Daisy Kenyon (Joan Crawford), artista e independente, vê dois homens, Henry Fonda e Dana Andrews, este último casado e com duas filhas. Daisy acaba por casar com Fonda, mas Andrews não desiste dela. De forma clara e subtil Preminger apresenta um ménage à trois que ocupa toda a ação do filme. Touché! O argumento é de David Hertz, que adapta um livro de Elizabeth Janeway. É um drama (a situação de Daisy/Crawford não permitiria outra coisa) mas Fonda e Andrews garantem excelentes momentos de screwball comedy. Um filme esquecido mas francamente bom. Paris 3,5/5