Mostrar mensagens com a etiqueta Literatura 1930s. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Literatura 1930s. Mostrar todas as mensagens

20.7.25

ELIZABETH BOWEN

THE DEATH OF THE HEART (1938)
A MORTE DO CORAÇÃO
Livros do Brasil
BIBLIOTECA P

THE DEATH OF THE HEART (1938)
A MORTE DO CORAÇÃO
Portugália NT

THE HOUSE IN PARIS (1935)
A CASA EM PARIS
Relógio d'Água 2016
BIBLIOTECA P

THE LITTLE GIRLS (1964)

LES PETITES FILLES 
Phebus libretto 2005
BIBLIOTECA F


19.7.25

Dorothy L. SAYERS (1893-1957)

MURDER MUST ADVERTISE (1933)

O CRIME EXIGE PROPAGANDA 
Público Coleção 9mm n°5, 2005
BIBLIOTECA

Cecil DAY-LEWIS 1904-1972

THE BEAST MUST DIE (1938)
Autor: Nicholas Blake
(pseudónimo de C. Day Lewis)
Edição 
A FERA TEM DE MORRER
Tradução de Lima da Costa
Públioco Coleção 9mm n°4, 2005
BIBLIOTECA P

17.6.24

NANCY MITFORD

Londres? 1904- Versailles 1973



3° WIGS ON THE GREEN (1935)
Charivari
Christian Bourgois 2011
Préface de Charlotte Mosley (2010)
BIBLIOTECA F

UNE ANGLAISE À PARIS. CHRONIQUES
Payot 2008
BIBLIOTECA

20.8.23

Dorothy PARKER

New Jersey, 1893 - NY, 1967 

Laments for the Living (1930, 13 contos) After Such Pleasures (1933, 11 contos) 1939: Here Lies: The Collected Stories of Dorothy Parker (1939) Collected Stories (1942) The Portable Dorothy Parker (1944) Complete Stories (1995)

La vie à deux
Ed. 10/18, 1994
Pref. Benoîte Groult
BIBLIOTECA

Articles et critiques
Ed. 10/18 2001
BIBLIOTECA

LAMENTOS DA VIDA

Vega «Fecunditas», 1994

Tr Sel  Eunice Cabral

Contos de Dorothy Parker
Relógio d'Água 2007
NT


L'extravagante Dorothy Parker
Grasset 1994
Autor: Dominique de Saint Pern
BIBLIOTECA




24.7.19

Daphne du MAURIER

Rebecca (1938)
Romance de Daphne Du Maurier
Li Rebeca logo a seguir a Jane Eyre (Charlotte Bronte), dois livros que queria ler há pelo menos 20 anos... Os livros têm vários pontos em comum, como a protagonista, que é uma mulher de baixa classe que se apaixona (e casa) por um homem rico. Mr. de Winter é viúvo (Rebeca), e Mr. Rochester é casado com uma mulher louca de que ninguém tem conhecimento (Jane Eyre). O novo casal não será feliz enquanto não matar a primeira mulher. E o recomeço da vida de ambos os casais é assinalado pelo incêndio da mansão onde os homens e a primeira mulher viveram. Manderley é a famosa casa de Rebeca de Winter (haverá casa mais célebre na literatura?) e Thornfield é a casa de Mr. Rochester: as novas Mrs. de Winter e Mrs. Rochester nunca possuiriam a casa das antecessoras. Rebeca é uma obra-prima de suspense psicológico, onde uma personagem já morta é o motor de toda a trama. Um dos melhores romances que li até hoje. Li a edição da Livros do Brasil (2001) com tradução de Alda Rodrigues. Praia das Caxinas 2019 5/5
Daphne du Maurieré autora de Frenchman's Creek (1941), um belo romance de amor e aventuras. Dona St Columb, a protagonista, é uma aristocrata inglesa do século 17 que regressa à sua casa à beira mar com os dois filhos, desejosa de abandonar a vida agitada de Londres, onde criou fama de mulher emancipada e dada à vida boémia. Mas junto ao mar conhecerá o Francês, um pirata da Bretanha, que se dedica a pilhar barcos e as casas dos ricos locais e por isso ganhará uma reputação terrível. Com ele Dona viverá a sua maior aventura (participará, travestida de rapaz, de um ataque aos seus vizinhos aristocratas) e a sua maior história de amor. A narrativa e o estilo de Daphne du Maurier são esplêndidos e justificam que a autora continue a ser lida e apreciada como o foi no seu tempo de vida. O humor dos diálogos e das situações é constante e é bem explorado o tema das ideias feitas sobre ingleses e franceses, que ainda hoje perduram. Li a versão francesa L'Aventure vient de la mer (Le Livre de Poche, 1981). Salvador, Bahia 2019 4,5/5

BIBLIOTECA:
Hungry Hill (1944fr)
Manderley For Ever (2015)

26.8.17

Evelyn WAUGH

VILE BODIES (1930)
Os anos 1920 foram anos loucos: um novo mundo começava depois da guerra, e o prazer era o valor máximo. Mas foram por isso mesmo anos frívolos, e provavelmente neles nasceram os antepassados dos famosos e dos paparazzi de hoje. Corpos Vis (1930) é uma sátira à alta sociedade desses anos, cujas festas não prescindiam de escândalos absurdos, que acabavam na imprensa para regozijo de uns e vergonha de outros. As personagens são esquemáticas, caricaturais, e os omnipresentes diálogos regorgitam de tiradas cheias de superlativos e má-língua. Tudo isto é bem vindo numa série televisiva, mas num romance tornou-se para mim fastidioso. VC 08.2017 BMPV 2,5/5

BIBLIOTECA:
Brideshead Revisited (1945)  Helena / Helena (1950) As desventuras do Senhor Pinfold  / The ordeal of Gilbert Pinfold (1957) Homens em Armas / Men at Arms (1972)  O Ente Querido / The Loved One (1973) 

1.7.17

D.H. LAWRENCE

THE MAN WHO DIED (1930)
The Man Who Died é o último romance (ou novela) de D.H. Lawrence, mas é o primeiro livro que leio dele. Não estava preparado para tamanha beleza de texto e de imaginacão romanesca. O livro entrelaça a história de um galo com a história de Jesus ressuscitado, no dia seguinte à sua morte. A descrição dos animais e da natureza é das melhores que já li e a observação da vida que irrompe em cada ser na sua juventude também dá origem a uma narrativa dos homens igualmente sugestiva. Um conto filosófico, como lhe chama Drieu la Rochelle no prefácio àversao francesa que li e que também é assinada pelo escritor francês. O texto francês (de 1933) é de uma qualidade sem igual, certamente por ter sido vertido por um grande escritor. Foi inicialmente publicado na célebre coleção L`'Imaginaire da Gallimard. Leitura durante a viagem Paris-Londres 07.2017 4,5/5