Um filme russo até à medula. Petrov, o protagonista, tem de facto uma febre que não passa e que o faz delirar e habitar uma sociedade e uma realidade onde a depressão e a morte podem atingir qualquer um. Uma sociedade doente, sem remédio à vista (ou com remédios do passado, com efeitos perniciosos). A herança de Dostoievski e Tarkovsky está bem viva. Paris 12.2021 Le Brady 4/5
1.8.26
25.7.26
Os Primeiros Soldados (Rodrigo de Oliveira, 2021)
4.7.26
Madalena (Madiano Marcheti, 2021)
31.5.26
Deserto Particular (Aly Murutiba, 2021)
1.5.26
O Pai da Rita (Joel Zito Araújo, 2021)
Máquina do Desejo (2021)
20.4.26
Licorice Pizza (Paul Thomas Anderson, 2021)
1.7.24
Michel FRANCO
Hong SANG-SOO 2020s
Um consagrado realizador coreano, acompanhado da filha (que não via há cinco anos), visita uma antiga amiga para lhe pedir que seja professora de Design da filha. Essa amiga é proprietária orgulhosa de um pequeno prédio que agrada muito ao realizador. Ele não seduz a amiga, mas uma jovem que esta lhe apresenta, e que tem um restaurante no dito prédio. Nesse prédio passa-se toda a ação. Não faltam as típicas cenas de Sangsoo de refeições e bebedeiras que estimulam novas relações mas também o fim dessas relações. O cartaz (abaixo) do filme é muito feliz porque sugere o essencial do que se passa no filme.
24.3.24
Bruno DUMONT
24.1.24
Benediction (Terence Davies, 2021)
23.11.23
Ridley SCOTT 2010s...
The Counselor é uma desilusão. Ridley é um realizador irrregular, com filmes inesquecíveis (The Duellists, Alien ou Blade Runner) e muitos bem abaixo do seu melhor. Com um argumento de Cormac McCarthy e estrelado por Michael Fassbender, Penélope Cruz, Cameron Diaz, Javier Bardem e Brad Pitt, o filme prometia. Mas Ridley não consegue insuflar qualquer chama à história e às personagens. Nenhum dos atores citados é memorável, nem Fassbender que está no auge da sua afirmação de grande ator. MK2 Paris 2013 2,5/5
Ridley Scott assinou em 2012 um bom filme de ficção científica, Prometheus, com Michael Fassbender e Charlize Theron. Com estes dois o filme ganha uma carga sexual pouco comum nos filmes de ficção científica, e superior ao que era suposto existir em The Counselor (o filme seguinte de Scott), em que todas as personagens passam o filme a falar sobre sexo. Gostei francamente do filme (é raro não gostar de um filme de ficção científica) e gostaria de revê-lo. Paris 02.2012 Danton 3,5/5
































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