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24.5.26

O Batedor de Carteiras (Aloisio T. de Carvalho, 1958)


O Batedor de Carteiras (1958) é o impagável Zé Trindade. Realizada por Aloisio T. de Carvalho, esta chanchada é uma das mais consistentes que vi. Tem muitas cenas nas ruas do Rio, o que é sempre um prazer adicional. Rio 2012 Caixa Cultural    3,5/5

29.4.26

A família Lero-lero (Alberto Pieralise, 1953),

Um funcionário público é humilhado no trabalho e em casa, pela mulher e pelos três filhos que pretendem viver à custa do salário do pai. Este tem a ideia de roubar uma quantia de dinheiro que o leva a fugir e depois à prisão, onde estará livre dos problemas quotidanos do trabalho e familiares. No papel do protagonista, Walter D'Ávila leva o filme às costas. Um excelente comediante que não conhecia. Não tem a qualidade de caracter actor que muitos dos atores populares das chanchadas tinham, antes consegue apropriar-se da personagem sem nunca cair na caricatura. Uma boa comédia social. Melun 2020: 3,5/5 

A família Lero-lero (Alberto Pieralise, 1953), produção da Vera Cruz, roteiro de Alinor Azevedo, Gustavo Nonnenberg, Alberto Pieralise, adapta peça teatral homônima de Raymundo Magalhães Jr., com Walter D'Ávila (Aquiles Taveira), Marina Freire (Isolina), Luiz Linhares (Teteco).

Rico Ri à Toa (Roberto Farias, 1957)

Filme de Roberto Farias

Rico Ri à Toa (1957) é mais uma chanchada muito divertida, sobretudo por causa dessa dupla de comediantes: Zé Trindade e Violeta Ferraz. Umas das minhas preferidas. Rio 2012 Caixa Cultural  3,5/5

Assim Era a Atlântida (Carlos Manga, 1975)

Assim Era a Atlântida (Carlos Manga, 1975)
Um documentário muito útil sobre as chanchadas da Atlântida. Carlos Manga realiza Assim era a Atlantida (1975) numa altura em que o mercado brasileiro era inundado pelas... pornochanchadas. CAIXA Cultural Rio 2012   3,5/5