Morocco estreou esta semana numa nova cópia que não consegue, no entanto, iludir o facto de tratar-se de um filme do início do sonoro. Mas a luz dos olhos de Gary Cooper e, sobretudo, a luz de Marlene Dietrich chegaram até nós intactas e são tão poderosas quanto a luz do deserto de Marrocos. Vendo este filme (que já conhecia do dvd) não é difícil compreender a influência que teve em tantos realizadores e cinéfilos. Não faz parte do meu panteão cinematográfico mas não posso deixar de admirar as suas muitas qualidades. Paris 3,5/5
