O famoso filme dos dois Bergmans que marcaram o cinema mundial. Não é dos melhores Bergman, não é dos meus preferidos do sueco. Mas este huit-clos entre mãe e filha sobre as suas vidas falhadas tem uma intensidade que só as telenovelas lacrimosas conseguem dar. Mas aqui ouvimos Bach (e não MPB) e estamos na Suécia, onde a luz solar nunca brilha nas paisagens e nas vidas destas pessoas. Cinemateca Portuguesa 1989 & Paris 2014: 4/5
