, 1987), Fox, produzido por Warren Beatty, argumento de James Toback, com Molly Ringwald, Robert Downey, Harvey Keitel, Dennis Hopper, Danny Aiello, música de Georges Delerue.

11.11.19

Laura (Otto Preminger, 1944)


Laura é um dos melhores filmes noir de sempre. Mesmo conhecendo a história e as surpresas que esta promete, acabamos envolvidos nesta história cheia de mistério onde uma mulher (Gene Tierney) mesmo depois de morta seduz o polícia (Dana Andrews) que investiga a sua morte. Nomeado para o Oscar de melhor realizador, argumento e ator secundário (Webb). Recebeu o Oscar da fotografia. Cinemateca Portuguesa 1991, Paris Mac-Mahon 2011 & Paris Christine 2019: 4/5

27.5.19

Daisy Kenyon (Otto Preminger, 1947)

Daisy Kenyon (Joan Crawford), artista e independente, vê dois homens, Henry Fonda e Dana Andrews, este último casado e com duas filhas. Daisy acaba por casar com Fonda, mas Andrews não desiste dela. De forma clara e subtil Preminger apresenta um ménage à trois que ocupa toda a ação do filme. Touché! O argumento é de David Hertz, que adapta um livro de Elizabeth Janeway. É um drama (a situação de Daisy/Crawford não permitiria outra coisa) mas Fonda e Andrews garantem excelentes momentos de screwball comedy. Um filme esquecido mas francamente bom. Paris 3,5/5

29.4.19

Mrs. Doubtfire (Chris Columbus, 1993)

Tootsie nos anos 80, Mrs Doubtfire nos anos 90: duas comédias, a primeira excelente, a segunda muito boa, sobre um homem (ator) que tem de passar-se por mulher para conseguir trabalho. Mrs. Doubtfire é um daqueles filmes que todos conhecemos mesmo sem termos visto já que em algum momento vimos ainda que distraidamente algumas cenas antológicas nas passagens pela televisão. O argumento, a realização e o carisma dos atores fazem desta comédia um clássico das tardes de domingo. VC 04.2019 DVDteca 3,5/5
DVD 20th Fox 2001
Bonus: Comentários áudio, etc.
DVDteca

4.2.18

The Post (Steven Spielberg, 2017)

The Post é o último de uma linhagem nobre de filmes sobre a liberdade de imprensa, que se defende dos ataques do poder político quando este se revela autoritário. Foi o que aconteceu quando informações secretas da Casa Branca foram parar aos jornais, informações que revelavam a grande mentira de sucessivos governos relativamente à intervenção militar americana no Vietnam. Todos os filmes que eu conheço deste subgénero são bons e o de Spielberg é um dos melhores, tendo o trunfo de reunir pela primeira vez um dos seus atores preferidos, Tom Hanks, com Meryl Streep, a grande luz do filme. Paris 2018: 4/5
The Post (Steven Spielberg, 2017), com Meryl Streep e Tom Hanks, música de John Williams, três prémios da National Board Review (Best Film, Best Actor, Best Actress), o filme e Streep foram nomeados ao Oscar, nomeados ao Golden Globe (Streep, Hanks, Spielberg, John Williams, argumento de Liz Hannah e Josh Singer, e melhor filme).

30.8.17

Desk Set (Walter Lang, 1957)

Walter LANG 1896-1972

DVDTECA (7)

The Little Princess (1939)

Weekend in Havana 1941, V2022 

State Fair 1945, V2008 V2015

There's No Business Like Showbusiness 1954 V2005 

The King and I 1956 V2016 

Desk Set 1957 V2017 

Can Can 1960 V2015


Por que vemos hoje Desk Set? (1957) Sem dúvida por Katherine Hepburn e Spencer Tracy, uma das gloriosas duplas de Hollywood (não perco um filme deles). E no entanto, o argumento, baseado numa peça de William Marchant, tem a sua graça: as secretárias de uma empresa (Hepburn é a sua abelha-rainha) são postas em alvoroço quando um homem misterioso e charmoso chega com o intuito (não revelado) de introduzir uma máquina monumental que pretende fazer o serviço delas. Todavia, na engrenagem da máquina e dos hábitos dos protagonistas surge um elemento estranho e perturbador: o amor... O argumento é de Phoebe Ephron e Henry Ephron, progenitores da famosa autora de comédias românticas Nora Ephron. Não tenho dúvida de que vou querer rever esta simpática comédia, por Katherine & Spencer. VC 08.2017 DVDTECA 3/5

6.6.17

River of No Return (Otto Preminger, 1954)

River of No Return é um belíssimo western com o par Robert Mitchum e Marilyn Monroe. O filme é um road movie, ou melhor, um river movie, já que a viagem que os dois fazem (com uma criança) acontece num rio. Os perigos da viagem vêm do próprio rio, mas também das margens, onde aparecem índios e brancos, sempre com propósitos ameaçadores. No filme aparece uma das imagens icónicas de Marilyn, pelo menos para mim: de jeans, de pé na jangada. Paris 06.2017 4/5

Coleção Jorge Tomé Santos





9.3.17

The Three Faces of Eve (Nunnally Johnson, 1957)

Este deve ter sido um projeto bem pessoal de Nunnally Johnson, que produziu, escreveu e realizou o filme. Ou talvez não, já que Johnson era um argumentista e produtor consagrado desde os anos 30, e realizou alguns (poucos) filmes na década de 50. No final desses anos, Hollywood procurou realizar projetos marcados pelo realismo, por vezes devedores do mundo da televisão. Neste filme, baseado numa história real dos anais da psiquiatria, uma mulher assume várias personalidades, boa e más, e é tratada por psiquiatras até ser curada. A Eve White é a boa dona de casa, recatada, boa esposa e boa mãe; a Eve Black despreza a boa Eve e vive para a farra. Pode ter sido um caso clínico marcante que até virou filme, mas diz-nos mais sobre o papel da mulher na sociedade do que muitos biopics. Joanne Woodward ganhou o óscar para melhor atriz, um prémio mais do que merecido. Paris 2,5/5

7.12.16

Absolutely Fabulous (Mandie Fletcher, 2016)

Absolutely Fabulous alimenta-se de várias tendências do cinema mais comercial: os feelgood movies, os derivados de séries televisivas e os filmes sobre a cultura pop na sua dimensão mais superficial. Reconheço que prefiro as duas heroínas ultrapassadas e passadas (Jennifer Saunders e Joanna Lumley) do que a reprimida Bridget Jones. Esperava mais do filme, mais momentos hilarantes, mas ainda assim foi uma boa comédia, britânica até à medula. Paris 3/5