9.7.26
Sinhá Moça (Tom Payne, 1953)
24.5.26
O Batedor de Carteiras (Aloisio T. de Carvalho, 1958)
O Saci (Rodolfo Nanni, 1951)
1.5.26
Caiçara (Adolfo Celi, 1950)
Este clássico da Vera Cruz lembra outros filmes dos anos 40, como Stromboli, em que uma mulher bela e até sofisticada vai viver para uma comunidade piscatória dominada pelas crenças populares e pela sensualidade... O filme é bom e deve muito à atriz Eliana Lage, que infelizmente teve uma carreira breve. No filme ela casa com um viúvo quarentão que a leva para uma ilha. Ela vai ser cobiçada pelos homens da terra e mal tratada pelo marido. A Companhia Vera Cruz começou bem e produziu bons filmes mas não houve continuidade que permitisse a consolidação de um cinema de estúdio à maneira americana. Caiçara é um exemplo dessa tentativa digna de louvor... Melun 2021 TV 3/5
30.4.26
Candinho (Abílio Pereira de Almeida, 1954)
Sai da frente (Abílio Pereira de Almeida, 1952)
Sai da frente (Abílio Pereira de Almeida, 1952), produzido por Pio Piccinini (Vera Cruz), roteiro de Abílio Pereira de Almeida e Tom Payne, com Mazzaropi, Ludy Veloso, Leila Parisi, A. C. Carvalho, Nieta Junqueira, música de Radamés Gnatalli. Prémio Saci de melhor atriz coadjuvante para Ludy Veloso.
29.4.26
A família Lero-lero (Alberto Pieralise, 1953),

Um funcionário público é humilhado no trabalho e em casa, pela mulher e pelos três filhos que pretendem viver à custa do salário do pai. Este tem a ideia de roubar uma quantia de dinheiro que o leva a fugir e depois à prisão, onde estará livre dos problemas quotidanos do trabalho e familiares. No papel do protagonista, Walter D'Ávila leva o filme às costas. Um excelente comediante que não conhecia. Não tem a qualidade de caracter actor que muitos dos atores populares das chanchadas tinham, antes consegue apropriar-se da personagem sem nunca cair na caricatura. Uma boa comédia social. Melun 2020: 3,5/5
A família Lero-lero (Alberto Pieralise, 1953), produção da Vera Cruz, roteiro de Alinor Azevedo, Gustavo Nonnenberg, Alberto Pieralise, adapta peça teatral homônima de Raymundo Magalhães Jr., com Walter D'Ávila (Aquiles Taveira), Marina Freire (Isolina), Luiz Linhares (Teteco).
Rico Ri à Toa (Roberto Farias, 1957)
O Homem do Sputnik (Carlos Manga, 1958)
Nadando em dinheiro (Abílio Pereira de Almeida e Carlos Thiré, 1952)
28.4.26
Orfeu Negro (Marcel Camus, 1959)
26.4.26
Nem Sansão Nem Dalila (Carlos Manga, 1955)
O Fuzileiro do Amor (Eurípedes Ramos, 1956)
Os Três Cangaceiros (Victor Lima, 1959)
Cala a boca, Etelvina (Eurípedes Ramos, 1959)
Chanchada deliciosa que deve tudo aos atores, sobretudo a Dercy Gonçalves, que é Etelvina, uma empregada doméstica promovida a patroa durante alguns dias. Uma comédia de enganos que gera as situações mais engraçadas, adaptada de uma peça de Armando Gonzaga. No Brasil este tipo de comédias, as chanchadas, tinham sempre vários números musicais, que hoje são preciosos documentos dos grande artistas da época. Neste filme vemos Emilinha Borba, Nelson Gonçalves e Jackson do Pandeiro, só para nomear nomes maiores ainda hoje. Melun 2020 3/5
Cala a boca, Etelvina (Eurípedes Ramos, 1959), chanchada, produção de Oswaldo Massaini, roteiro de Eurípedes Ramos e Victor Lima, adaptado da peça teatral de Armando Gonzaga, realizado por Eurípedes Ramos e Hélio Barroso (cenas musicais), com Dercy Gonçalves (Etelvina), Humberto Catalano (Libório), Manoel Vieira (Macário), Otelo Zeloni (Paquito), Zezé Macedo (Pancrácia), Paulo Goulart (Adelino), filme da produtora e distribuidora Cinedistri, música original de Radamés Gnatalli, números musicais de Emilinha Borba ("Cachito", de Consuelo Velasquez), Nelson Gonçalves ("Atiraste uma Pedra", de Herivelto Martins), Os Golden Boys ("Meu Romance com Laura", de Jayro Aguiar), Jackson do Pandeiro ("Fantasia Nordestina", de Humberto Ferreira e Luiz Gonzaga) e Sílvio Mazzuca ("Tequila", de Chirck Rio), coreografia de Helba Nogueira.
Matar ou Correr (Carlos Manga, 1954)
Matar ou correr é uma paródia do famoso western Matar ou Morrer (título brasileiro de High Noon) e de certo modo antecipa os westerns cómicos de Bud Spencer e Terence Hill. Aqui a dupla cómica é composta por Oscarito e Grande Otelo, que são promovidos (por azar) a xerife e ajudante de xerife de City Down, uma pequena povoação ameaçada pelo bandido Jess Gordon (José Lewgoy). Certamente é uma das melhores chanchadas do cinema brasileiro, com os referidos comediantes a brilharem em todas as cenas. Melun 2020: 3,5/5
Matar ou correr (Carlos Manga, 1954), comédia (chanchada) produzida por Vinicius Silva e Guido Martinelli (Atlântida), roteiro de Amleto Daissé e Victor Lima, com Oscarito, Grande Otelo, José Lewgoy, Renato Restier, Wilson Viana, John Herbert, Inalda de Carvalho, Wilson Grey, música de Luís Bonfa e Lírio Panicalli, canção: Ninguém para amar (Anísio Silva e C. Portela).















