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1.4.25

Ernst LUBITSCH 1916-1929

JE NE VOUDRAIS ÊTRE UN HOMME (1918)
TÍTULO ORIGINAL Ich möchte kein Mann sein REALIZADOR Ernst Lubitsch ARGUMENTO Hanns Kräly, Ernst Lubitsch ELENCO Ossi Oswalda ESTREIA 1.10.1918 (Alemanha) VISTO Paris 1.04.2025 Le Champo
ROSITA (1923)
REALIZADOR Ernst Lubitsch, Raoul Walsh (não acreditado) ARGUMENTO Edward Knoblock ELENCO Mary Pickford, Holbrook Blinn, Irene Rich, George Walsh PRODUÇÃO Mary Pickford Company ESTREIA 3.09.1923 (EUA) 4.07.1927 (Portugal) VISTO Paris 2.04.2025 Cinémathèque NOTA 3/5
LADY WINDERMERE FAN (1925)
VISTO Paris 2007 Mac-Mahon

SO THIS IS PARIS (1926)
ESTREIA 31.07.1926 (EUA) 9.05.1927 A LOUCURA DE CHARLESTON (Portugal) VISTO Paris 2013 Le Desperado 





22.12.21

Charles CHAPLIN

THE KID (1921)

Uma obra-prima absoluta de novo nas salas portuguesas. Na sala do Trindade, tantas crianças quanto adultos. Porto 2021 Trindade 5/5


THE GOLD RUSH (1925)
Foi tão bom rever esta obra-prima de 1925 numa grande sala, sessão esgotada, com adultos e crianças (entrada gratuita para estas) a aplaudirem no final do filme. Esta festa aconteceu na Filmoteca de Madrid, que me surpreende sempre pela grande adesão do público. A cidade está sem salas e as pessoas em agosto desertam, resta a Filmoteca (a sua congénere portuguesa não tem sessões em agosto): um oásis cinéfilo. Madrid 08.2015 Filmoteca 4/5
THE CIRCUS (1928)

REALIZADOR: Charles Chaplin ARGUMENTO: Charlie Chaplin PRODUÇÃO: Charlie Chaplin ELENCO: Charlie Chaplin, Al Ernest Garcia, Merna Kennedy, Henry Bergman ESTREIA: 6.01.1928 (EUA) 14.01.1929 (Portugal) VISTO: Paris 30.09.2024 Les 5 Caumartin NOTA: 4/5

MODERN IMES (1936)
Uma comédia sobre os tempos modernos, que aliam progressos tecnológicos sem precedentes com uma miséria social bem enraizada e de difícil erradicação. Uma análise crítica da sociedade industrial feita da forma mais acessível que até hoje comove até as crianças, como se viu na sessão do Cineclube Octopus a que assisti. P. Varzim 08.2018 CC Octopus 4/5

DVDTECA:

Monsieur Verdoux (1947)

Opinião Pública (1923)

Um Rei em Nova Iorque (1957)

Charlie: The Life and Art of Charles Chaplin (doc Schiekel 2003)     

30.5.21

The Goose Woman (Clarence Brown, 1925)

Um excelente melodrama dos tempos em que as imagens valiam tudo. A Mulher dos Gansos é a história de uma diva da ópera, completamente esquecida, que vive na pobreza e despreza o filho, que julga ser a causa da sua desgraça. Sem ter consciência do seu acto, ela acusa o filho de ter morto um homem. Ele será salvo in extremis, como era habitual no cinema popular da época. Paris 2021 Cinémathèque 3,5/5

31.5.20

Dolittle (Stephen Gaghan, 2020)

Oportunidade perdida para reviver condignamente no cinema um clássico da literatura juvenil, The Voyages of Doctor Dolittle (1922), de Hugh Lofting. As personagens são simpáticas, a história original também, mas a produção ligou o piloto automático e fez um filme que se parece com tantos outros do género. Até Robert Downey Jr, ator versátil e fotogénico, perde-se num jogo cabotino e demasiado rebuscado, pouco apropriado à personagem carismática do Dr Dolittle, que fala com os animais e vive para eles. A história merecia um tratamento com mais sensibilidade por parte dos argumentistas e produtores. Melun 2020 (2/5)

5.11.19

Battling Butler (Buster Keaton, 1926)

Battling Butler é outra grande obra de Buster Keaton que se estreia, em cópia 4K, em França, e é a adaptação de uma peça musical de Stanley Brightman Austin Melford, de 1922. Um homem, para ser aceite pela família da mulher amada, faz-se passar por um lutador de boxe, e terá de enfrentar o lutador mais temível. Paris 3,5/5

20.5.19

Our Hospitality (Buster Keaton, 1923)

Flyer de 2019
Our Hospitality é uma obra-prima. Foi restaurada este ano e acaba de estrear nas salas de Paris. Devido a uma antiga tradição, duas famílias (os Canfield e os Mckay) matam os homens uma da outra, de geração em geração. Buster Keaton é o último descendente dos Mckay, foi criado em Nova Iorque, mas acaba por voltar à terra onde nasceu. Vai ser recebido por três Canfield (o pai e dois filhos) que apenas querem a sua pele... Genial. Paris 4,5/5

18.3.19

Alfred HITCHCOCK 1920s 30s

BLACKMAIL (1929)

REALIZADOR Alfred Hitchcock ELENCO Anny Ondra, John Longden, Cyril Ritchard ARGUMENTO basead na peça Blackmail (Charles Bennett, 1928) PRODUÇÃO John Maxwell, BIP-British International Pictures ESTREIA 29.06.1929 (UK) VISTO Paris 5.04.2025 Le Champo NOTA 2.5/5
Young and Innocent (Alfred Hitchcock, 1937)

24.3.17

Dorothy ARZNER 5

The Wild Party (Paramount, 1929)

Numa universidade feminina, uma aluna rebelde (Clara Bow) apaixona-se pelo novo professor de antropologia (Fredric March). Este é o enredo amoroso do filme, que se ocupa sobretudo da vida estudantil e privada de um grupo de amigas, o que antecipa o subgénero do women picture que iria surgir anos mais tarde. O filme é famoso por ser o primeiro filme sonoro de Clara Bow (aliás o filme foi também exibido nas salas numa versão muda). Paris 03.2017 Cinemateca   2,5/5

Working Girls (Paramount, 1931)

Uma pensão de mulheres com um controlo apertado do seu comportamento fora e dentro da pensão. O único modo de escapar à vida vigiada da pensão, é casar, de preferência com um homem bem acima da sua condição. E é isso que duas irmãs vão conseguir, depois de algumas peripécias. Uma comédia ligeira do início do cinema sonoro. Paris 03.2017 Cinemateca  2,5/5

Merrily We Go to Hell (Paramount, 1932)

Antes do ciclo da Cinémathèque dedicado a Dorothy Arzner, nunca tinha ouvido falar desta importante realizadora que trabalhou para os estúdios de Hollywood nos anos 20 e 30. Portanto, é o primeiro filme que vejo dela e fiquei de imediato conquistado. Merrily We Go to Hell é uma comédia dramática sobre um grande amor entre um jornalista, e dramaturgo frustrado (Fredric March), e a herdeira de um grande industrial (Sylvia Sidney). O casamento deles atravessa tempestades (alcoolismo, infidelidades, adultério consentido) mas chega a bom porto. Uma bela história de amor, sublimada por grandes atores. Paris 03.2017 Cinemateca  3,5/5

Christopher Strong (RKO, 1933)

Este é o segundo filme da grande Katherine Hepburn. E ela é já a protagonista, o que não deixa de ser notável. A sua screen persona já está neste filme: mulher independente, forte, auto-suficiente (apresenta-se no início do filme como alguém que nunca teve um amante, que nunca amou), melhor entre os pares, que são todos homens (é uma aviadora em busca do recorde de altitude). Mas o argumento, da consagrada Zoë Akins, mesmo no período pré-código Hays, é particularmente terrível num aspecto: Hepburn apaixona-se por outro ser imaculado, um homem casado e pai exemplar, amigo do seu pai, e fica grávida dele. A solução é a morte, ainda por cima o suicídio enquanto quebra o tão desejado recorde de altitude. Dois ou três anos depois, nada disto poderia surgir num argumento de Hollywood. Hepburn e os sinais dos tempos que o filme expõe são as únicas boas razões para ver o filme. Paris 03.2017 Cinémathèque 2,5/5

First Comes Courage (Columbia, 1943)

Dorothy Arzer terminou a carreira com um curioso filme de propaganda, um filme de guerra sobre a resistência ao invasor nazi na Noruega. Merle Oberon é noiva de um oficial das SS numa pequena comunidade mas aproveita-se desse estatuto privilegiado para passar informações à resistência sediada em Inglaterra. Paris 03.2017 Cinémathèque 3/5

11.3.17

Seven Chances & The Railrodder (Buster Keaton)

Quarenta anos separam estes dois filmes de e com Buster Keaton: Seven Chances (1925) e The Railrodder (1965). O mesmo fascínio pelo movimento, pela fuga, atravessa os dois filmes. Em Seven Chances um noivo foge de centenas de noivas vingativas por campos e cidades: em Railrodder, Pamplinas (?) percorre a alta velocidade os trilhos do comboio num pequeno veículo ferroviário de manutenção. Desopilante. Paris 4/5