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28.6.26
12.11.23
13.10.22
Tatouage (Yasuzô Masumura, 1966)
Uma obra-prima do cinema japonês agora redescoberto nas salas. Dois amantes em fuga são separados quando a mulher é raptada e feita geisha. O que se segue é um tour de force dramático (e feminista?) que poucos filmes conseguem igualar. Paris 2022 Reflet Medicis 4.5/5
25.9.22
O Gosto do Saké (Ozu, 1962)
O Gosto do Saké (Ozu, 1962)
O último filme de Ozu é um dos seus melhores. Trata do fim e do começo, do sacrifício a que um pai viúvo tem de se submeter deixando a filha ir-se em embora de casa para constituir uma nova família. O filme descreve essa tomada de consciência do pai, que encontra eco na realidade do Japão à época: para renascer (ocidentalizado) teve de ser derrotado na guerra. Tudo é maravilhoso neste filme. Paris 09.2022 Champo 4,5/5
15.11.21
À l'approche de l'automne (Mikio Naruse, 1960)
Uma história de infância sobre duas crianças que se sentem abandonadas pelas mães (com os pais não podem contar). Um Naruse menos interessante que os outros filmes que dele conheço. Mas muito bom ainda assim. Paris 2021 Le Champo 3,5/5
6.9.17
Nuages épars (Mikio Naruse, 1967)
As estreias de filmes recentes empalidecem quando têm a concorrência de um Naruse por perto. Quando foi a última vez que vi um melodrama deste calibre? Um homem e uma mulher recém-viúva apaixonam-se, mas o amor deles é maldito e impensável: o homem atropelou mortalmente o marido dela. Como ultrapassar tamanho acontecimento? Uma história de amor ferida e condenada à partida. Paris 2017 Reflet Médicis 4,5/5
11.1.17
Quando Uma Mulher Sobe As Escadas (Mikio Naruse, 1960)
Foi com este filme que, se não erro, Naruse se estreou nas salas portuguesas em meados dos anos 90. Vi-o na altura e foi, como terá sido para muitos, uma enorme revelação. O filme foi agora reposto nas salas francesas, em cópia restaurada, e voltou a impressionar-me. Conta a história de uma mulher que recebe os homens nos bares, mas cujo sonho é o casamento por amor. Uma obra-prima. Paris 2017 Le Reflet Médicis 5/5
16.12.15
Une femme dans la tourmente (Mikio Naruse, 1964)
Vi poucos filmes de Naruse mas os que vi são maravilhosos, inesquecíveis. Agora estreou em França (era inédito nas salas francesas) Une Femme dans la tourmente e o encantamento pelo universo de Naruse repete-se. É a história de um amor socialmente problemático, que os protagonistas não conseguem impor no meio dos preconceitos sociais do Japão da época (anos 50/60). Paris 2015 Reflet Médicis 4/5
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