The Belle of New York (Charles Walters, 1952)
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22.5.26
7.5.26
Give a Girl a Break (Stanley Donen, 1953)
Realização: Stanley Donen
Estreia nos EUA: 3/12/1953
CASANOVA JÚNIOR
Estreia em Portugal: 8/07/1954
TRÈS CHICAS CON SUERTE
Give The Girl a Break (Stanley Donen, 1953)
Versão em inglês e em espanhol
(DVD Feel Films, Espanha 2013, com trailer)
27.4.26
Invitation to the Dance (Gene Kelly, 1956)
Invitation to the Dance (1956) foi um projecto longamente acarinhado por Gene Kelly. Depois de ter sido protagonista de dois dos maiores filmes musicais de sempre, An American in Paris (1951) e Singing in the Rain (1952), foi trabalhar para a Europa e dedicar-se a um filme totalmente dançado, sem ação dramática. As filmagens foram realizadas nos estúdios da MGM de Londres e passaram por numerosos problemas. O filme tem três episódios: "Circus" (música de Jacques Ibert), "Ring Around the Rosy" (música de Andre Previn) e "Sinbad the Sailor" (música de Rimsky-Korsakoff) e contou com grandes nomes do ballet da altura, como Igor Youskevitch, Claude Bessy ou Tamara Toumanova. Estreou anos depois de ter sido realizado, pois a MGM previa dificuldades na sua exploração comercial. Foi um flop histórico, de facto.
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| Edição francesa: Coleção "Les trésors Warner. La collection TCM" (2012) |
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| CED VideoDisc (1980s) |
5.1.22
Father's Little Dividend (Vincente Minnelli, 1951)
Father's Little Dividend (Vincente Minnelli, 1951)
Sequela bem sucedida de Father of the Bride, em que o pai (Spencer Tracy) passa a uma outra dimensão, a de avô. Tracy continua a ter o protagonismo, apesar de Taylor estar às portas do estrelato no início dos anos 50. Faz impressão ver Joan Bennett no papel de esposa modelo, depois de ter sido, poucos anos antes, uma das mulheres fatais do cinema noir. Paris 12.2021 Cinémathèque 3/5
2.1.22
Father of the Bride (Vincente Minnelli, 1950)
Ótima comédia popular que deve muito ao carisma de Spencer Tracy e de Elizabeth Taylor. A família no centro da vida americana, no centro do modelo do American way of life. Paris 2021 Cinémathèque 3,5/5
6.3.19
The Catered Affair (Richard Brooks, 1956)
A grande Bette Davis trabalha neste filme com a nova geração de escritores (Gore Vidal, argumentista, e Paddy Chayefsky, dramaturgo) e realizadores (Richard Brooks) que marcaram os anos 50. Ela é uma mãe coragem da pequena burguesia, papel inesperado na sua carreira, mas sai-se muito bem, sendo a melhor intérprete do filme. A filha vai casar-se sem cerimónia de casamento, mas a mãe, frustrada com a sua própria vida de casada, convence a filha a fazer a boda. Esta decisão vai afetar o (falso) equilíbrio em que vivia a família e pôr nu as carências e frustrações de cada um. Esta história e o meio social descrito são representativos do kitchen sink realism que marcou a televisão e o teatro nos anos 50. O filme é a versão para cinema da peça escrita para televisão por Paddy Chayefsky, onde o papel da mãe foi interpretado por Thelma Ritter. Vila do Conde 03.2019 DVDTECA 3,5/5
The Catered Affair (MGM 1956). Produção: Sam Zimbalist. Argumento: Gore Vidal (adapta a peça para televisão de Paddy Chayefsky). Música: André Previn, Elenco: Bette Davis, Ernest Borgnine, Debbie Reynolds, Barry Fitzgerald e Rod Taylor.
DVD Trésors Warner 2014
8.11.16
The Cobweb (Vincente Minnelli, 1955)
Este melodrama de Vincente Minnelli retrata a vida numa clínica psiquiátrica em que pessoal médico e enfermeiro convive com os pacientes como se fossem uma família. Mas a mudança dos cortinados da sala vai provocar uma série de problemas que revelará a fragilidade de todos, pacientes e profissionais. The Cobweb (1955) foi produzido por John Houseman para a MGM, tem argumento de John Paxton, que adapta um romance de William Gibson. E o elenco? Estelar: Richard Widmark, Lauren Bacall, Charles Boyer, Gloria Grahame, Lillian Gish. Paris 2016 Christine21 /5
28.6.14
Mogambo (John Ford, 1953)
Não consta das obras-primas de John Ford, mas é um dos meus preferidos dele. Um daqueles filmes que tento rever sempre que posso, tal é o prazer garantido. A razão mais imediata do fascínio do filme é Ava Gardner, que deve ter sido por este filme que foi considerada o mais belo animal do mundo. Afinal, a história passa-se na selva africana e animais é o que não faltam para eleger o mais belo. Os filmes de Hollywood passados em África constituem quase um género em si e sempre me fascinaram (Hatari!, The African Queen, vários Tarzan, Out of Africa). Este é um dos melhores. Paris 2014 Le Champo 4,5/5
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