Mata-Hari (George Fitzmaurice, 1931)
À excepção da divina Garbo, nada hoje justifica a visita a este filme de 1931, Mata-Hari. No entanto, foi o maior sucesso comercial da divina e um enorme sucesso na Europa à época da estreia. É também um filme anterior à instauração do Código Hays, que impossibilitaria, por exemplo, a cena da dança deste filme.
Mesmo Garbo, a meu ver, não está no seu melhor (como intérprete) pois ainda não se desenvencilhou dos trejeitos que o cinema mudo exigia aos atores. Prefiro a Garbo mais secreta, fria e "inexpressiva" de outros filmes posteriores. Paris: Le Desperado 03.2014 2,5/5





