Um noir de segunda categoria mas ainda assim que se vê com grande interesse. Depois da morte do filho, uma mulher (Joan Crawford), frustrada com a vida miserável que tem, abandona a família e conquista pouco a pouco um lugar ao sol, ou melhor à sombra de um grupo criminoso. Produzido por Jerry Wald (Warner), argumento de Harold Medford e Jerome Weidman, com Joan Crawford, David Brian, Kent Smith e Steve Cochran. Paris 2019 Cinémathèque 3/5
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7.6.19
12.5.19
Harriet Craig (Vincent Sherman, 1950)
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| Wendell Corey & Joan Crawford |
Traumatisada pelo pai que a abandonou a ela e à mãe, Harriet Craig vive para fazer do seu casamento uma obra perfeita, mas sem qualquer amor e respeito pelo marido e por quem quer que seja. Manipula todos para obter a vigilância absoluta do marido. Mas todos acabam por abandoná-la. O filme adapta uma peça de sucesso e prestígio (Craig's Wife, de George Kelly, que recebeu o prémio Pulitzer). Paris Cinémathèque 3/5
12.1.15
Studio Affairs: My Life as a Film Director
Memórias de Vincent Sherman
Ele há coincidências... Por uma vez vi com atenção o genérico final de um filme, The Straight Story, de David Lynch e descobri que o second assistant director foi Eric Sherman. No dia anterior tinha encontrado pela primeira vez este nome, quando li o prefácio que ele escreveu para as memórias do seu pai, Vincent Shernan. Vincent Sherman foi um realizador sólido da Warner que talvez nunca tenha feito qualquer filme memorável, mas envolveu-se pessoal e profissionalmente com três grandes estrelas de Hollywood: Bette Davis, Rita Hayworth e Joan Crawford. Fui logo ler os capítulos relativos a Bette Davis, que venero. Se o livro estiver ao nível dos capítulos que li, então é um notável livro de memórias de um realizador de Hollywood do período clássico.
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