Oportunidade perdida para reviver condignamente no cinema um clássico da literatura juvenil, The Voyages of Doctor Dolittle (1922), de Hugh Lofting. As personagens são simpáticas, a história original também, mas a produção ligou o piloto automático e fez um filme que se parece com tantos outros do género. Até Robert Downey Jr, ator versátil e fotogénico, perde-se num jogo cabotino e demasiado rebuscado, pouco apropriado à personagem carismática do Dr Dolittle, que fala com os animais e vive para eles. A história merecia um tratamento com mais sensibilidade por parte dos argumentistas e produtores. Melun 2020 (2/5)
